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O bom momento por que passa o mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos, e em especial o do estado do Rio de Janeiro, pode bem ser comprovado no acompanhamento dos números apresentados pelo Secovi-Rio. A entidade, que comemora 70 anos em 2012, tem um raio x completo de um segmento que reúne mais de 33 mil condomínios, 5.400 administradoras e imobiliárias, gerando 100 mil empregos diretos e R$ 1 bilhão em salários e encargos.

A disparada de preços verificada na cidade, nos últimos anos, em especial em 2010 e 2012, não pode ser atribuída unicamente a escolha do Rio de Janeiro como uma das cidades-sede da Copa do Mundo em 2014 e da Olimpíada em 2016. Segundo o presidente do Secovi-Rio, Pedro Wahmann, a alta acentuada de preços dos imóveis – mesmo em regiões em que tradicionalmente não se verificava tais saltos – pode ser explicada por uma conjugação de fatores que transformaram o Rio de Janeiro em foco de atenção no País e mesmo no exterior.

“O mercado imobiliário brasileiro e o do Rio, em particular, ficaram estagnados durante anos devido a uma série de injunções. A estabilidade econômica, o controle da inflação, o aumento do emprego e do salário, bem como os grandes projetos de infraestrutura e valorização urbana do Rio valorizaram as unidades, comerciais e residenciais, quer para venda, quer para locação. O que houve, na verdade, foi uma recomposição natural de mercado. Acredito que daqui para frente não veremos a explosão de preços verificada no ano passado, mas tenho certeza que, mesmo mais moderada, essa rentabilidade se manterá”, diz Wahmann.

O presidente do Secovi-Rio diz que a execução de obras, como o da recuperação da área portuária e do centro do Rio, com o projeto Porto Maravilha, a pacificação de comunidades, com a instalação das UPPs, e o andamento de grandes projetos viários – como o da recuperação do transporte ferroviário e a inclusão de novos como o BRT – passaram a valorizar áreas até então desvalorizadas, não só nas zonas Sul e Oeste, como no próprio Centro e na Zona Norte. “O Rio vive um momento virtuoso que atrai grandes empresas até mesmo do exterior devido a projetos como o do pré-sal, responsável pela vinda de empresas e profissionais especializados.”

Fonte: Jornal do Commercio, 01/10/2012

Setor registrou variação de 17,3% no pessoal ocupado total e 18,5% no pessoal ocupado assalariado

SÃO PAULO – No Cempre (Cadastro Central de Empresas), foi registrado em 2007 um crescimento de 2,7% no número de empresas e organizações ativas formais, com o saldo de 115 mil a mais ante o resultado de 2006, passando de 4,3 milhões para 4,4 milhões, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O destaque foi o setor da Construção, com variações de 17,3% no pessoal ocupado total, de 18,5% no pessoal ocupado assalariado e de 14,3% em salários e outras remunerações.
Já o grupo Organismos Internacionais e Outras Instituições registrou o segundo maior crescimento no pessoal ocupado total, com 13,4%. Ao mesmo tempo, o setor de Educação teve o segundo maior crescimento de pessoal ocupado assalariado (12,2%) e dos salários e outras remunerações (13,3%).
Comércio
Em número de empresas e outras organizações, o grupo Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas contabilizava, em 2007, quase metade das empresas ativas. Em seguida, destacava-se o grupo Indústrias de transformação, com 9%, e Outras atividades de serviços, com 7,9%.
No que tange ao pessoal ocupado, Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas também liderou, com 22%, seguido por Administração Pública, defesa e seguridade social (18,5%) e Indústrias de Transformação (18,4%).
Maiores e menores salários mensais
A pesquisa do IBGE também mostrou que os grupos Eletricidade e Gás e Atividades Financeiras pagaram os maiores salários médios mensais, o primeiro, com média de 10,4 salários mínimos, e o segundo, com 9 salários mínimos.
Depois aparecem Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais, com 7,7 salários mínimos. Tais remunerações superaram em 2,3 a 3,1 vezes à média nacional.
Os destaques negativos foram Agricultura, pecuária, produção florestal e aquicultura, com 2,1 salários mínimos, e Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, também com 2,1 mínimos. Já Atividades Administrativas e Serviços Complementares ficaram com 2 salários mínimos e Alojamento e Alimentação, com 1,6 salário. A diferença entre o maior e o menor salários médio mensal, em salários mínimos, chegou a 6,5 vezes, diz o IBGE.

