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O bom momento por que passa o mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos, e em especial o do estado do Rio de Janeiro, pode bem ser comprovado no acompanhamento dos números apresentados pelo Secovi-Rio. A entidade, que comemora 70 anos em 2012, tem um raio x completo de um segmento que reúne mais de 33 mil condomínios, 5.400 administradoras e imobiliárias, gerando 100 mil empregos diretos e R$ 1 bilhão em salários e encargos.

A disparada de preços verificada na cidade, nos últimos anos, em especial em 2010 e 2012, não pode ser atribuída unicamente a escolha do Rio de Janeiro como uma das cidades-sede da Copa do Mundo em 2014 e da Olimpíada em 2016. Segundo o presidente do Secovi-Rio, Pedro Wahmann, a alta acentuada de preços dos imóveis – mesmo em regiões em que tradicionalmente não se verificava tais saltos – pode ser explicada por uma conjugação de fatores que transformaram o Rio de Janeiro em foco de atenção no País e mesmo no exterior.

“O mercado imobiliário brasileiro e o do Rio, em particular, ficaram estagnados durante anos devido a uma série de injunções. A estabilidade econômica, o controle da inflação, o aumento do emprego e do salário, bem como os grandes projetos de infraestrutura e valorização urbana do Rio valorizaram as unidades, comerciais e residenciais, quer para venda, quer para locação. O que houve, na verdade, foi uma recomposição natural de mercado. Acredito que daqui para frente não veremos a explosão de preços verificada no ano passado, mas tenho certeza que, mesmo mais moderada, essa rentabilidade se manterá”, diz Wahmann.

O presidente do Secovi-Rio diz que a execução de obras, como o da recuperação da área portuária e do centro do Rio, com o projeto Porto Maravilha, a pacificação de comunidades, com a instalação das UPPs, e o andamento de grandes projetos viários – como o da recuperação do transporte ferroviário e a inclusão de novos como o BRT – passaram a valorizar áreas até então desvalorizadas, não só nas zonas Sul e Oeste, como no próprio Centro e na Zona Norte. “O Rio vive um momento virtuoso que atrai grandes empresas até mesmo do exterior devido a projetos como o do pré-sal, responsável pela vinda de empresas e profissionais especializados.”

Fonte: Jornal do Commercio, 01/10/2012

Um novo ano começa e vemos muitas profecias sobre o mercado imobiliário. Talvez o fato de estamos crescendo e atraindo cada vez mais investimentos, faça com que uma série de pessoas muito bem intencionadas mas que, algumas vezes, pouco conhecem do mercado imobiliário, venham dar sua opinião sobre o mesmo.

Neste ponto, e antes de refletir um pouco mais profundamente sobre o futuro do mercado em 2012 (se é que alguém pode verdadeiramente fazê-lo), gostaria de abrir um parênteses: quais são as qualificações para atuar – e falar sobre o mercado imobiliário?

Ha pouco mais de 10 anos, quando comecei a atuar neste mercado, havia uma impressão que o mercado era formado de pessoas que “não deram certo” em outras áreas e como tábua de salvação, buscaram esse mercado.

Devo confessar que sempre tive dificuldade para aceitar isso pois acredito que quando escolhemos fazer algo, nos esforçamos em fazê-lo muito bem feito. Então, me parece inaceitável que alguém não tenha nenhuma opção melhor e resolva vir para um mercado tão dinâmico, agressivo e que remunera tão bem seus vendedores.

Se tínhamos, na época, esse ponto, hoje temos um contraponto que devemos estar atentos: parece que todos agora são especialistas em mercado imobiliário e sabem exatamente o que deve ser feito. Os consultores pipocam por todos os lados. Alguns, como o pessoal da Laguna & Bauler, com muita competência. Outros, infelizmente, querem apenas aproveitar o bom momento que o mercado vive.

Assim, talvez devamos colocar que para falar bem sobre o mercado imobiliário, além de estarmos extremamente antenados com este, entendendo suas reações perante todas as crises que querem nos envolver e suas peculiaridades nacionais, regionais e locais, devemos tentar não advogar em causa própria. O que talvez seja um dos maiores desafios.

Por fim, ninguém é perfeito o bastante para acertar tudo e saber tudo. Por tanto, para entender e falar do mercado imobiliário, é necessário uma grande dose de humildade e vontade de ouvir, discutir e aprender.

Nos últimos anos, atuei nos mercados de São Paulo, Rio de Janeiro e Piracicaba e vejo que os mercados são tão afetados pelo regionalismo que muitas “verdades absolutas” do mercado em São Paulo, por exemplo, quase nada servem para outras cidades. Por outro lado, o que se imaginava apenas como regras e verdades que valiam para grandes centros, passou a fazer parte de cidades em expansão e com mercados bem menos maduros. Tudo isso sem contar que  o que valia ha um ano atrás pode não valer mais hoje – deixando bons profissionais completamente perdidos.

Por favor, não entenda como uma caça a bruxas. Essa reflexão serve apenas para que coloquemos uma interrogação em tudo o que ouvirmos de previsão sobre o mercado e tentemos analisar se estas valem para onde atuamos e o momento que vivemos.

Eu, por exemplo, gosto muito da análise da Mariana Ferronato (http://www.marketingimob.com/2012/01/tendencias-para-o-marketing-imobiliario.html) e concordo com ela na maioria dos itens, pois apresentam as principais tendências relacionadas ao marketing imobiliário de forma clara e organizada.

Mas chegando a este ponto do texto, você deve se perguntar: afinal onde estão as previsões para o mercado imobiliário em 2012, que foram prometidas lá no topo do texto?”

Algumas coisas nos ajudam a definir como será 2012, mas quero me prender apenas a dica que está exatamente no termo que finaliza o título deste artigo: falso profeta.

Biblicamente, um falso profeta é aquele que queria tanto comunicar aos outros a verdade vinda do coração de Deus, que a inventava ou se deixava levar por influências não divinas. Isso, é óbvio, causava grande confusão e dor. Um verdadeiro profeta, no entanto, cumpria a vontade de Deus em sua vida e passava a ter autoridade para falar os desejos do coração do Pai, que se comunicava através deste.

Mas o que tudo isso tem haver com o mercado imobiliário?

Devo lhe dizer que estamos passando por um momento ímpar no mercado, que não vivemos ha décadas e que é muito mais importante do que passamos em 2010 e 2011. Este é um ano em que o mercado não vai mais caminhar sozinho, mas vai depender de cada um de nós.

A grande profecia está em nossas ações e não em nossas palavras! Acredito que será um ano muito produtivo para o mercado imobiliário, mas o que vamos fazer para que ele realmente o seja?

Será que vamos treinar mais nossos colaboradores e a nós mesmos? Ter consciência na formatação de produtos e preços? Vamos atender o cliente como se fosse a grande compra – ou venda da sua vida? Vamos buscar a nossa responsabilidade em cada negócio feito?

O quanto utilizaremos de nossa capacidade e criatividade em 2012? Como agiremos em relação as crises que podem nos assolar? O que faremos para que nossos clientes fiquem ainda mais satisfeitos? Como faremos tudo isso?

