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WikiMuito vemos falar sobre mídias sociais e pouco sobre o impacto colaborativo das mudanças que vemos no mundo.  Este livro, de Don Tapscott, apesar de ter sido escrito a dois anos, não perdeu a força por suas idéias originais, que podem ser entendidas e adaptadas para o momento que vivemos.

Aproveite esta promoção do Submarino: http://www.submarino.com.br/produto/1/1955787/wikinomics:+como+a+colaboracao+em+massa+pode+mudar+o+seu+negocio

 

Ha algum tempo ouço Romeo Busarello, diretor da Tecnisa falar que lá eles tem um “vagabundo”.

A brincadeira se refere ao fato de que outros profissionais da empresa têm a impressão de que o gerente de mídias sociais da empresa, Beto Aloureiro, passa o dia numa boa, apenas navegando no Facebook, Orkut, Twitter e afins.  Fica “sem fazer nada de produtivo” o dia todo.

Talvez este exemplo mostre o quanto as empresas estão despreparadas para as redes sociais, mesmo que entendam a necessidade de estarem presentes e quererem utilizá-las para valorizar suas marcar – e não nos enganemos – vender mais. Mais do que propaganda, uma atuação consciente nas mídias sociais é uma resolução estratégica para as empresas.

Lembro-me de que, quando comecei com a internet, em 1995, a maioria das empresas queria “estar na rede”, mas não sabia nem como, nem o que colocar. Navegar pelos sites das empresas na época era encontrar fotos dos presidentes, catálogos online, bonequinhos animados dizendo que as áreas dos sites estavam em construção e coisas assim.

Foi preciso alguns anos e muito investimento – de tempo e dinheiro – para que as empresas começassem a entender que, mais do que estar na rede, é preciso interagir com quem visita o site. Este novo meio de comunicação impactou diversas áreas das empresas e fez com que a forma como nos comunicamos com os clientes fossem repensadas.

Em 2002/2003 quando comecei com a área de vendas online da Cyrela Incorporadora, ouvia muita coisa do tipo: “ninguém vai comprar imóveis pela internet”. Alguns meses depois vendemos a cobertura de um prédio de alto padrão nos Jardins, em São Paulo, em que o cliente, que morava nos EUA, veio apenas para assinar o contrato.

Hoje, é unanimidade que a grande mídia para o mercado imobiliário é a internet e, mais do que a forma de comunicação predileta dos clientes, é a mais barata para as empresas.

Voltando a falar de mídias sociais, na Frias Neto (imobiliária em que trabalho), fechamos no mês passado uma locação em que o primeiro contato foi pelo Twitter. Mérito da área de marketing da empresa e da corretora online Daniele, que identificaram a necessidade da cliente, fizeram a indicação dos imóveis pelo próprio Twitter e agendaram as visitas. Veja matéria no blog da Frias Neto: http://friasneto.wordpress.com/2011/03/01/frias-neto-usa-midias-sociais-para-atendimento-a-clientes/

O perfil da cliente? Geração Y!

Talvez você até me diga: “Mas é uma pequena fatia da população que pertence a esta geração e, muitas vezes, não tem potencial para compra de imóveis.” O mesmo que se pensava sobre quem acessava a internet há alguns anos e que – podemos notar – estava errado.

De qualquer forma, o impacto das redes sociais nas empresas parece ser irreversível e as que conseguirem transitar nas redes, sem ser invasivo, mas construindo sua marca e oferecendo serviços diferenciados,  estarão sempre um passo à frente do seus concorrentes.

Para finalizar o assunto do “vagabundo” da Tecnisa, veja abaixo um info gráfico interessante, publicado pela Social Cast sobre o dia-a-dia de um profissional especializado na gestão de mídias sociais.

Guarde este nome, ou tente pronuncia-lo corretamente: Quora!

Trata-se de uma rede diferente, que nem é social nem microblog, mas é um lugar para encontrar não apenas pessoas, mas conversas interessantes. Auto-definido como “uma coleção continuamente melhorada de perguntas e respostas, criadas, editas e organizadas por quem quer que use”.

Segundo comentários, será uma fonte de conhecimento acumulativa, quase no estilo FAQ. Nele você não segue pessoas, mas assuntos. Mais um para competir pelo nosso tempo nada ocioso, com o Facebook, Twitter a afins.

Quer testar? vá em http://www.quora.com e… fique decepcionado!

Entrar? Só com convite e postar só em inglês, pois a equipe do Quora puxa a orelha de quem faz ou responde perguntar em outros idiomas.

Veja comentário em: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/01/12/quora-adverte-quem-nao-escreve-em-ingles-923487778.asp

Quer saber porque você deve participar do Quora? Veja esta matéria muito legal do Rafael Gomes: http://www.midiatismo.com.br/2011/01/por-que-voce-deve-conhecer-o-quora.html

ou estes vídeos do seu funcionamento:

Alguém distribui convites?

“O mundo passa por grandes mudanças”. Esta frase pode servir para qualquer país, em qualquer época de sua história, afinal sempre há mudanças e elas sempre existirão. Pesquisando a história de civilizações como a hebraica, romana e grega, vemos que nos campos econômico, social e político todas viveram transformações e momentos de turbulência e abundância.

Se as mudanças são realidade, talvez o grande fator que diferem as mudanças atuais das de alguns séculos, décadas ou mesmo anos, é a velocidade em que acontecem. A sensação é que são rápidas, de grandes proporções e ininterruptas. Inevitavelmente temos problemas para acompanhá-las.

