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SÃO PAULO – A facilitação do crédito e o rápido avanço nos preços dos imóveis não criaram uma bolha imobiliária no Brasil, segundo avaliação da coordenadora de estudos de construção da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ana Maria Castelo. Para ela, não existe no país um cenário que leve o setor a uma crise, como aconteceu em países desenvolvidos.

“Não vejo espaço para termos uma grande desvalorização nos preços dos imóveis. Para isso acontecer muitas pessoas teriam que colocar suas casas à venda, o que não é provável de acontecer”, diz Ana. Ela argumenta que a inadimplência no setor imobiliário é muito baixa porque a última coisa que as famílias querem perder é sua moradia. Além disso, Ana acredita que a tendência é de aumentos menores nos preços dos imóveis daqui pra frente, com o ritmo de reajustes ficando próximo ao da inflação.

Já no que se refere ao crédito, o que o governo podia fazer para estimular as concessões – baixar juros e ampliar prazos – já está sendo feito, segundo Ana Maria. “Creio que o crédito imobiliário vai crescer 15% neste ano, em relação a 2011. É bastante, mas é a metade do que se previa no início do ano.”

Para a coordenadora, parte significativa da demanda por imóveis foi atendida nos últimos meses, mas ainda há espaço para crescimento. “Uma grande parcela da população está em idade de constituir família. Com a economia melhorando, aumenta a possibilidade de se comprar imóvel. Mas o avanço do setor será a taxas menores.”

 

Fonte: Valor Econômico

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Blog Frias Neto Consultoria de Imóveis

Alegre, irreverente, autêntico e cheio de vida essas características podem definir o brasileiro perfeitamente. O que muitas vezes não percebemos é que inserimos nas decorações de nossas casas alguns desses pontos. E a casa fica assim: colorida e exclusivamente brasileira!

Hoje pela manhã descobrimos um blog muito legal de decoração (http://maria-floratelier.blogspot.com.br) e achamos algumas imagens de DECORAÇÃO BRASILEIRA. Então, o FIQUE LIGADO! de hoje nos leva a um mundo cheio de cores e tão próximo de todos! Esperamos que vocês se inspirem nessas imagens!

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Uma jóia em Terras de Piracicaba

Publicado: 01/10/2012 em gerais

Blog Frias Neto Consultoria de Imóveis

Pouca gente conhece a beleza de uma construção datada do século 19, localizada numa das áreas mais nobres de Piracicaba e que mantém suas características originais e beleza ímpar graças ao empenho e dedicação da herdeira, Cecilia Helena Morato Leme Ferrari. Situada nas terras da Chácara do Morato, o Solar dos Morato foi palco de grandes eventos sociais e recebeu diversas personalidades nas décadas iniciais do século 20.

O solar, que ocupa área de aproximadamente 10 mil metros quadrados, foi tombado como patrimônio histórico em 2002, e mantém sua autenticidade, com estilo e sofisticação graças à disposição dos descendentes, que cuidam dessa preciosidade recebida de seus antepassados.

Erguido na década de 1890, o solar foi projetado de acordo com padrões franceses pelo artista e litografista francês do século 19, Victor Petit, e intitulado Maisons de campagne des environs de Paris que, em tradução livre, refere-se às casas de campo dos…

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Há algumas semanas falei um pouco sobre a nova rede social que está ganhando espaço: Quora. Um dos desafios era entrar “sem ser convidado”.

Desafio vencido!

Veja aqui como entrar na rede “pela porta dos fundos”.

Já testei e funcionou muito bem.

Ha algum tempo ouço Romeo Busarello, diretor da Tecnisa falar que lá eles tem um “vagabundo”.

A brincadeira se refere ao fato de que outros profissionais da empresa têm a impressão de que o gerente de mídias sociais da empresa, Beto Aloureiro, passa o dia numa boa, apenas navegando no Facebook, Orkut, Twitter e afins.  Fica “sem fazer nada de produtivo” o dia todo.

Talvez este exemplo mostre o quanto as empresas estão despreparadas para as redes sociais, mesmo que entendam a necessidade de estarem presentes e quererem utilizá-las para valorizar suas marcar – e não nos enganemos – vender mais. Mais do que propaganda, uma atuação consciente nas mídias sociais é uma resolução estratégica para as empresas.

Lembro-me de que, quando comecei com a internet, em 1995, a maioria das empresas queria “estar na rede”, mas não sabia nem como, nem o que colocar. Navegar pelos sites das empresas na época era encontrar fotos dos presidentes, catálogos online, bonequinhos animados dizendo que as áreas dos sites estavam em construção e coisas assim.

Foi preciso alguns anos e muito investimento – de tempo e dinheiro – para que as empresas começassem a entender que, mais do que estar na rede, é preciso interagir com quem visita o site. Este novo meio de comunicação impactou diversas áreas das empresas e fez com que a forma como nos comunicamos com os clientes fossem repensadas.

Em 2002/2003 quando comecei com a área de vendas online da Cyrela Incorporadora, ouvia muita coisa do tipo: “ninguém vai comprar imóveis pela internet”. Alguns meses depois vendemos a cobertura de um prédio de alto padrão nos Jardins, em São Paulo, em que o cliente, que morava nos EUA, veio apenas para assinar o contrato.

Hoje, é unanimidade que a grande mídia para o mercado imobiliário é a internet e, mais do que a forma de comunicação predileta dos clientes, é a mais barata para as empresas.