Se você começou a ler este texto procurando respostas, eu te deixo essas perguntas, sabendo termos um ano muito bom para nosso mercado, mas que será bom para todos nós se soubermos aproveita-lo e investir nele.

O futuro está em nossas mãos! FAÇA DE 2012 UM ANO MARAVILHOSO.

FAÇA A SUA PARTE!

Um ótimo 2012.

Fonte: O Estado de São Paulo

O crédito imobiliário cresceu substancialmente neste ano e continuará se expandindo pelo menos até o primeiro trimestre de 2011, segundo o gerente de indicadores de mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi. Falta saber se continuarão atuando, com a mesma força, as condições que têm favorecido os compradores de imóveis, como o aumento da renda real e do poder de compra dos salários.

O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil, segundo reportagem do jornal Valor, passou de R$ 90,2 bilhões, em 2005, para R$ 137 bilhões, em 2009, e está estimado em R$ 152 bilhões neste ano. Nas mesmas datas, o volume de financiamentos aumentou de R$ 8,9 bilhões para R$ 47,05 bilhões – e já atingiu R$ 47,69 bilhões até o início de setembro, segundo dados do Sinduscon e da Caixa Econômica Federal (CEF).

Como notou Rabi, “diferentemente de outras modalidades, como o cartão de crédito, o financiamento imobiliário trabalha com prazos muito longos, de até 30 anos, e juros relativamente baixos, de 12% ao ano, pontos que contribuem para estimular sua expansão futura”. Além disso, a inadimplência superior a 90 dias é de apenas 1,5%.

As projeções – grandiosas – da Fundação Getúlio Vargas e da consultoria Ernst & Young indicam que 37 milhões de moradias deverão ser construídas entre 2007 e 2030, uma média de 1,6 milhão por ano. Mais novas famílias demandarão casa própria. O número de famílias deverá crescer em razão do aumento da idade média da população – de 32,5 anos, em 2017, para 36 anos, em 2030. Até 2017 o setor será estimulado pelas famílias de baixa renda e, a seguir, pela classe média.

Não apenas as operações com lastro no FGTS, gerido pela CEF, cresceram, mas também os empréstimos com base nas cadernetas, chegando perto das 400 mil unidades nos últimos quatro trimestres, 30% mais do que as 300 mil de 2009. A poupança já financia cerca de 40 mil imóveis por mês. A CEF, que usa o FGTS e as cadernetas, financiou 5.340 imóveis por dia em setembro.

As perspectivas são promissoras, mas poderão ser afetadas pelo aumento da inflação e seus efeitos negativos sobre a renda e o poder aquisitivo dos trabalhadores. Depois da fartura de crédito deste ano, talvez seja necessário reduzir um pouco o ritmo, em 2011, o que favoreceria o reequilíbrio fiscal. Um pequeno ajuste na demanda parece mais recomendável do que induzir os mutuários à euforia e, depois, arriscar um aumento da inadimplência.

Fonte:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101116/not_imp640511,0.php

Fonte: Folha.com

A venda de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo teve queda de 44,84% em setembro deste ano, frente o mesmo período de 2009. Foram comercializadas 2.785 unidades, ante resultado de 5.049. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pelo Secovi-SP.

No entanto, na comparação com o mês anterior, quando foram vendidos 1.638 imóveis, houve um aumento de 70%.

Em agosto, as vendas de imóveis novos também tinham recuado, com redução de 54,2%, no confronto com o mesmo mês no ano passado. Na comparação com julho, a diminuição nas vendas também foi expressiva (48,4%).

Na época, a entidade explicou que as dificuldades para viabilização de empreendimentos na cidade, o que inclui terrenos com valor alto e a legislação urbanística vigente, resultaram na fuga dos empreendedores para os outros 38 municípios da Grande São Paulo.

VENDAS SOBRE OFERTA

O indicador VSO (Vendas sobre Oferta) foi de 26,4% em setembro. O índice mede o desempenho de comercialização e é expresso pela relação entre o número de unidades vendidas e a oferta no mês (unidades remanescentes acrescidas dos lançamentos). Em agosto, tinha sido de 17,4 e em setembro de 2009 ficou em 30,8.

Apesar da retração no nono mês do ano frente ao desempenho do ano passado, a entidade aponta que as perspectivas para o mercado imobiliário na cidade de São Paulo são de crescimento em relação a 2009. O economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, estima terminar o ano com 36 mil unidades vendidas, enquanto os lançamentos podem atingir de 33 mil a 35 mil unidades, conforme indicam prévias sobre lançamentos.

O total de imóveis vendidos em São Paulo entre janeiro e setembro deste ano é de 24.605 unidades, queda de 1,9% sobre igual período de 2009, quando se foram comercializados 25.087 imóveis.

Quanto à segmentação, os imóveis com dois dormitórios responderam pelo maior volume de vendas em setembro, 37,8% do total, seguidos por aqueles com quatro dormitórios, equivalentes a 32,6% das unidades.

REGIÃO METROPOLITANA

O Secovi informou ainda que, considerando a região metropolitana do Estado, composta por 39 municípios, as vendas de imóveis somaram 4.723 unidades em setembro, crescimento de de 23,5% sobre o mês anterior.

O número de lançamentos na região, conforme a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), totalizou 7.660 unidades no mês, com alta de 60,1% sobre agosto. O volume de 2.894 unidades residenciais lançadas em setembro na cidade de São Paulo representou 37,8% do total produzido.

A maior cidade do país está cada vez mais caótica. Apesar de ainda ser a cidade das oportunidades, o melhor lugar para se trabalhar e estudar (segundo diversas publicações), a cidade não suporta mais seu próprio crescimento.

O carro chefe do desenvolvimento dos últimos anos – o mercado imobiliário, começa a sentir esse problema, já que não temos mais terrenos “bons” para novos lançamentos. A alternativa tem sido comprar vários imóveis, derruba-los e “fazer” um terreno para nova incorporação.

Este cenário fortalece a busca de construtoras pelo interior do estado. No caso de Piracicaba, já vemos lançamentos da Rossi Residencial, Cyrela e Alphaville (loteamentos), além, é claro, das construtoras locais.

Quanto ao mercado de Piracicaba, nada mais justo, já que o aquecimento é grande. Em agosto deste ano, a Frias Neto vendeu mais de 100 apartamentos de um lançamento em apenas 2 horas e meia, no pré-lançamento, praticamente sem nenhum anúncio, apenas atendendo a clientes da própria imobiliária e da prospecção realizada. Performance próxima dos melhores lançamentos do Rio de Janeiro e São Paulo.

Outros lançamentos do semestre seguiram a mesma tendência, tendo grande porcentagem vendida ainda no trabalho inicial, antes dos anúncios de jornais.

Isso é o que todos (Incorporadores, imobiliária, investidores e clientes) precisam. A velocidade de vendas gera a certeza de que o planejamento e desenvolvimento do produto foram feitos com acertividade.