A cultura organizacional das empresas não poderia deixar de ser atingida por esse tsunami de forma constante e impactante, não deixando que administradores descansem sem ler e reler tendências e desdobramentos internos das mesmas, muitas vezes sem ter a menor idéia do que fazer.

A Internet, com a mudança na forma como a comunicação se propaga, foi um dos vetores dessa transformação, atingindo diversas áreas, mas principalmente a de vendas – entendida como o coração da empresa.

Até por conta de todas essas mudanças, diferente do que ocorria há alguns anos, hoje, o papel da força de vendas é muito mais amplo. Além de todo o conhecimento da cultura organizacional, dos produtos e das estratégias e planejamento de vendas, é responsável pela análise de possibilidades e troca informações diretamente com a área de marketing.

Essas trocas têm que ser cada vez mais constantes e com muita sinergia. É importante que a força de vendas dê feedback imediato e participe das estratégias de busca de novos mercados, posicionamento de produtos e marcas, gestão de carteiras, CRM e fidelização de clientes.

O gestor de vendas, antes visto como um cobrador de resultados, se torna cada vez mais um estrategista, preocupado não só como o resultado numérico das vendas e alcance das metas, mas com o crescimento sustentável de toda operação, acompanhamento de concorrentes, desenvolvimento da equipe e formação de novos líderes.

Muito além do objetivo principal – a venda – a Força de Vendas hoje é peça estratégica e um dos ativos mais importantes da empresa, pois a energia gasta na formação de uma equipe coesa, bem treinada, responsável, que tenha metas bem definidas, conheça bem a empresa e os produtos e que busque o crescimento constante é tamanha que nenhuma empresa consegue se dar ao luxo de perdê-la – ao mesmo tempo que esta tem que estar sempre em desenvolvimento.

Cada equipe é única, já que as experiências e formações das pessoas são diversas e esta só consegue realmente se tornar equipe quando conseguimos harmonizar tudo isso, focando os resultados e agindo dentro da cultura organizacional.

Talvez por sua característica orgânica, seja tão difícil replicar ou copiar equipes de vendas e formas de atuação.

Quanto a pergunta título deste texto, algumas equipes de vendas responderiam “5 limões”, outras que “depende do tipo do limão que o cliente prefere”, outras definiriam as quantidades por tamanho e tipo e as mais rápidas diriam “ não importa, tenho um pó de limão que basta misturar na água e ainda é mais fácil de transportar e guardar”.

Qual a resposta certa? Todas! Por isso as equipes são únicas, difíceis de copiar e de suma importância para as empresas.

Marco Marcelino (http://www.meadiciona.com/marcomarcelino)

 

Muito se tem falado sobre  o necessidade de estarmos nas redes sociais, mas pouca é a apuração deste impacto nas vendas das empresas. Na notícia abaixo, começamos a ter alguns parâmetros, apesar da quantidade de entrevistados não ser tão grande.

Fonte: Exame.com

São Paulo – Pesquisa do Ibope realizada com 8.561 internautas de onze regiões metropolitanas do país revelou que as redes sociais, como Twitter e Facebook, influenciam na decisão de compra de 25% dos internautas.

Esses números sobem quando o assunto é o Rio de Janeiro, onde as redes influenciam 33% dos brasileiros que usam a web.

Os dados apontam ainda que 83% dos entrevistados compartilham conteúdo nas redes; 44% avaliam, comentam e participam; 10% editam, moderam e influenciam e 96% leem, ouvem e assistem.

Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/twitter-e-facebook-influenciam-na-decisao-de-compra-de-25-dos-internautas

O homem é um animal insatisfeito. Isso é fato! Essa é uma grande vantagem e um dos problemas da nossa natureza.

Vantagem pois faz com que busquemos sempre evoluir, criar coisas novas, rever o que temos e acertar as arestas que não estão corretas. O problema está no fato de muitas vezes não valorizarmos o que já temos, colocando em primeiro lugar o que supostamente iremos ter algum dia.

E isso tem tudo haver com corretagem – principalmente quando falamos das tão comentadas e desejadas equipes on-line – para o bem e para o mal.

Vivemos um momento de transição dentro do mercado imobiliário – talvez em vários mercados – em busca de um novo modelo de comunicação e atendimento aos clientes. Esse momento não é novo, começou a pouco mais de dez anos, quando as primeiras equipes de corretor on-line surgiram nos grandes incorporadores.

Nesta época, em que as houses (empresas internas de vendas dos incorporadores) começaram a despontar, as empresas queriam um canal para atender diretamente os clientes, sem necessitar da imobiliária para este atendimento. Esta resolução surgiu não só por causa da necessidade de melhorar os lucros, mas também pelo fato das imobiliárias não estarem prontas para esse novo desafio que é o online.

O resultado foi melhor do que se esperava e vimos despontar equipes de corretores na Gafisa, Tecnisa e Cyrela (onde eu estava na época, criando a primeira equipe de corretores on-line da empresa). Nos anos seguintes, vimos o fortalecimento e desenho desta atividade dentro das áreas de vendas de vários incorporadores e, invariavelmente, dentro das imobiliárias – que aliás, não podiam ficar para trás.