Voltando a falar de mídias sociais, na Frias Neto (imobiliária em que trabalho), fechamos no mês passado uma locação em que o primeiro contato foi pelo Twitter. Mérito da área de marketing da empresa e da corretora online Daniele, que identificaram a necessidade da cliente, fizeram a indicação dos imóveis pelo próprio Twitter e agendaram as visitas. Veja matéria no blog da Frias Neto: http://friasneto.wordpress.com/2011/03/01/frias-neto-usa-midias-sociais-para-atendimento-a-clientes/

O perfil da cliente? Geração Y!

Talvez você até me diga: “Mas é uma pequena fatia da população que pertence a esta geração e, muitas vezes, não tem potencial para compra de imóveis.” O mesmo que se pensava sobre quem acessava a internet há alguns anos e que – podemos notar – estava errado.

De qualquer forma, o impacto das redes sociais nas empresas parece ser irreversível e as que conseguirem transitar nas redes, sem ser invasivo, mas construindo sua marca e oferecendo serviços diferenciados,  estarão sempre um passo à frente do seus concorrentes.

Para finalizar o assunto do “vagabundo” da Tecnisa, veja abaixo um info gráfico interessante, publicado pela Social Cast sobre o dia-a-dia de um profissional especializado na gestão de mídias sociais.

“O mundo passa por grandes mudanças”. Esta frase pode servir para qualquer país, em qualquer época de sua história, afinal sempre há mudanças e elas sempre existirão. Pesquisando a história de civilizações como a hebraica, romana e grega, vemos que nos campos econômico, social e político todas viveram transformações e momentos de turbulência e abundância.

Se as mudanças são realidade, talvez o grande fator que diferem as mudanças atuais das de alguns séculos, décadas ou mesmo anos, é a velocidade em que acontecem. A sensação é que são rápidas, de grandes proporções e ininterruptas. Inevitavelmente temos problemas para acompanhá-las.

A cultura organizacional das empresas não poderia deixar de ser atingida por esse tsunami de forma constante e impactante, não deixando que administradores descansem sem ler e reler tendências e desdobramentos internos das mesmas, muitas vezes sem ter a menor idéia do que fazer.

A Internet, com a mudança na forma como a comunicação se propaga, foi um dos vetores dessa transformação, atingindo diversas áreas, mas principalmente a de vendas – entendida como o coração da empresa.

Até por conta de todas essas mudanças, diferente do que ocorria há alguns anos, hoje, o papel da força de vendas é muito mais amplo. Além de todo o conhecimento da cultura organizacional, dos produtos e das estratégias e planejamento de vendas, é responsável pela análise de possibilidades e troca informações diretamente com a área de marketing.

Essas trocas têm que ser cada vez mais constantes e com muita sinergia. É importante que a força de vendas dê feedback imediato e participe das estratégias de busca de novos mercados, posicionamento de produtos e marcas, gestão de carteiras, CRM e fidelização de clientes.

O gestor de vendas, antes visto como um cobrador de resultados, se torna cada vez mais um estrategista, preocupado não só como o resultado numérico das vendas e alcance das metas, mas com o crescimento sustentável de toda operação, acompanhamento de concorrentes, desenvolvimento da equipe e formação de novos líderes.

Muito além do objetivo principal – a venda – a Força de Vendas hoje é peça estratégica e um dos ativos mais importantes da empresa, pois a energia gasta na formação de uma equipe coesa, bem treinada, responsável, que tenha metas bem definidas, conheça bem a empresa e os produtos e que busque o crescimento constante é tamanha que nenhuma empresa consegue se dar ao luxo de perdê-la – ao mesmo tempo que esta tem que estar sempre em desenvolvimento.

Cada equipe é única, já que as experiências e formações das pessoas são diversas e esta só consegue realmente se tornar equipe quando conseguimos harmonizar tudo isso, focando os resultados e agindo dentro da cultura organizacional.

Talvez por sua característica orgânica, seja tão difícil replicar ou copiar equipes de vendas e formas de atuação.

Quanto a pergunta título deste texto, algumas equipes de vendas responderiam “5 limões”, outras que “depende do tipo do limão que o cliente prefere”, outras definiriam as quantidades por tamanho e tipo e as mais rápidas diriam “ não importa, tenho um pó de limão que basta misturar na água e ainda é mais fácil de transportar e guardar”.

Qual a resposta certa? Todas! Por isso as equipes são únicas, difíceis de copiar e de suma importância para as empresas.

Marco Marcelino (http://www.meadiciona.com/marcomarcelino)

 

Muito se tem falado sobre  o necessidade de estarmos nas redes sociais, mas pouca é a apuração deste impacto nas vendas das empresas. Na notícia abaixo, começamos a ter alguns parâmetros, apesar da quantidade de entrevistados não ser tão grande.

Fonte: Exame.com

São Paulo – Pesquisa do Ibope realizada com 8.561 internautas de onze regiões metropolitanas do país revelou que as redes sociais, como Twitter e Facebook, influenciam na decisão de compra de 25% dos internautas.

Esses números sobem quando o assunto é o Rio de Janeiro, onde as redes influenciam 33% dos brasileiros que usam a web.

Os dados apontam ainda que 83% dos entrevistados compartilham conteúdo nas redes; 44% avaliam, comentam e participam; 10% editam, moderam e influenciam e 96% leem, ouvem e assistem.

Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/twitter-e-facebook-influenciam-na-decisao-de-compra-de-25-dos-internautas