O que vemos é que sempre que há uma maior participação, desde a venda do terreno e formatação do produto, de uma imobiliária que realmente conhece o mercado, os resultados de venda são melhores.

Para saber mais sobre a situação da cidade de São Paulo, veja matéria da Folha: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/825888-capital-perde-participacao-e-responde-por-metade-dos-lancamentos-de-imoveis-na-gsp.shtml

Para saber mais sobre lançamentos em Piracicaba, acesse:  http://www.friasneto.com.br

O homem é um animal insatisfeito. Isso é fato! Essa é uma grande vantagem e um dos problemas da nossa natureza.

Vantagem pois faz com que busquemos sempre evoluir, criar coisas novas, rever o que temos e acertar as arestas que não estão corretas. O problema está no fato de muitas vezes não valorizarmos o que já temos, colocando em primeiro lugar o que supostamente iremos ter algum dia.

E isso tem tudo haver com corretagem – principalmente quando falamos das tão comentadas e desejadas equipes on-line – para o bem e para o mal.

Vivemos um momento de transição dentro do mercado imobiliário – talvez em vários mercados – em busca de um novo modelo de comunicação e atendimento aos clientes. Esse momento não é novo, começou a pouco mais de dez anos, quando as primeiras equipes de corretor on-line surgiram nos grandes incorporadores.

Nesta época, em que as houses (empresas internas de vendas dos incorporadores) começaram a despontar, as empresas queriam um canal para atender diretamente os clientes, sem necessitar da imobiliária para este atendimento. Esta resolução surgiu não só por causa da necessidade de melhorar os lucros, mas também pelo fato das imobiliárias não estarem prontas para esse novo desafio que é o online.

O resultado foi melhor do que se esperava e vimos despontar equipes de corretores na Gafisa, Tecnisa e Cyrela (onde eu estava na época, criando a primeira equipe de corretores on-line da empresa). Nos anos seguintes, vimos o fortalecimento e desenho desta atividade dentro das áreas de vendas de vários incorporadores e, invariavelmente, dentro das imobiliárias – que aliás, não podiam ficar para trás.

Tenho implantado ou criado novas equipes on-line deste o início da década passada, em empresas como Cyrela, Frema Brasil Brokers, Patrimóvel Rio e Frias Neto (em Piracicaba – onde estou hoje) e em todas, os projetos foram bem-sucedidos, devido, principalmente, a alguns fatos:

1) o cliente quer decidir como, quando e por quem quer ser atendido;

2) ninguém tem tempo a perder para ficar rodando de carro e vendo plantões de vendas que parecem não ter fim;

3) os clientes preferem começar os relacionamentos com os corretores de uma forma menos formal e comprometida do que pessoalmente – principalmente por causa de corretores que “malham” clientes, sem nenhum discernimento;

4) a internet é uma realidade que alcança uma camada muito grande da sociedade e tem crescido cada vez mais, chegando com muita força a todas as classes sociais;

5) a tecnologia permite que façamos mais coisas, de forma mais assertiva e que possamos nos preparar para tornar o atendimento pessoal uma experiência enriquecedora e desafiante;

6) a quantidade e a qualidade de informações disponíveis na internet é exponencialmente maior do que em qualquer outro meio. Fotos, vídeos, textos, comentários, críticas, são facilmente encontradas e disseminadas;

7) podemos trabalhar a comunicação na internet de forma ampla e ao mesmo tempo tratarmos os prospects e clientes que reagem de forma individualizada;

8) quando se fala de internet, o cliente sempre quer mais do que pode encontrar em outros meios – e o corretor on-line normalmente tem ferramentas para isso;

9)  enquanto jornais, revistas, outdoors, folhetos e outras mídias off-line tiveram uma redução muito grande em seus resultados, a mídia on-line só cresce a cada dia;

10) com um pouco de domínio de tecnologia, podemos medir os resultados de retorno de investimento de mídia de uma forma que nenhum outro meio consegue;

11) toda iniciativa de criação de equipes on-line conta com um ponto muito forte de atração: o corretor.

Hoje tenho a certeza de que poucos clientes conseguem fazer um bom negócio imobiliário sem a ajuda de um profissional qualificado. É quase como se automedicar: todos acham que conseguem e que entendem, mas penam até verem os resultados que querem e, muitas vezes, recorrerem a um profissional depois sai bem mais caro do que se tivessem ido inicialmente.

O corretor on-line precisa dominar a tecnologia para atendimento e conquista dos clientes; entender de gestão de carteiras, para administrar suspects, prospects e clientes, que tendem a se acumular rapidamente; fazer uma ótima gestão de tempo para conseguir atender todos os clientes – tanto vendedores como compradores – pela internet, telefone e pessoalmente; saber se relacionar com os outros profissionais – afinal, ninguém cresce sozinho.

Além de tudo isso, é necessário estar inserido nas redes sociais e transitar naturalmente neste meio de comunicação. Twitter, Blogs, Facebook, Linkedin têm que ser ferramentas do dia-a-dia desses profissionais.

Acredito que a criação de equipes de vendas on-line faz parte da evolução das equipes de vendas de imóveis. Não que outros corretores sejam melhores ou piores do que estes, mas por que conseguimos resultados acima da média apenas quando focamos nossas energias de forma clara e organizada.

É importante entender que um corretor on-line acaba gastando ainda mais energia do que corretores que atuam em outras frentes, pela necessidade de agilidade, informações completas, atualizadas e fáceis de serem acessadas, além de todas as outras atividades e características inerentes à profissão.

Por outro lado, as equipes de vendas on-line ainda têm muito que evoluir, tanto em ferramentas como em conhecimento. Mas sinceramente, creio que estão caminhando a passos largos para esta evolução, ao ponto que a cultura on-line alcance todos os profissionais de vendas de imóveis – não com tanto foco quanto os corretores de equipes exclusivamente on-line, mas de forma a força-los a repensar muitas coisas.

Por fim, já que estamos sempre insatisfeitos com o que temos, devo dizer que  a maioria das empresas – grandes, médias ou pequenas – não está 100% preparada para ter um atendimento on-line focado em vendas pela falta de equipamentos, banda, políticas claras de gestão de clientes, insegurança gerada pelo “novo”, processos claros, falta de informação e de entendimento do papel da equipe de vendas, entre outros fatores.

Para superar esses desafios é necessário o comprometimento do corpo diretor e gestores da empresa, ousadia para buscar e formar profissionais de vendas que tenham disposição para o trabalho on-line, coragem para enfrentar as barreiras internas para implantação e perseverança para vencer os desafios e buscar resultados.

Com ética e respeito e muito empenho, podemos conseguir muito mais do que imaginamos!

Marco Marcelino (http://www.meadiciona.com/marcomarcelino)

Segundo a Fecomercio-SP, venda de imóveis em São Paulo já dá sinais de retomada e deve atingir 3 mil unidades mensais vendidas.