Tenho implantado ou criado novas equipes on-line deste o início da década passada, em empresas como Cyrela, Frema Brasil Brokers, Patrimóvel Rio e Frias Neto (em Piracicaba – onde estou hoje) e em todas, os projetos foram bem-sucedidos, devido, principalmente, a alguns fatos:

1) o cliente quer decidir como, quando e por quem quer ser atendido;

2) ninguém tem tempo a perder para ficar rodando de carro e vendo plantões de vendas que parecem não ter fim;

3) os clientes preferem começar os relacionamentos com os corretores de uma forma menos formal e comprometida do que pessoalmente – principalmente por causa de corretores que “malham” clientes, sem nenhum discernimento;

4) a internet é uma realidade que alcança uma camada muito grande da sociedade e tem crescido cada vez mais, chegando com muita força a todas as classes sociais;

5) a tecnologia permite que façamos mais coisas, de forma mais assertiva e que possamos nos preparar para tornar o atendimento pessoal uma experiência enriquecedora e desafiante;

6) a quantidade e a qualidade de informações disponíveis na internet é exponencialmente maior do que em qualquer outro meio. Fotos, vídeos, textos, comentários, críticas, são facilmente encontradas e disseminadas;

7) podemos trabalhar a comunicação na internet de forma ampla e ao mesmo tempo tratarmos os prospects e clientes que reagem de forma individualizada;

8) quando se fala de internet, o cliente sempre quer mais do que pode encontrar em outros meios – e o corretor on-line normalmente tem ferramentas para isso;

9)  enquanto jornais, revistas, outdoors, folhetos e outras mídias off-line tiveram uma redução muito grande em seus resultados, a mídia on-line só cresce a cada dia;

10) com um pouco de domínio de tecnologia, podemos medir os resultados de retorno de investimento de mídia de uma forma que nenhum outro meio consegue;

11) toda iniciativa de criação de equipes on-line conta com um ponto muito forte de atração: o corretor.

Hoje tenho a certeza de que poucos clientes conseguem fazer um bom negócio imobiliário sem a ajuda de um profissional qualificado. É quase como se automedicar: todos acham que conseguem e que entendem, mas penam até verem os resultados que querem e, muitas vezes, recorrerem a um profissional depois sai bem mais caro do que se tivessem ido inicialmente.

O corretor on-line precisa dominar a tecnologia para atendimento e conquista dos clientes; entender de gestão de carteiras, para administrar suspects, prospects e clientes, que tendem a se acumular rapidamente; fazer uma ótima gestão de tempo para conseguir atender todos os clientes – tanto vendedores como compradores – pela internet, telefone e pessoalmente; saber se relacionar com os outros profissionais – afinal, ninguém cresce sozinho.

Além de tudo isso, é necessário estar inserido nas redes sociais e transitar naturalmente neste meio de comunicação. Twitter, Blogs, Facebook, Linkedin têm que ser ferramentas do dia-a-dia desses profissionais.

Acredito que a criação de equipes de vendas on-line faz parte da evolução das equipes de vendas de imóveis. Não que outros corretores sejam melhores ou piores do que estes, mas por que conseguimos resultados acima da média apenas quando focamos nossas energias de forma clara e organizada.

É importante entender que um corretor on-line acaba gastando ainda mais energia do que corretores que atuam em outras frentes, pela necessidade de agilidade, informações completas, atualizadas e fáceis de serem acessadas, além de todas as outras atividades e características inerentes à profissão.

Por outro lado, as equipes de vendas on-line ainda têm muito que evoluir, tanto em ferramentas como em conhecimento. Mas sinceramente, creio que estão caminhando a passos largos para esta evolução, ao ponto que a cultura on-line alcance todos os profissionais de vendas de imóveis – não com tanto foco quanto os corretores de equipes exclusivamente on-line, mas de forma a força-los a repensar muitas coisas.

Por fim, já que estamos sempre insatisfeitos com o que temos, devo dizer que  a maioria das empresas – grandes, médias ou pequenas – não está 100% preparada para ter um atendimento on-line focado em vendas pela falta de equipamentos, banda, políticas claras de gestão de clientes, insegurança gerada pelo “novo”, processos claros, falta de informação e de entendimento do papel da equipe de vendas, entre outros fatores.

Para superar esses desafios é necessário o comprometimento do corpo diretor e gestores da empresa, ousadia para buscar e formar profissionais de vendas que tenham disposição para o trabalho on-line, coragem para enfrentar as barreiras internas para implantação e perseverança para vencer os desafios e buscar resultados.

Com ética e respeito e muito empenho, podemos conseguir muito mais do que imaginamos!

Marco Marcelino (http://www.meadiciona.com/marcomarcelino)

Muito se fala sobre inovação, colaboração e a necessidade de estarmos atentos às mudanças. Em um mundo louco e ágil como o nosso, será que isso é realmente possível?

Talvez um modo de analisarmos a necessidade de colaboração é imaginarmos o quanto podemos fazer sozinhos. Quanto você consegue assimilar de tudo o que vê? Quantos clientes você consegue atender com total atenção e disponibilidade? Quanto dos produtos que vende você consegue ter total conhecimento? Você consegue estar em dois lugares ao mesmo tempo?

Parece até brincadeira, mas muitos profissionais pensam – ou agem como super-heróis e acabam tendo uma performance abaixo do que poderiam ter. Ficam isolados, olhando para seu próprio umbigo e imaginando que o mundo conspira contra eles.

Infelizmente, a colaboração na área de vendas é um tabu – que precisa ser quebrado. Falando especificamente do mercado imobiliário, em que os ganhos individuais são altos, parece que a dificuldade é maior ainda. Vemos muitas equipes em que a competição beira o canibalismo, o que acaba criando profissionais extremamente individualistas e equipes sem sinergia.