A indústria da construção – civil e pesada – parece passar ao largo da crise. Projeções da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que reúne 62 entidades empresariais, indicam que o setor deverá crescer 3% em 2009 sobre 2008. O setor de habitação é um dos pilares desse crescimento e o aumento da oferta de crédito imobiliário é um dos impulsionadores dessa expansão, explica Paulo Safady Simão, presidente da CBIC. “Dois fundos criados nos anos 1960, o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), salvaram o Brasil na hora da crise, com injeções de bilhões de reais”, afirma.

O crescimento do setor pelo mercado imobiliário se deu com maior força, segundo o empresário, a partir de 2004, com o novo marco regulatório para a indústria de construção – “algo fundamental para dar estabilidade e tranquilidade ao setor”, diz. E atingiu o auge em 2008, com o crédito imobiliário chegando ao patamar de R$ 30 bilhões, com recursos do SBPE, e R$ 10,49 bilhões, do FGTS. Para 2009, os níveis devem se manter nas mesmas faixas, R$ 30 bilhões do SBPE e R$ 15 bilhões do FGTS, indicam projeções do Banco Central, Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e Caixa Econômica Federal.

Esses números, contudo, ainda estão muito aquém dos valores exigidos para o país suprir o elevado déficit habitacional urbano, segundo a CBIC. O último número apurado pelo Pnad/IBGE e Fundação João Pinheiro, relativo a 2007, mostra um déficit total (urbano e rural) de 6,273 milhões de domicílios.

Um projeto que promete contribuir para reduzir esse déficit é o programa “Minha casa, minha vida”, avalia Simão. Só em Minas Gerais, nos primeiros oito meses deste ano, a Caixa Econômica Federal realizou financiamentos da ordem de R$ 3,1 bilhões, superando a meta estabelecida para todo o ano. É um programa de sucesso que gera efeitos positivos na construção civil, ressalta. “Cerca de 50 mil unidades habitacionais já foram contratadas no país”, informa.

A previsão do programa, lançado no início deste ano, é construir 1 milhão de moradias populares , num prazo de 15 anos.

Os investimentos previstos para a Copa do Mundo de 2014, de acordo com o presidente da CBIC, também indicam boas perspectivas de crescimento da indústria de construção. As estimativas são de que as aplicações em infraestrutura e estádios para a realização do evento ultrapassem R$ 85 bilhões.

Fonte: Valor Online

O setor imobiliário brasileiro foi um dos primeiros a cortar nesta crise. Foram cancelados R$ 2,1 bilhões em lançamento de imóveis entre meados de setembro e o fim de dezembro. Isso porque o crédito para construção de apartamentos e escritórios desapareceu no auge da crise. Mas o mercado começa a dar sinais de melhora.

Segundo pesquisa da Fator Corretora, com base nos balanços das empresas, os lançamentos cresceram 95% na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano. Elas colocaram na praça R$ 3,8 bilhões em novos projetos.

O problema é que o mercado cresce a partir de uma base pequena. Isso fica claro quando avaliamos os resultados do primeiro semestre. Houve queda de 58% frente ao mesmo período de 2008.

O analista Eduardo Silveira, da Fator, prevê um futuro melhor no curto prazo. Ele explica que o novo ritmo de crescimento permite ao setor zerar seus estoques de imóveis em 12 meses. No primeiro trimestre, isso ocorreria em 18 meses. Os lançamentos tendem, portanto, a ser intensificados.

— O consumidor está mais confiante, o crédito retornou e o programa Minha Casa Minha Vida contribui para acelerar a retomada do setor nos últimos meses. Esses fatores também vão ajudar na melhora daqui para frente — afirma Silveira.

Fonte:Reuters

SÃO PAULO, 10 DE AGOSTO – O volume de contratações de financiamento imobiliário com recursos captados na poupança por agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) alcançou em junho 2,976 bilhões de reais, uma alta de 24,7 por cento sobre maio e equivalente ao melhor resultado mensal em 2009, informou a associação do setor a Abecip. Em número de unidades financiadas, junho também foi recorde para o ano. Segundo a Abecip, foram financiadas 25.840 unidades habitacionais, alta de 24,1 por cento ante maio. 

A entidade informou que em junho também foi registrado o melhor desempenho no ano em termos de captação de recursos por intermédio das contas de poupança. No mês, os depósitos superaram as retiradas em 1,789 bilhão de reais. 

No primeiro semestre, o crédito imobiliário com recursos da poupança totalizou 13,605 bilhões de reais, crescimento de 5,1 por cento ante um ano antes. Em relação às contas de poupança, o saldo global ao final dos primeiros seis meses do ano ficou em 224,52 bilhões de reais, uma expansão de 4,23 por cento sobre o fim de dezembro de 2008.

SÃO PAULO – O volume de operações de financiamento imobiliário com recursos captados na poupança por agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) deve alcançar cerca de 30 bilhões de reais neste ano, estável em relação ao verificado em 2008, informou nesta segunda-feira a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). 