SÃO PAULO – A alta no número de lançamentos e no volume de vendas de imóveis revela que o consumidor está disposto a voltar a se endividar no longo prazo com bens de maior valor, segundo aponta levantamento da Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), divulgado nesta terça-feira (29).
De acordo com o estudo, a venda de imóveis em São Paulo já dá sinais de retomada e deve passar de 2,3 mil para 3 mil unidades mensais vendidas no último trimestre de 2009. Além disso, o estoque de unidades prontas é de 12,5 mil unidades, o que, combinado com o ritmo esperado de vendas, deve estimular as empresas do setor para novos lançamentos no curto prazo.
“No final de 2009, as empresas já estarão preparadas para lançamentos mais ousados, voltando a padrões semelhantes a 2007 e 2008 (…) Esse comportamento deve ser gradualmente seguido por outras regiões”, avalia o economista da Federação, Fábio Pina.
Efeito cascata
Ainda conforme os dados da Fecomercio-SP, entre 2007 e 2008 foram lançados, em média, 35 mil imóveis por ano na cidade de São Paulo, contra uma média histórica inferior a 20 mil nos anos anteriores.
No início deste ano, devido à redução nas vendas, o estoque chegou a acumular mais de 21 mil unidades, ficando acima do desejado. Por conta disso, foi feito um ajuste, que levou à redução do estoque, que agora, por sua vez, deve aumentar com os sinais de crescimento das vendas e com os lançamentos de novas unidades.
Dessa forma, espera a Fecomercio-SP, a retomada do mercado imobiliário deve alavancar a economia, já que o setor de construção privada representa mais de 60% deste segmento do País e movimenta outros setores da economia. “O segmento movimenta toda uma cadeia produtiva (serviços de arquitetura, engenharia, materiais de construção, serviços de advocacia, móveis e decoração, entre outros) e é intensivo em mão-de-obra”, aposta Pina.

As vendas de imóveis residenciais usados em São Paulo cresceram 18,4% de janeiro a julho deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. É o que aponta levantamento da Lello, empresa paulista de administração imobiliária no Estado responsável por 1.200 condomínios residenciais e comerciais.

Os imóveis com valores entre R$ 150 mil e R$ 300 mil foram os mais procurados, representando 64,3% do total comercializado pela administradora nos sete primeiros meses do ano. As demais unidades com preço acima de R$ 300 mil responderam por 25,6% da vendas. Somente 10% das vendas foram de lotes no valor de até R$ 150 mil, comercializados pela empresa no Litoral Norte.

Os apartamentos respondem pela maioria dos negócios vendidos (61,7%), seguido pelas casas (25,2%) e terrenos (13,1%). A procura foi aquecida em todas as regiões do centro expandido de São Paulo, com destaque para Tatuapé, Mooca e Santana.

“Neste ano observamos que muitas pessoas compraram imóveis como opção de investimento, uma vez que houve queda na rentabilidade dos fundos de renda fixa, além da turbulência do mercado de capitais”, afirma Roseli Hernandes, gerente Locação e Vendas da Lello Imóveis.

Fonte: eBand – 22/09/2009

Nos próximos 30 dias, 13 mil imóveis devem ser construídos na região metropolitana de São Paulo, em municípios com mais de 50 mil habitantes, incluindo a capital. As moradias populares poderão ser financiadas pelo programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida, por famílias com renda mensal de até três salários mínimos (R$ 1.395). As cidades ainda não foram divulgadas.

O acordo que vai viabilizar as obras foi assinado ontem entre a Secretaria de Estado da Habitação e a Caixa Econômica Federal. Nesse caso, os governos federal e estadual entram com um subsídio para permitir os descontos concedidos aos mutuários.

De acordo com o governo estadual, os imóveis –que poderão ser apartamentos ou casas– deverão ter três dormitórios, aquecimento solar, revestimento com pisos de cerâmica e azulejos, além de pé direito de 2,60 metros.

O tamanho ainda não foi anunciado, mas poderá ficar entre 44 m2 e 64 m2 –tamanho médio dos imóveis da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano).

Se forem essas as metragens previstas pelo governo do Estado, as unidades poderão ficar maiores do que as previstas no Minha Casa, Minha Vida. Para quem tem renda de até três salários mínimos, entram no programa moradias térreas, de 35 m2, ou apartamentos, de 42 m2, com dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.

As famílias serão selecionadas por meio dos cadastros dos programas de moradia popular das prefeituras. Segundo a Habitação, normalmente, os mutuários começam a ser chamados quando as moradias estão 80% terminadas. Ainda não há uma previsão de quanto tempo as obras levarão para ficarem prontas.

Há construções da CDHU que demoram de 15 a 18 meses.
Segundo as regras do programa Minha Casa, Minha Vida, o imóvel poderá ser financiado por até dez anos, com prestação mínima de R$ 50. Poderão ser comprometidos até 10% da renda familiar.

A correção será anual, pela TR (Taxa Referencial), que, no ano passado, ficou em 1,6%. O financiamento é feito por meio da Caixa Econômica.
O último balanço da instituição, do dia 11, aponta que, no país, desde o início do programa, foram enviadas 1.734 propostas de empreendimentos, com 332.180 unidades. Desse total, 292 foram aprovados, gerando um total de 55.606 unidades, no valor de R$ 3,44 bilhões.

Fonte: Folha Online

Banco pretende ampliar em R$ 60 bilhões o volume de crédito para pessoa física e jurídica

A presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Maria Fernanda Ramos Coelho, projeta volume de crédito para pessoa física e jurídica em R$ 60 bilhões em 2009, um crescimento de mais de 30% em relação a 2008. Para pessoa jurídica, o crescimento do crédito deve ser muito maior, estimou. O vice-presidente para a área de pessoa jurídica, Carlos Antonio de Brito, calcula que o crescimento em 2009 será de cerca de 100% em relação ao ano anterior.
 
No crédito imobiliário, a executiva reiterou, em Nova York, a expectativa de a CEF fechar 2009 com um volume de crédito imobiliário de R$ 39 bilhões, ante R$ 23 bilhões do ano anterior. No ano, até o dia 31 de agosto, Coelho calcula que foram investidos R$ 27 bilhões em novas unidades, consórcio imobiliário e material de construção.

“Já contratamos 509 mil operações na área imobiliária, sendo que 306 mil são novas unidades”, ponderou. A meta da CEF é contratar 400 mil novas unidades neste ano e mais 400 mil em 2010, também no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida.

No primeiro semestre, o credito imobiliário cresceu 90% em comparação ao mesmo período de 2008. Na avaliação da presidente, a CEF continuou concedendo financiamento na primeira metade do ano, mesmo com a recessão, “dotando o mercado de crédito”, em oposição ao posicionamento dos bancos privados, citou. “A CEF manteve a confiança nos fundamentos econômicos do Pais”, afirmou para a plateia.

 Fonte:Agência Estado

A presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Maria Fernanda Ramos Coelho, quase não consegue parar para dar entrevista depois de sua apresentação no Brazil Real Estate Conference, em Nova York. Investidores estrangeiros e executivos brasileiros, com os seus cartões em mãos para se apresentar à executiva, queriam tirar mais dúvidas sobre o plano ou simplesmente cumprimentar o seu trabalho à frente da instituição.