Enquanto algumas áreas, como a de tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e conhecimento quebraram paradigmas e se abriram para o mundo, aproveitando principalmente as ferramentas de colaboração on-line, outras, salvo raras exceções, teimam em querer continuar atuando como a 20 anos atrás.

“Mas isso é entregar o ouro para o bandido” – alguns dizem. Mas será que, aprimorando as estratégias em conjunto, não teremos como diferencial a execução e desenvolvimento destas estratégias? Não seria muito mais produtivo?

Quando foi a última reunião de vendas que você participou em que todos falaram o que pensavam, deram opiniões e idéias sem pensar no proveito próprio e repartiram estratégias que ajudaram o grupo como um todo?

Felizmente já participei de algumas reuniões desse tipo e posso dizer: quando um mais um é mais do que apenas dois, o comprometimento cresce e os clientes se multiplicam. Empresas, colaboradores e gestores ganham e o lucro cresce.

Duvida? Basta ter coragem de provar!

Marco Marcelino

primeira reação do americano Evan Williams é a de um certo desapontamento ao saber que o Rio de Janeiro acabara de ser escolhido para ser a sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Mas, logo em seguida, o fundador do serviço de microblogging e rede social Twitter abre um largo sorriso. ” Você sabia que eu já estive uma vez no Brasil, quando ainda estava à frente do Blogger? ”

O Blogger, para quem não sabe, foi uma das primeiras ferramentas de publicação de blogs, lançada em 1999 por Williams e vendida em 2003 para o Google. Assim como o Twitter, fez um tremendo sucesso e ajudou a popularizar os blogs.

O sorriso escancarado de Williams ao falar de Brasil tem uma razão. O país está entre os cinco primeiros na lista dos maiores usuários do Twitter.

A expansão do negócio tem sido tão forte no país que o Twitter decidiu traduzir seu serviço para o português, a começar pela tradicional pergunta ” What are you doing? ” (O que você está fazendo?).

Hoje, o serviço – originalmente em inglês – está traduzido para apenas uma língua, o japonês, embora 60% dos usuários estejam fora dos Estados Unidos.

A tradução para o português deverá estar pronta até o início do ano que vem, adiantou Williams ao Valor na sexta-feira, logo após uma apresentação para um público de cerca de 700 pessoas (a maioria, jornalistas) no congresso da Online News Association (ONA), em São Francisco, nos Estados Unidos.

No palco do congresso, Williams surpreendeu a plateia ao anunciar que o Twitter irá lançar em breve uma nova ferramenta: a possibilidade de os usuários criarem listas com nomes de outras pessoas que ” twitam ” (têm páginas no Twitter).

Um usuário poderá criar várias listas: uma com celebridades, amigos, colegas de trabalho etc. Por default, essas listas serão públicas (embora haja a opção de se tornarem privadas) e os seguidores de um usuário poderão ver as listas criadas por ele. O objetivo é aumentar ainda mais a interatividade e organizar melhor o conteúdo do Twitter.

Na platéia, enquanto Williams apresentava a novidade, o ” tap tap tap ” dos laptops não parava um segundo. Boa parte das pessoas estava justamente ” twitando ” ou colocando mensagens em sua página no Twitter.

O acesso à internet durante a apresentação de Williams foi tão grande que a rede sem fio do Hilton Hotel não deu conta do recado. E mesmo a página do Twitter, em alguns momentos, ficou sobrecarregada.

Mas a frase mais comentada de Williams no Twitter não foi a de seu anúncio do lançamento das listas. Foi a de que o Twitter ” is even making less money than newspapers ” – o Twitter está fazendo ainda menos dinheiro do que os jornais, em uma tradução livre. Ele se referia a uma provocação feita pela apresentadora, no congresso da Online News Association (ONA), de que o valor alcançado pelo Twitter e o interesse dos investidores no negócio deixavam os jornalistas ” com inveja ” .

O Twitter está em fase de captação de recursos, que deverá elevar o valor da empresa a US$ 1 bilhão, embora ele não dê um único centavo de lucro hoje.

Em fevereiro, a companhia valia US$ 250 milhões. Williams diz que vê várias alternativas de tornar o Twitter lucrativo, especialmente quando se observa que muitas empresas estão aumentando sua produtividade e ganhando dinheiro com o serviço. ” Mas, por enquanto, nosso foco é desenvolver todo o potencial do Twitter, agregar valor à companhia e aos serviços e só depois definir como cobrar por isso ” , diz Williams (no Twitter, @ev), acrescentando que para a construção de um negócio seria necessária a duplicação do número de funcionários. Hoje, ele emprega 80 pessoas.

(Raquel Balarin | Valor)

Em minhas constantes buscas pelo “sistema perfeito”, instalei o Ubuntu 9.04 no netbook da Six. A instalação foi um parto, pois a configuração de boot por cartão de memória não queria funcionar de jeito nenhum.

Primeiro copiei o conteúdo do cd para o cartão – sem sucesso na instalação, apesar do sistema reconhecer o hardware e abrir a opção para boot pelo cartão.

Buscando soluções na internet – como sempre – encontrei o criado de usb iniciável, que já vem com o sistema e é prático e rápido. Depois de alguns minutos já estava com meu cartão SD prontinho (é claro que fiz tudo isso em um outro micro, com leitor de cd).