Em termos de unidades, a previsão é a de financiamento de 300 mil habitações, em linha com as 299,685 mil financiadas no ano passado. 

Considerando-se os 15 bilhões de reais para o crédito imobiliário previstos no orçamento deste ano do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o mercado deve contar, no total, com 45 bilhões de reais direcionados ao financiamento habitacional em 2009. 

“Poderemos até superar o ano passado considerando-se também os recursos do FGTS”, afirmou o presidente da Abecip, Luiz Antonio Nogueira de França, em encontro com jornalistas. 

Em 2008, foram direcionados 10 bilhões de reais do FGTS para o financiamento imobiliário. 

Conforme a Abecip, o volume de operações de crédito imobiliário com recursos da poupança alcançou em junho 2,976 bilhões de reais, uma alta de 24,7 por cento sobre maio e equivalente ao melhor resultado mensal em 2009. Ante junho de 2008, contudo, houve queda de 6,78 por cento. 

“Voltamos praticamente ao nível pré-crise, de setembro de 2008”, afirmou. 

Em número de unidades financiadas, junho também foi recorde para o ano. Segundo a Abecip, foram financiadas 25.840 unidades habitacionais, alta de 24,1 por cento ante maio e recuo de 20,6 por cento contra o verificado no mesmo mês de 2008. 

No acumulado de janeiro a junho, foram financiadas no âmbito do SBPE pouco mais de 125 mil unidades, com queda de 2,57 por cento em relação ao verificado no mesmo período de 2008. 

No primeiro semestre, o crédito imobiliário com recursos da poupança totalizou 13,605 bilhões de reais, crescimento de 5,1 por cento ante um ano antes. Conforme França, trata-se do melhor resultado para um primeiro semestre. 

Para o segundo semestre, a expectativa é a de contratação de 16,4 bilhões de reais. 

Na avaliação do executivo, o efeito indireto do programa do governo para moradias populares “Minha Casa, Minha Vida” no segmento do mercado imobiliário que é atendido pelas instituições do SBPE, a melhora da confiança e a queda na taxa de juros explicam esse desempenho. 

França apontou ainda que o volume de recursos direcionado à produção de imóveis deve voltar a crescer no segundo semestre, à medida que construtoras e incorporadoras reduzam os estoques de imóveis prontos e acelerem o ritmo de execução de novos empreendimentos. 

CAPTAÇÃO NA POUPANÇA 

A Abecip informou ainda que em junho também foi registrado o melhor desempenho no ano em termos de captação de recursos por intermédio das contas de poupança. No mês, os depósitos superaram as retiradas em 1,789 bilhão de reais. No semestre, o resultado ficou positivo em 1,712 bilhão de reais. 

Segundo dados da entidade, o saldo total das contas de poupança ao final de junho era de 224,518 bilhões de reais, o equivalente a uma expansão de 4,23 por cento frente a dezembro e de 14,3 por cento em relação ao final do mesmo mês de 2008. 

Conforme França, não há sinais de desbalanceamento na captação de recursos da poupança em relação ao restante do mercado. 

“Não é possível afirmar que há migração de outros instrumentos para a poupança. A evolução no saldo dos fundos é de 15,5 por cento nos sete primeiros meses do ano, ante 7,4 por cento no saldo da poupança no mesmo período. Não há desbalanceamento”, reiterou. 

Ele evitou comentar eventuais medidas que possam ser adotadas pelo governo em relação à poupança, mas afirmou que, se houver desbalanceamento –com crescimento exagerado das captações–, será preciso adotar medidas. 

“Se houver desbalanceamento, somos favoráveis a medidas”, disse.

Fonte:Reuters

São Paulo – Mal começou a recuperação econômica e o setor de construção civil já se depara com a disputa por engenheiros. O setor foi um dos menos atingidos pela crise econômica e um dos que mais rapidamente voltou a crescer, graças à resistência do mercado interno e a estímulos como o pacote habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, lançado em março.

 No primeiro semestre de 2009, foram criadas 3,1 mil vagas para profissionais com diploma universitário na construção civil, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número ainda está longe dos 7 mil postos criados no mesmo período de 2008, ano considerado excepcional, mas já está próximo das 3,5 mil vagas criadas nos primeiros seis meses de 2007.

De acordo com o presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Marcos Túlio de Melo, mesmo com um ritmo menor de abertura de postos de trabalho, o reaquecimento já trouxe de volta a disputa por engenheiros. “Ainda temos um déficit grande de profissionais que só vai ser suprido daqui a dois ou três anos”, diz. No ano passado, a disputa por engenheiros elevou os salários pagos no setor.