Depois de atender cordialmente a cada um deles, senta-se para falar sobre o Minha Casa, Minha Vida, plataforma política importante do atual governo, costurada por Maria Fernanda e a ministra Dilma Roussef com 11 das maiores empresas do setor. Procura ser precisa nos números e o que não tem de cabeça providencia rapidamente via e-mail pelo seu blackberry. A CEF tem 329.836 unidades em análise, que representam 1726 empreendimentos. Desse total, 54 mil unidades já foram aprovadas (285 empreendimentos). A meta do governo é aprovar 400 mil unidades este ano e outras 400 mil em 2010 do total de 1 milhão de casas anunciado pelo programa. “33% da meta já está em análise dentro da Caixa”, diz Maria Fernanda.

A cobrança dentro e fora de “casa” é grande. A maior dúvida que o setor e os investidores têm hoje diz respeito à capacidade de colocar o programa em prática. “Esse é, sem dúvida, nosso maior desafio”, diz a presidente da Caixa. “A ministra nos pede capacidade de resposta.”

Para conseguir dar agilidade às aprovações, segundo Maria Fernanda, além de ter reduzido a burocracia de mais de 200 itens para cerca de 50, contratou 300 novos engenheiros e arquitetos desde o começo do ano. A Caixa também trabalha com cerca de duas mil empresas terceirizadas que auxiliam no trabalho de aprovação. Mas e o risco de formar uma carteira de crédito deficiente que será carregada por até 30 anos? “Simplificamos o processo, mas não alteramos o nível de avaliação de risco”, diz. “Nossa taxa de inadimplência está estável na casa de 2% e o rating de crédito da Caixa melhorou no último ano “, completa. A avaliação mais alta (AA-B) , que representava 61,4% em junho de 2008 passou para 67% em junho de 2009.
Embora a CEF seja o maior agente de crédito imobiliário no país, com 72,4% do total concedido, Maria Fernanda defende a entrada de outras instituições no programa Minha Casa, Minha Vida. O Banco do Brasil já anunciou que vai aderir, mas os bancos privados ainda não deram qualquer sinalização até porque o gestor dos recursos do FGTS é a Caixa.

O banco tem procurado fazer parcerias com as grandes empresas. Criou a figura do correspondente bancário, no qual a construtora pode adiantar boa parte do processo burocrático e só passa para a CEF a aprovação do crédito. Recentemente, abriu uma plataforma de atendimento especial para as grandes empresas e passou a centralizar o processo de aprovação das que atuam em vários estados.

Uma das críticas das construtoras em relação à Caixa está relacionada à avaliação dos imóveis – que costumavam ser subavaliados segundo as empresas. “Agora a discussão da avaliação do imóvel é feita por cada unidade da federação, que considera todos os aspectos daquela região.”
Até o fim de agosto, o volume de crédito imobiliário da CEF foi de R$ 26 bilhões, mais do que o total concedido no ano passado inteiro, quando o banco financiou R$ 23 bilhões. No primeiro semestre, houve aumento de 90% em relação aos primeiros seis meses do ano passado. Durante a crise, segundo a exposição feita por Maria Fernanda, a Caixa aumentou a concessão de crédito imobiliário em 51,2%, enquanto os outros bancos reduziram em 18,2%.

Fonte:Valor Online

Com a queda nas vendas de imóveis novos residenciais e na quantidade de lançamentos, o número de unidades em estoque na capital paulista é o menor de toda a série histórica da pesquisa do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo, considerando a nova metodologia iniciada em 2004.
De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira, em julho havia 12.473 imóveis em oferta, 24,1% a menos do que no mesmo mês do ano passado e 37,7% inferior à quantidade contabilizada em dezembro. Com o agravamento da crise econômica, o ritmo de venda despencou, levando as construtoras a diminuírem os lançamentos para desovar os estoques.
Em outubro, apenas 4,9% dos imóveis à venda foram comercializados, com ligeira alta em novembro (8,4%) e dezembro (7,7%). As vendas vem se recuperando e, em julho, esse índice ficou em 14,4%, um pouco acima da meta para o ano (13,1%).
“Houve empresas que decidiram dar uma parada nos projetos, suspender a negociação de terrenos”, disse o presidente do Secovi-SP, João Crestana, ressaltando que a mudança de decisão do consumidor, de comprar ou esperar mais um pouco para adquirir uma moradia, é mais rápida do que dos empresários de retomar a produção.
Preços

Para ele, o estoque em um nível tão baixo não vai inflacionar o valor dos imóveis que estão no mercado. “O aumento é limitado pelos salários e estamos nos voltando agora para uma camada nova da população”, afirmou, referindo-se ao público que pode ser beneficiado pelo programa federal Minha Casa, Minha Vida, que atende famílias com renda mensal de até dez salários mínimos (R$ 4.650) e imóveis de até R$ 130 mil.

“Historicamente, os preços têm acompanhado a inflação, com aumento médio de dois, três, quatro pontos percentuais acima disso”, completou, ressaltando que pode haver diferenças pontuais em alguns bairros onde o mercado está mais aquecido.

De acordo com a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos sobre o Patrimônio), a quantidade de lançamentos no acumulado de janeiro a julho deste ano (9.753 unidades) apresenta queda de 50,6% ante o número de moradias posta à venda em igual intervalo no ano passado. Já a venda (16.460 moradias) registra retração de 24,4% no mesmo confronto.
Na avaliação de Crestana, no entanto, o mercado deve se recuperar no decorrer deste semestre. A previsão do Secovi-SP é terminar o ano com 25 mil unidades residenciais lançadas, contra 34 mil em 2008. Para a comercialização, a projeção é vender 32 mil, alcançando o patamar do ano anterior.
Salão Imobiliário

 Entre os dias 24 e 27 deste mês, cerca de 100 mil imóveis estarão à venda no Salão Imobiliário de São Paulo, que será realizado no Pavilhão de Exposições do Anhembi e engloba ofertas em todo o país. Desse total, 48% se enquadram no programa Minha Casa, Minha Vida, com valores a partir de R$ 52 mil.

De acordo com Eduardo Sanovicz, diretor de feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado, promotora do evento, são esperados 50 mil visitantes e 22 mil pessoas já se cadastraram no site para participar do evento, o dobro do ano passado. “Isso demonstra uma tendência do consumidor exercer o poder de compra.”

O setor imobiliário brasileiro foi um dos primeiros a cortar nesta crise. Foram cancelados R$ 2,1 bilhões em lançamento de imóveis entre meados de setembro e o fim de dezembro. Isso porque o crédito para construção de apartamentos e escritórios desapareceu no auge da crise. Mas o mercado começa a dar sinais de melhora.

Segundo pesquisa da Fator Corretora, com base nos balanços das empresas, os lançamentos cresceram 95% na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano. Elas colocaram na praça R$ 3,8 bilhões em novos projetos.