Durante a instação, acabei matando o Windows 7 instalado (propositadamente) e dividi o hd em 2, um com o sistema propriamente dito e outro com o /home (local onde o linux armazena os arquivos de usuários).

Após instalado, fui para a atualização do sistema e percebi que esta versão do Ubuntu faz menos downloads de instalação do que as versões anteriores, o que representa um ganho de tempo.

Todo o hadware foi reconhecido sem problemas, inclusive o bluetooth, que parecia não funcionar tão bem no Window7.

A gama de aplicativos também melhorou, contando com as últimas versões dos principais softwares para Linux (Gimp, OpenOffice, Firefox etc).

Um único senão, que ainda não consegui avaliar bem, é que parece que a bateria está durando mens do que antes, mas preciso fazer essa análise com mais cuidado.

Em breve vou publicar os softwares mais usados e que mais tenho gostado.

A rota de colisão em que portais e canais de TV se colocaram na internet pelas parcerias dos primeiros por conteúdo e pelos investimentos dos segundos em tecnologias conta ainda com um terceiro participante: o usuário.

A partir do momento em que os antigos espectadores usufruem a capacidade de criar canais e transmitir conteúdos (sejam eles próprios ou alheios), a crescente integração entre TV e internet no Brasil sofre os impactos da participação do usuário na distribuição de vídeos.

Ainda que canais de TV se movimentem para reaproveitar na web o conteúdo exibido em sua programação, eventualmente com transmissões ao vivo pela internet (como é o caso de Rede TV! e Globo News), ainda há conteúdos distantes dos domínios online que interessam aos usuários. O principal deles é o futebol.

Beneficiados por serviços de transmissão ao vivo de vídeo (notoriamente o Justin.TV), espectadores criam canais em que transmissões tradicionalmente fechadas, para que os canais lucrem da compra de pacotes pelos torcedores, são distribuídas e consumidas livremente na rede.

Não é difícil encontrar canais do tipo, que carregam nomes dos times cujas torcidas representam. Palmeiras, Santos, São Paulo, Flamengo, Cruzeiro, Atlético Mineiro e Botafogo estão entre as agremiações cujas partidas são reproduzidas na internet por torcedores que captam o sinal da TV (aberta ou fechada) por placas de captura no PC.

Agregadores de partidas
Ao redor desses perfis se formaram agregadores que organizam as transmissões e indicam em quais canais determinadas partidas estão sendo exibidas, como é o caso do NaTrave.Tk, do ehgol.tk, do TV Zuca e do Brasileirão na Net.

Uma grade indica jogos em andamento, as próximas partidas e competições sem relação com futebol, além de apontar links para filmes na íntegra e a retransmissão (também ao vivo) de canais de TV.

A divulgação dos links para as transmissões (nem todas são registrados pelos agregadores) invade redes sociais e serviços como o Twitter quando se aproxima o início das partidas.

Na rodada deste domingo (27/9), o IDG Now! fez o teste: nas comunidades de times como São Paulo, Corinthians, Flamengo e Santos no Orkut, tópicos próprios eram usados para indicar transmissões (de TV ou rádio), criticadas e enaltecidas ou com alternativas sugeridas ali mesmo por torcedores.

No Twitter, buscas pelo nome de time e termos como “transmissão”, “ao vivo” ou “Justin.TV” devolvia resultados em que, na maioria das vezes, o jogo foi reproduzido com um pequeno atraso em relação à TV.

O aumento na procura (e a subsequente queda na qualidade das transmissões) fez com que alguns torcedores se juntassem e criassem grupos fechados com canais próprios disponíveis apenas mediante senha. A exigência de senha “filtra o número de torcedores e garante a qualidade do jogo”, defende Ronaldo*, mediador de grupo dedicado a um time paulista

Além de ter apelo entre aqueles que trabalham no horário da rodada, ver jogos pela internet (e aguentar os potenciais travamentos ou a qualidade bem abaixo da disponível na TV a cabo) é cômodo também aos torcedores cujos times têm partidas renegadas aos canais pagos.

É o caso do engenheiro Cristiano*, torcedor do Santos. Em rodadas em que nem emissoras de TV a cabo transmitem partidas do time, ele encontra canais no Justin.TV com os jogos do Santos e conecta seu laptop à sua televisão para assisti-los. A “qualidade sofrível” em alguns casos e engasgos da conexão, ainda assim, compensam pelo fato de não representarem gastos com os canais pagos, chamados no setor de “pay per view”.

By IDG Now

Veja matéria completa: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/29/usuarios-driblam-canais-de-tv-e-popularizam-transmissao-de-futebol-na-web/

Segundo um estudo apresentado pela empresa de consultoria e pesquisa Digital Jobs nesta quina-feira em Paris, as empresas de recrutamento vão aumentar o uso de redes sociais digitais nos próximos anos. 

Os pesquisadores entrevistaram diretores de RH e funcionários de grandes e médias empresas e descobriram que hoje 82% deles acreditam que as redes sociais são uma maneira eficaz de encontrar emprego. No entanto, apenas 5% efetivamente foram contratados por intermédio das redes. A pesquisa aponta ainda que esse percentural deve aumentar para 20% até 2011.

O estudo também revela que 92% dos profissionais qualificados estão presentes nas redes sociais e 25% desses utilizam os recursos pelo menos uma vez ao dia. Isso, no entanto, não é sinônimo de bom uso. Apenas 14% das companhias participantes da pesquisa têm um código de conduta estabelecido para o uso dessas ferramentas virtuais. No entanto, o RH e os empregados são unânimes: querem ter um código de uso para proteger a imagem e estratégias de negócios das emresas e a vida privada dos trabalhadores.