O problema é que o mercado cresce a partir de uma base pequena. Isso fica claro quando avaliamos os resultados do primeiro semestre. Houve queda de 58% frente ao mesmo período de 2008.

O analista Eduardo Silveira, da Fator, prevê um futuro melhor no curto prazo. Ele explica que o novo ritmo de crescimento permite ao setor zerar seus estoques de imóveis em 12 meses. No primeiro trimestre, isso ocorreria em 18 meses. Os lançamentos tendem, portanto, a ser intensificados.

— O consumidor está mais confiante, o crédito retornou e o programa Minha Casa Minha Vida contribui para acelerar a retomada do setor nos últimos meses. Esses fatores também vão ajudar na melhora daqui para frente — afirma Silveira.

Caso esteja comprando seu primeiro imóvel, é extremamente aconselhável que você seja assistido por um corretor de imóveis. Ele é um profissional capacitado para saber se o imóvel em vista está ou não desembaraçado legalmente, além de assisti-lo durante e após a conclusão do negócio, quando a escritura será passada para o seu nome.

Além do auxílio profissional, outros cuidados são importantes. Depois de encontrar o imóvel dos seus sonhos, visite-o várias vezes. Pelo menos uma vez à noite e outra durante o dia, de preferência, acompanhado de sua família. Procure saber como é a insolação do imóvel, isso define se o imóvel é quente ou frio.

Veja se há marcas de água na parede dos muros externos da casa. Esse pode ser um indicativo de que há alagamento na rua. Ande a pé pelas ruas próximas para conhecer a vizinhança. Veja se há vizinhos indesejáveis tais como favelas, cortiços, pontos de prostituição ou até se há feiras livres. Estes são fatores de desvalorização do imóvel.

Procure saber se o preço pedido pelo proprietário está dentro do valor de mercado (seu corretor de imóveis pode ajudá-lo nesta tarefa). Desconfie de valores muito abaixo do mercado. Eles costumam esconder graves problemas. Não aceite preços acima dos de mercado, afinal, há outros bons negócios espalhados pela vizinhança.

Na hora da compra, não olhe somente para o valor do imóvel, olhe também para sua qualidade de vida. Se puder, opte por um imóvel próximo do seu trabalho. Às vezes um imóvel mais caro próximo do seu trabalho poder ser um melhor negócio que um barato longe, pois você não terá despesas de transporte, ou se tiver, serão menores.

Caso a compra seja para uma aplicação financeira, além dos cuidados acima, você deve também fazer cálculos. É aconselhável que você compre um imóvel que proporcione um rendimento igual ou maior que os proporcionados por outros ativos disponíveis no mercado. Tenha em mente que a poupança e a renda fixa rendem em média de 0,6% a 0,75% ao mês, portanto, o seu rendimento de aluguel, deve ser superior a estes valores, caso contrário, é melhor você deixar seu dinheiro aplicado em um ativo com maior liquidez.

Para se saber qual é o índice de retorno que sua compra tende a dar, divida o valor do aluguel pelo valor de compra do imóvel. Multiplique este valor por 100 e você terá o índice de retorno. Por exemplo, um imóvel de R$ 45.000,00 alugado por R$ 500,00. Temos 500/45.000 = 0,01111, então 0,01111 x 100 = 1,11. Índice maior que as principais aplicações de mercado, por isso, é um bom negócio.

Não compre o primeiro imóvel que o agradar. Conheça outros imóveis. Analise as várias alternativas. Pese os prós e os contras de cada um deles. Consulte o seu corretor e também a sua família. Só depois de estar seguro de estar fazendo o melhor negócio, tome a decisão final.

A análise fria de todas as alternativas é a garantia de bons negócios, seja ele a compra de um imóvel, de um carro ou de qualquer outro bem de menor valor. Evite fechar negócios durante o período de empolgação. Pense da seguinte forma: se tiver que ser seu, será, não importa quanto tempo demore.

Boa sorte e bons negócios.

Emerson Castello Branco Simenes – CBS Consultoria Finaceira

Fonte: Administradores.com.br – 08/09/2009

Fonte:Brasília em Tempo Real 

 

No Distrito Federal, como no resto do Brasil, a maior demanda por moradia é das pessoas de baixa renda. Famílias que recebem até três salários mínimos (R$ 1.395) são as que mais têm dificuldade em adquirir a casa própria e, portanto, vivem como podem: pagando aluguel, morando de favor ou até invadindo área pública. O Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, foi lançado neste ano com a meta de atender principalmente esse público. Mas, segundo empresários do setor da construção civil, as condições estabelecidas inviabilizam as obras de imóveis para a população mais carente, tanto aqui quanto no Entorno. Por isso, das 12 propostas do DF em análise pela Caixa Econômica Federal – o banco financiador da iniciativa -, só quatro se destinam a quem tem renda familiar de até três salários mínimos.

Os empresários se queixam que o valor repassado pela União para subsidiar a construção de casas e apartamentos não é compatível com o preço de mercado dos terrenos e do que seria gasto em infraestrutura nas localidades. Pelas regras do programa, o empreendedor é o responsável pela aquisição dos lotes, pela construção dos imóveis e, caso necessário, pelas obras de rede de água e esgoto, asfalto e outras benfeitorias públicas. “O repasse do governo federal não viabiliza tudo o que precisa ser feito”, reclama o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon), Elson Póvoa. Segundo ele, os empreendimentos para o público de até três salários mínimos não decolam no DF porque a verba definida na tabela do programa é insuficiente.

“São R$ 52 mil para construir o apartamento e R$ 48 mil para a casa, mas os terrenos são supervalorizados e a infraestrutura, cara”, critica Póvoa. Inicialmente, o Entorno estava enquadrado no patamar do DF, mas foi transferido para os estados a que pertencem os municípios, como Goiás e Minas Gerais. Portanto, para construir em regiões próximas ao DF, os empresários receberão até R$ 42 mil. A coordenadora nacional do Minha Casa, Minha Vida, Marta Garske, informa que o valor não será mais modificado.

Doação de terrenos
Especializada em empreendimentos para a baixa renda, a construtora Apex está erguendo dois edifícios em Samambaia para o público de três a seis salários mínimos. As unidades custam de R$ 75 mil a R$ 112 mil. O diretor-executivo da empresa, Eduardo Almeida, diz que só há como participar do Minha Casa, Minha Vida atendendo a classe mais carente se o Governo do Distrito Federal (GDF) doar as projeções. “Os terrenos daqui são muito caros e os do Entorno têm problemas com hipoteca, de regularização ou infraestrutura”, explica.

Para o diretor-geral da JC Gontijo, Rodrigo Nogueiro, o programa federal está fora da realidade. “O custo de construção de um imóvel para família com renda até três mínimos é basicamente igual ao de outros segmentos do mercado. O repasse não compensa”. A JC Gontijo investe em apartamentos em Valparaíso (GO) para quem tem renda de sete a 12 salários mínimos.

Nascida e criada no Gama, a auxiliar de serviços gerais Alzenira dos Santos, 37 anos, está inscrita no cadastro da Companhia de Desenvolvimento Habitacional no DF (Codhab) há mais de 10 anos. Com salário de R$ 465, ela paga R$ 250 de aluguel e o restante tenta administrar para viver e criar o filho de 18 anos. “A minha esperança é ganhar o lote. Tenho que acreditar no Minha Casa, Minha Vida ou em qualquer programa, porque não tenho outra saída”, conta.

Promessa de imóveis
O déficit habitacional no DF é de 120 mil moradias. O presidente da Codhab, José Luiz Naves, garante que apartamentos e casas subsidiados pelo Minha Casa, Minha Vida serão construídos no DF e que 40% deles estarão voltados para pessoas com renda familiar de até três salários mínimos. “O governo local vai entrar com a terra, a demanda e a infraestrutura”. Segundo Naves, o GDF já destinou áreas em São Sebastião (Setor Crixá), na expansão de Santa Maria (QRs 117 e 118) e no Recanto das Emas para as obras de 6,4 mil imóveis para a faixa mais popular.

Os empreendimentos destinados a famílias que recebem até R$ 1.395 serão financiados aos cadastrados na Codhab. Hoje, na lista de espera que foi reaberta no último dia 1º, existem 105 mil inscritos. O cadastro antigo continha 92 mil nomes que serão checados e cruzados com o banco de dados de outros órgãos do DF. A expectativa é que o número de registros caia em 40%, devido a informações erradas e falsas.

Também está prevista a liberação de áreas para a população que ganha até 10 salários: o Setor Mangueiral, em São Sebastião, comportará 8 mil unidades para esse público e o Porto Pilar, em Santa Maria, terá 6 mil habitações.

Pré-requisitos
Para se inscrever na Codhab, o interessado precisa viver há cinco anos no DF, não ter imóvel no próprio nome, ganhar até 12 salários mínimos, entre outros critérios. Informações:www.codhab.df.gov.br. A lista de inscritos está no site.

Fonte:Reuters

SÃO PAULO, 10 DE AGOSTO – O volume de contratações de financiamento imobiliário com recursos captados na poupança por agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) alcançou em junho 2,976 bilhões de reais, uma alta de 24,7 por cento sobre maio e equivalente ao melhor resultado mensal em 2009, informou a associação do setor a Abecip. Em número de unidades financiadas, junho também foi recorde para o ano. Segundo a Abecip, foram financiadas 25.840 unidades habitacionais, alta de 24,1 por cento ante maio. 

A entidade informou que em junho também foi registrado o melhor desempenho no ano em termos de captação de recursos por intermédio das contas de poupança. No mês, os depósitos superaram as retiradas em 1,789 bilhão de reais. 

No primeiro semestre, o crédito imobiliário com recursos da poupança totalizou 13,605 bilhões de reais, crescimento de 5,1 por cento ante um ano antes. Em relação às contas de poupança, o saldo global ao final dos primeiros seis meses do ano ficou em 224,52 bilhões de reais, uma expansão de 4,23 por cento sobre o fim de dezembro de 2008.

SÃO PAULO – O volume de operações de financiamento imobiliário com recursos captados na poupança por agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) deve alcançar cerca de 30 bilhões de reais neste ano, estável em relação ao verificado em 2008, informou nesta segunda-feira a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). 

Em termos de unidades, a previsão é a de financiamento de 300 mil habitações, em linha com as 299,685 mil financiadas no ano passado. 

Considerando-se os 15 bilhões de reais para o crédito imobiliário previstos no orçamento deste ano do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o mercado deve contar, no total, com 45 bilhões de reais direcionados ao financiamento habitacional em 2009. 

“Poderemos até superar o ano passado considerando-se também os recursos do FGTS”, afirmou o presidente da Abecip, Luiz Antonio Nogueira de França, em encontro com jornalistas. 

Em 2008, foram direcionados 10 bilhões de reais do FGTS para o financiamento imobiliário. 

Conforme a Abecip, o volume de operações de crédito imobiliário com recursos da poupança alcançou em junho 2,976 bilhões de reais, uma alta de 24,7 por cento sobre maio e equivalente ao melhor resultado mensal em 2009. Ante junho de 2008, contudo, houve queda de 6,78 por cento. 

“Voltamos praticamente ao nível pré-crise, de setembro de 2008”, afirmou. 

Em número de unidades financiadas, junho também foi recorde para o ano. Segundo a Abecip, foram financiadas 25.840 unidades habitacionais, alta de 24,1 por cento ante maio e recuo de 20,6 por cento contra o verificado no mesmo mês de 2008. 

No acumulado de janeiro a junho, foram financiadas no âmbito do SBPE pouco mais de 125 mil unidades, com queda de 2,57 por cento em relação ao verificado no mesmo período de 2008. 

No primeiro semestre, o crédito imobiliário com recursos da poupança totalizou 13,605 bilhões de reais, crescimento de 5,1 por cento ante um ano antes. Conforme França, trata-se do melhor resultado para um primeiro semestre. 

Para o segundo semestre, a expectativa é a de contratação de 16,4 bilhões de reais. 

Na avaliação do executivo, o efeito indireto do programa do governo para moradias populares “Minha Casa, Minha Vida” no segmento do mercado imobiliário que é atendido pelas instituições do SBPE, a melhora da confiança e a queda na taxa de juros explicam esse desempenho. 

França apontou ainda que o volume de recursos direcionado à produção de imóveis deve voltar a crescer no segundo semestre, à medida que construtoras e incorporadoras reduzam os estoques de imóveis prontos e acelerem o ritmo de execução de novos empreendimentos. 

CAPTAÇÃO NA POUPANÇA 

A Abecip informou ainda que em junho também foi registrado o melhor desempenho no ano em termos de captação de recursos por intermédio das contas de poupança. No mês, os depósitos superaram as retiradas em 1,789 bilhão de reais. No semestre, o resultado ficou positivo em 1,712 bilhão de reais. 

Segundo dados da entidade, o saldo total das contas de poupança ao final de junho era de 224,518 bilhões de reais, o equivalente a uma expansão de 4,23 por cento frente a dezembro e de 14,3 por cento em relação ao final do mesmo mês de 2008. 

Conforme França, não há sinais de desbalanceamento na captação de recursos da poupança em relação ao restante do mercado. 

“Não é possível afirmar que há migração de outros instrumentos para a poupança. A evolução no saldo dos fundos é de 15,5 por cento nos sete primeiros meses do ano, ante 7,4 por cento no saldo da poupança no mesmo período. Não há desbalanceamento”, reiterou. 

Ele evitou comentar eventuais medidas que possam ser adotadas pelo governo em relação à poupança, mas afirmou que, se houver desbalanceamento –com crescimento exagerado das captações–, será preciso adotar medidas. 

“Se houver desbalanceamento, somos favoráveis a medidas”, disse.