Fonte: REvista Você SA

No mesmo dia em que a MSI brasileira demonstrou notebooks ultra-finos e um PC tudo em um, a matriz em Taiwan anunciou o “braço ecológico” de sua linha U100 de netbooks. Com tela LED de menor consumo e uma bateria mais robusta, autonomia é recorde.

Netbooks são a representação da mobilidade, a liberdade no acesso à internet em qualquer lugar, sem fios, inclusive os da tomada. Por isso, é muito bem vindo o anúncio do mais novo netbook da MSI, o Wind U110 Eco.

Segundo o fabricante, seu netbook é equipado com uma bateria cuja autonomia ultrapassa as 13 horas, podendo chegar a 15, o que é um recorde absoluto em portáteis. A autonomia média de bateria de um netbook dos concorrentes é de três horas e meia. Mesmo notebooks topo de linha, como os MacBook Pro da Apple, não aguentam mais do que oito horas.

A MSI conseguiu atingir esta marca através da combinação de uma bateria estendida com nove células, além de um novo processador Intel Atom Z530 (com consumo menor que o Atom N270 normalmente usado em portáteis) e uma tela com iluminação LED, o que reduz o consumo (e melhora as cores) em comparação à iluminação tradicional com lâmpadas fluorescentes. O menor consumo faz juz ao adjetivo “Eco”, embora grande parte da grande autonomia deva-se mesmo à bateria.

O preço sugerido pelo MSI Windo U110 Eco é de US$ 430, nos EUA. Ainda não há informações sobre a venda no Brasil.

WASHINGTON (Reuters) – A principal agência reguladora dos Estados Unidos para o setor de comunicação revelou nesta segunda-feira novas propostas para assegurar que operadoras de Internet não façam descriminação de conteúdo na Web. A medida tem o apoio de grupos de defesa do consumidor, mas pode ser má notícia para as principais provedoras dos EUA.

Sob as novas regras propostas pelo presidente da Federal Communications Commission, Julius Genachowski, as provedoras não poderão discriminar no tratamento, em suas redes, dado ao conteúdo ou a aplicativos distribuídos na Internet, e teriam ainda que ser transparentes em relação às suas práticas de gerenciamento das redes.

Defensores da imparcialidade na Internet afirmam que as provedoras devem ser impedidas de bloquear ou diminuir a velocidade da conexão em decorrência do tipo de conteúdo sendo enviado ou baixado.

O conceito, conhecido como neutralidade de rede, gera polêmica entre empresas de Internet como o Google e provedoras de banda larga como AT&T, Verizon Communications e Comcast, que se opõem às novas regras para administração de redes.

“Hoje, não podemos imaginar nossas vidas sem a Internet –do mesmo jeito que não conseguimos imaginar a vida sem água encanada e sem a lâmpada”, disse Genachowski em seu primeiro grande discurso sobre políticas no Brookings Institution, um centro de estudos de políticas públicas.

Mas as provedoras afirmam que o crescente volume de serviços que usam uma fatia grande da conexão –como no caso de vídeos na Web– exigem um gerenciamento contínuo das redes, e algumas argumentam que neutralidade de rede poderia impedir a inovação.

O porta-voz da AT&T Michael Coe disse que a empresa iria analisar as novas propostas antes de comentar. Já o porta-voz da Verizon David Fish afirmou que sua empresa deve comentar as propostas ainda hoje. A Comcast também disse não ter comentário.

As regras, que se aplicariam tanto a serviços de Internet sem fio quanto a cabo, serão propostas formalmente durante reunião aberta em outubro. Genachowski, que é do Partido Democrata, preside a comissão junto com dois outros democratas e mais dois republicanos.

(Reportagem adicional de Sinead Carew em Nova York)

Fonte Uol Tecnologia

A Microsoft começou a testar desde a última quinta-feira (17/9) o Office Web Apps, primeira demonstração pública do serviço que levará para dentro do navegador ferramentas disponíveis no pacote corporativo Office.

Chamado de “preview técnico” e fechado a convidados, o Office Web Apps estará disponível no Windows Live por meio de uma aba especial chamada “Documents”, afirmou a companhia, dizendo que “centenas de milhares” de usuários foram convidados a testar o serviço.

São três aplicativos disponíveis online apenas em inglês e japonês: Word Web App, Excel Web App e PowerPoint Web App.

Em julho, a Microsoft anunciou que as aplicações online estariam disponíveis gratuitamente no Windows Live e a funcionários de empresas que contratam o programa corporativo Office Software Assurance.

O diretor do programa para Office Web Apps, Nick Simons, classificou as funcionalidades do software como “modestas” em post no blog da empresa.

Inicialmente, convidados não poderão editar pela web documentos do Word, ainda que possam criar, reproduzir e editar planilhas do Excel e apresentações do PowerPoint. O programa de anotação OneNote também será adicionado à plataforma online, diz ele.

Tanto Simons como o diretor de marketing para Office da Microsoft, Michael Schultz, atrelam a sofisticação do Office Web Apps com a proximidade de lançamento do Office 2010.

A empresa ainda não definiu quando a nova versão do pacote chega às lojas, adiantando apenas que será no primeiro semestre do próximo ano. Cópias da versão de testes do Office 2010 já vazaram na internet.

O Office Web Apps funciona nos navegadores Internet Explorer 7 e 8, da própria Microsoft, no Firefox 3.5, da Mozilla, e no Safari 4.0, da Apple.

Por mais que esteja apoiada no sucesso do pacote corporativo Office, a entrada da Microsoft em serviços online de produtividade enfrentará a concorrência do Google, com seu serviço Docs, e empresas menores, como a Zoho.

Para se preparar melhor contra a Microsoft, o Google adicionou suporte a arquivos criados pelo Office nas ferramentas de edição de textos, planilhas e apresentações do Docs.

Usuários interessados podem acrescentar seus nomes à lista de notificação que a Microsoft oferece no seu site do Office 2010.

Fonte: Computerworld/EUA

O Google anunciou que nas próximas semanas começará a indexar o conteúdo de documentos públicos hospedados no seu serviço online de produtividade, o Google Docs.

Em anúncio publicado no fórum de ajuda do Google Docs, uma funcionária da empresa chamada Marie F. afirma que nas próximas duas semanas textos, planilhas e apresentações disponíveis para qualquer usuário poderão fazer parte do índex de Google, Yahoo, Bing e outros buscadores.

Segundo o comunicado, apenas documentos publicados como páginas online ou que têm a opção de integração por meio de códigos disponível poderão ser encontrados pelos buscadores.

Arquivos sigilosos ou publicados, mas encontrados apenas por usuários que têm o link, não serão encontrados, lidos e nem integrados ao índex dos buscadores.

O anúncio do Google acontece na mesma semana em que a Microsoft começa a testar a versão online do popular pacote de produtividade Office, o Office Web Apps.

Ainda sem data para chegar ao mercado, o serviço, ainda fechado a convidados, permitirá que documentos do Word, Excel e PowerPoint sejam editados e compartilhados online.

O principal rival do Office Web Apps será o Google Docs, tanto pelas ferramentas oferecidas a usuários e empresas como pela penetração do serviço do buscador – pesquisa da consultoria IDC mostra que o Docs está presente em um quinto das empresas nos Estados Unidos

Fonte: IDG Now

Adquiri nesta semana uma nova maquinha – pequena no tamanho mas com ótima performance, já começo dizendo – um netbook da Six.

Estava cansado do ótimo – mas pesado – notebook Latitude D520 da Dell e a algumas semanas estava pesquisando um netbook.

Precisava de uma máquina não muito básica e que pudesse ser utilizada bem no dia-a-dia sem grandes traumas e o transtorno de carregar um note pesado e que sempre ocupa muito espaço em mesas de reunião e palestras.

Além disso, queria uma bateria para algo entre 3 e 4 horas e um hd maior do que tinha no Dell (40 gb).

Pesquisei bastante, quase comprei um notebook de 12 pol (na verdade comprei, mas o submarino não tinha para entregar), fui a Santa Ifigênia e vi dezenas de máquinas acompanhadas de comentários do tipo “netbook é para quem só acessa internet”, “compre um notebook de verdade”, “ você não vai gostar dessa máquina”.

Minha primeira escolha foi um Netbook da Acer de 11,6 pol, lindo e fininho. Mas fiquei com medo do processador Atom Z520 que vinha máquina e dos comentários da lentidão que vi na internet.

A opção então seriam máquinas com Atom N270 ou N280. Buscava também 2gb de RAM e um hd no mínimo de 160gb.

Como tinha visto algumas máquinas no Carrefour, quando estive na tortura de compras mensais, voltei para ver e segue a máquina que escolhi:

computadores_netbook_windows

Preço bom, bem parcelado e foi pra sacola. Apesar de nunca ter ouvido falar na marca, acabei arriscando e, até agora, tudo bem.

O único problema foi ter visto com o Windows Vista, que ontem mesmo substitui pelo Windows 7.

Aliás, quem diz que o Windows 7 não roda nestas maquininhas talvez nunca tenha tentado instalar. A instalação foi relativamente tranquila (descompactei a imagem do sistema no note, utilizando o Alcohol 120% – ótimo programa trial – copiei no hd externo e atualizei o Vista).

Não dá para comparar a performance com a de um Core 2 Duo, mas, para mim, até agora tem resolvido o problema.

A tela de 10 pol também é pequena, mas a qualidade acaba compensando um pouco pois a nitidez é ótima. A única decepção tem sido a bateria, que deveria durar umas 4 horas, mas não passou de 2h30 até agora.

Por enquanto, instalei apenas o office e alguns aplicativos básicos – além de trazer todos os meus arquivos para cá.  Os próximos serão Dreamweaver e Photoshop (o grande teste da máquina).

Vou postando aqui conforme for instalando mais aplicativos e utilizando no dia-a-dia.

A Microsoft apresentou, em evento em San Francisco, testes que apontam o Windows 7 como um sistema capaz de gerenciar melhor o consumo de energia do que o Vista.

Para ilustrar o estudo, a companhia mostrou laptops idênticos rodando os mesmos DVDs de filmes longa metragem. Nas máquinas com Windows 7, a bateria durou até 20% mais em comparação a máquinas com o Vista.

Segundo a Microsoft, os ganhos de economia de energia giram entre 10% e 20% na comparação entre máquinas com Windows 7 e Windows Vista.

A companhia, no entanto, explicou que o nível de economia varia caso a caso e que o consumo de energia depende de muitos fatores, mas ressaltou que, de um modo geral, o Windows 7 leva vantagem significativa sobre o Vista.