Fonte:Reuters

SÃO PAULO – O mercado imobiliário da cidade de São Paulo continua a apresentar sinais de recuperação. Em junho, o volume de vendas de imóveis usados na capital cresceu 30,91% em relação a maio. Foi a quarta alta no índice de vendas no primeiro semestre. Ao todo, de acordo com um levantamento feito mensalmente pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), foram vendidas na capital, em junho, 256 casas e apartamentos. A maior parte (61%) com valor de até R$ 180 mil. Com isso, o mercado fecha os primeiros seis meses do ano com alta média de 30%.

São duas as principais razões para esse crescimento, na opinião do presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto. O aumento da confiança do consumidor é a primeira delas. 

A segunda é a queda nos juros bancários e a maior facilidade na obtenção de crédito para a casa própria. Mais confiante e seguro em relação ao emprego, com crédito mais acessível e mais barato, o paulistano se sente mais confortável em empenhar suas reservas e assumir uma dívida de longo prazo com um financiamento de imóvel?, diz Viana Neto.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

São Paulo – Mal começou a recuperação econômica e o setor de construção civil já se depara com a disputa por engenheiros. O setor foi um dos menos atingidos pela crise econômica e um dos que mais rapidamente voltou a crescer, graças à resistência do mercado interno e a estímulos como o pacote habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, lançado em março.

 No primeiro semestre de 2009, foram criadas 3,1 mil vagas para profissionais com diploma universitário na construção civil, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número ainda está longe dos 7 mil postos criados no mesmo período de 2008, ano considerado excepcional, mas já está próximo das 3,5 mil vagas criadas nos primeiros seis meses de 2007.

De acordo com o presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Marcos Túlio de Melo, mesmo com um ritmo menor de abertura de postos de trabalho, o reaquecimento já trouxe de volta a disputa por engenheiros. “Ainda temos um déficit grande de profissionais que só vai ser suprido daqui a dois ou três anos”, diz. No ano passado, a disputa por engenheiros elevou os salários pagos no setor.

As incorporadoras Gafisa e Tenda, pertencentes ao mesmo grupo, adotaram uma linha de estímulos para atrair os profissionais. Em 20 de julho, as empresas abriram as inscrições para o programa Comece Bem, que pretende contratar jovens engenheiros civis e de Produção no segundo semestre. “Vamos fornecer para o profissional um período formação profissional”, diz Rodrigo Pádua, diretor de Recursos Humanos da Gafisa. Segundo ele, o grupo pretende se fortalecer para um crescimento que virá no curto e médio prazo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Portal Abril – 06/08/2009

Integrar os mundos real e virtual é um desejo do ser humano explorado centenas de vezes pela literatura, cinema, televisão e internet. No dia a dia, entretanto, essa mistura tem esbarrado em limitações tecnológicas que tornam a experiência não muito agradável e que acabam adiando a concretização deste sonho.

Mas a rápida evolução da internet e a popularização das câmeras digitais está deixando cada vez mais próximo o momento em que o real e o virtual irão se misturar da mesma maneira – ou até melhor – do que o que foi tantas vezes previsto pela ficção científica.

Muito utilizadas no Japão, Estados Unidos e Europa atualmente, duas inovações estão criando expectativas e movimentando o mercado de tecnologia também no Brasil: a realidade aumentada e os Quick Response Code (QR Code).

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 Os dois sistemas têm funcionamento muito parecido. Um código impresso em uma folha de papel ou outra superfície é captado pela câmera de um celular ou uma webcam e convertido por um software específico em uma animação, texto, ou link de internet. O que diferencia uma da outra é a sua aplicação. “A realidade aumentada é mais dinâmica, permite mais interação. O QR Code tem uma característica mais informativa”, diz Gustavo Colossi, diretor de marketing da GM.

No começo do ano, a montadora usou a realidade aumentada na campanha de lançamento do Vectra GT Remix, carro voltado para o público jovem. A proposta era permitir a interação do internauta com um jogo de corrida usando o anúncio impresso em uma folha de papel como volante. Quem completasse o trajeto de forma correta ganhava acesso a uma música exclusiva em formato MP3. Em quinze dias, foram feitos 20 mil downloads, quantidade planejada para dois meses, segundo Colossi. “Valeu o investimento adicional de apostar em algo novo”, diz. De acordo com ele, a tecnologia foi apresentada à montadora por sua agência de publicidade no fim de 2008.

Quem também está apostando na realidade aumentada é a construtora Tenda, voltada às classes C e D. A ideia, segundo a empresa, é oferecer aos clientes uma opção para visualizar a arquitetura, infraestrutura e decoração dos projetos imobiliários.

Leonardo Dias, diretor da Taxi.Labs, afirma que um projeto de realidade aumentada pode começar custando menos de R$ 20 mil e fica mais caro dependendo do tipo de interação e conteúdo que será apresentado. Em um primeiro momento são criados os conteúdos em duas, três dimensões, ou vídeo. Depois com sistemas específicos é desenhada sua interação com a realidade.

Para Marcio Aguiar, consultor de tecnologia da Absolut Technologies, o uso da realidade aumentada como ferramenta de marketing representa apenas 10% do que a tecnologia permite fazer. Segundo ele, a empresa já fez um projeto que misturou realidade virtual e aumentada para a instalação de um novo equipamento no chão de fábrica de uma montadora. “Ainda deve-se ouvir muito sobre o assunto nos próximos dois anos”, diz Aguiar. Neste prazo, a realidade aumentada ainda deve ser adicionada aos sistemas da AutoDesk, desenvolvedora do software de engenharia AutoCAD. “É a evolução do desenho em três dimensões”, diz Acir Marteleto, diretor geral da empresa

Já o QR Code pode ser considerado a evolução do tradicional código de barras. Desenvolvida no Japão, a tecnologia já é aplicada em remédios, eliminando a impressão de bulas; em produtos alimentícios e até em anúncios de emprego que ficam nas paredes das estações de metrô em Tóquio. Algumas empresas, como a fabricante de celulares Nokia, já substituíram o código de barras pelo QR Code na fabricação de seus produtos.

No Brasil o sistema desembarcou oficialmente em 2007 pelas mãos da rede varejista Fast Shop. Uma série de anúncios da empresa trazia o código QR. Ao apontar a câmera do celular para a página, o leitor era enviado ao site da empresa, onde estavam anunciadas as ofertas. Eduardo Novogrebelski, diretor de operações da agência de comunicação Dentsu, chama atenção para o fato de o QR Code ser uma tecnologia barata, que permite a criação de campanhas publicitárias econômicas e abrangentes, uma vez que o código pode ser levado a diversas pessoas. “Falamos de um investimento de milhares e não milhões de reais”, diz.

No fim do ano passado, a operadora Claro também aderiu ao novo código. A tecnologia foi usada na campanha de Natal e acabou sendo adotada em seu programa de relacionamento com os assinantes. O cartão enviado aos clientes tem um código QR que tem a função de levá-lo a um site da empresa, mas que no futuro também poderá ser usado para a oferta de benefícios.

Colossi, da GM, afirma que a empresa avalia o uso do sistema, e que até o fim do ano a montadora pode aderir ao conceito.

 

Fonte:Valor Econômico