O menor consumo é registrado já a partir do boot da máquina, que é mais rápido no Windows 7, diz a Microsoft. Os testes exibidos pela fabricante de software foram realizados em parceria com a Intel, que atestou o menor consumo de energia do Windows 7 em várias situações, como executar vídeos, navegar na internet e usar aplicativos de produtividade, como planilhas de texto e cálculo.

Além de dar maior autonomia a usuários que assistem um filme num voo longo, por exemplo, a Microsoft espera responder às pressões ambientais por aplicações que demandem menos energia.

Fonte: Info Online

Se realmente isso se confirmar, temos mais um motivo para os novos Netbooks virem com Windows 7.

Hoje já vemos o uso do Vista Basic em alguns modelos. Um sistema lento, chato e gastão de energia. Vi diversos posts na internet de usuários que tem instalado o Windows 7 RC nestas máquinas com ganhos de performance.

Será que finalmente teremos um sistema da MS que vale a pena ser instalado?

A licença de upgrade do Windows 7 Professional custa 397 reais, mesmo preço do Vista Business.

O preço é da lista de preços de produtos para empresas da Microsoft, que é distribuída mensalmente às revendas. Na lista de setembro, o Windows 7 comparece pela primeira vez, mas só na edição Professional, que sucede o atual Vista Business. Os valores publicados são de licenças para upgrade. Convertidos pela taxa de 1,83 real por dólar, ficam assim:

  • Normal (código FQC-02371) – 397 reais
  • Promocional (código FQC-02633) – 338 reais
  • Acadêmico (código FQC-02312) – 149 reais

As edições equivalentes do Vista não aparecem na lista de setembro. Para saber quanto custavam,  consultei a lista de agosto. O que pude constatar é que os preços normal e acadêmico do Windows 7 Professional são idênticos aos do Vista Business. Outra constatação é que os brasileiros vão pagar mais que os americanos pelo software. O preço normal no Brasil é 8% mais alto que o anunciado pela Microsoft nos Estados Unidos. Continuo aguardando os preços das demais edições do Windows 7, que já foram divulgados no exterior, mas não no Brasil.

Durante uma busca no Google em inglês pela palavra “pornography”, um funcionário do site TechCrunch –que pediu para permanecer anônimo– encontrou, como link patrocinado, o site de buscas concorrente Bing.

O Bing, lançado pela Microsoft em junho, já foi criticado logo na estreia pelo acesso direto a vídeos pornográficos.

“Uma coisa sobre o Bing realmente se destaca: pode ser o melhor buscador de pornografia já criado”, ironiza o TechCrunch. “Em conversas particulares, funcionários da Microsoft sempre disseram que o recurso de busca para pornografia era um subproduto não intencionado de uma boa pesquisa de vídeos”, relata o o site especializado em tecnologia, que afirma ter sempre duvidado se a “não intenção” era verdade.

No entanto, agora, com a descoberta de que o Bing anuncia no próprio concorrente Google com a palavra-chave “pornografia”, ficam eliminadas as intenções do Bing quanto ao assunto, observa o site. “Não há nada errado em ser uma boa ferramenta de busca pornográfica, em nossa opinião. E por não ir em frente e anunciar isso para o mundo?”

Fonte: Folha Online

A MSI planeja lançar um netbook touchscreen com a nova geração da plataforma Pine Trail Atom da Intel. De acordo com a MSI, o novo chipset Atom está planejado para ser oficialmente lançado na CES.

No entanto, a Intel ainda não bateu o martelo sobre o lançamento do Pine Trail, apenas mantendo que irá enviar os produtos aos clientes até o final do ano. A MSI espera ser a primeira a trazer netbooks Pine Trail ao mercado, incluindo o U150 de 10″ com Windows 7.

De qualquer modo, quanto antes ganharmos um novo Atom, melhor (tenha em mente que a próxima geração da popularíssima plataforma vai mesclar a CPU e o GPU no mesmo chip). De acordo com Andy Tung, da MSI, o Pine Trail está resultando em performance gráfica melhorada e ao menos 20% de melhoria no consumo de energia.

Ainda este mês a MSI vai lançar o Wind U210, de 12″, que, assim como o recente Gateway LT3100, usa a plataforma Yukon da AMD em vez da Atom. A MSI vai oferecê-lo em dois pacotes diferentes, incluindo um com Windows XP, 1GB de RAM e 160GB de disco rígido por US$ 379 e outro com Vista Premium por US$ 429.

Para aqueles, como eu, que esperam a melhora de performance dos Netbooks para ter o seu, talvez seja melhor esperar os novos lançamentos. Aqueles que não aguentarem, poderão buscar ótimas opções no mercado, a um preço bacana.

Para terem uma idéia, comparei o valor dos netbooks divulgados na revista Info do mês passado e vi que já podem ser encontrados até com 20% de desconto (o X11o da LG, que na revista está divulgado a R$ 1.599,00 já é encontrado a R$ 1.299,00). Quem não correr, não vende antes da chegada dos novos modelos.

Por falar em novos modelos, estive na Rua Santa Ifigênia na semana passada e conheci o novo netbook da Acer Aspire One 751 com tela de 11,2 e 2 GB de RAM. É simplesmente lindo. Pena que erraram no processador, colocando o mais fraquinho da família Atom.

Veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=OMJxbXGSB5U

Para quem quer rodam o Windows 7, mesmo que para as operações básicas, parece ser bem lento.