As incorporadoras Gafisa e Tenda, pertencentes ao mesmo grupo, adotaram uma linha de estímulos para atrair os profissionais. Em 20 de julho, as empresas abriram as inscrições para o programa Comece Bem, que pretende contratar jovens engenheiros civis e de Produção no segundo semestre. “Vamos fornecer para o profissional um período formação profissional”, diz Rodrigo Pádua, diretor de Recursos Humanos da Gafisa. Segundo ele, o grupo pretende se fortalecer para um crescimento que virá no curto e médio prazo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Portal Abril – 06/08/2009

Construtora – Gafisa fechou 1º semestre com alta de 14,4% no lucro e estuda adquirirfatias de projetos em andamento

Gafisa deverá manter a estratégia de atuação mais agressiva no mercado de baixa renda, por meio da Tenda, e de análise criteriosa de lançamentos voltados para média e alta renda ao longo do segundo semestre, disse nesta segunda-feira o presidente da empresa, Wilson Amaral.

Conforme o executivo, os estoques mostraram queda “significativa” nos seis primeiros meses do ano, na esteira da recuperação do mercado imobiliário. Ainda assim, até dezembro, a construtora e incorporadora vai optar por “testar” os segmentos de médio e alto padrão.

“Há uma recuperação das vendas nos três segmentos em que atuamos, via Tenda, Gafisa e Alphaville, mas não queremos lançar um produto e não ter uma boa velocidade de vendas” . afirmou Amaral.

“No segmento de médio e alto padrão, vamos observar a reação do mercado para decidir qual será a velocidade de lançamentos”, acrescentou. Ao final de junho, os estoques da companhia, a valor de mercado, somavam R$ 2,7 bilhões, ante R$ 2,9 bilhões em março.

A Gafisa registrou lucro líquido de R$ 94,501 milhões no primeiro semestre deste ano, com alta de 14,4% sobre igual período do ano passado. O presidente da construtora, Wilson Amaral de Oliveira, disse ontem que a empresa pode estu dar aquisições de fatias de projetos em andamento no mercado imobiliário.”A gente assistiu a um volume muito grande de lançamentos em 2006, 2007 e 2008 e parte desses projetos vai estar disponível para aquisição em algum momento do seu ciclo”, afirmou, durante teleconferência. Neste ano, a Gafisa já comprou nove projetos, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 82 milhões.

Apesar disso, o executivo reconheceu que, hoje, o volume de lançamentos no mercado ainda está abaixo de 2006 e 2007. “As empresas, em geral, estão extremamente cuidadosas com a preparação dos projetos e os que estão sendo lançados são bons. Produtos bons vão apresentar grande  liquidez porque o maior problema, que era o da confiança, não existe mais. O cliente continua cauteloso, mas está muito mais confiante do que há seis meses”, considerou.

 

19 PROJETOS EM 2009

Só a Gafisa. informou o executivo, tem pelo menos mais 19 projetos médios e grandes previstos para serem lançados esse ano.

O executivo afirmou que hoje há mais disponibilidade de capital para financiar o plano de crescimento da companhia do que no início do ano e que a tendência é de redução dos spreads (diferença entre o custo de captação e o de empréstimo). “Como não travamos o or¬çamento para 2010 e estamos vendo o mercado voltando com agressividade, a gente vai estar com aquele bom dilema entre crescer mais rápido e trabalhar com índices diferentes ou desalavancados através de equities (captações), mas acho que é cedo para falarem 2010”. afirmou.

Para o presidente da Gafisa, hoje a operação de equity não se justificaria para a entrega do plano atual. “A gente só faria equity se fosse para alavancar muito o volume. A qualquer momento, se notarmos demanda forte pelos nossos produtos, voltaremos a uma avaliação mais precisa sobre o financiamento, que pode ser puro ou combinado com equity”, explicou. De qualquer forma.

Oliveira disse esperai que a relação da dívida líquida da companhia sobre o patrimônio liquido, hoje em 66%, possa alcançar entre 80% e 85% no final deste ano ou no primeiro trimestre do ano que vem.

Oliveira avaliou, ainda, que a tendência dos empréstimos via Sistema Financeiro da Habitação (SIH) é de crescimento. No segundo semestre deste ano, informou, o volume de contratações do SFH é da ordem de R$ 500 milhões a R$ 600 milhões. A Gafisa manteve a previsão para o ano de vendas contratadas consolidadas entre R$ 2,7 bilhões e R$ 3,2 bilhões, dos quais R$1 bilhão a R$1,2 bilhão virão da Gafisa, R$ 1.4 bilhão a R$ 1,6 bilhão da Tenda e R$ 300 milhões a R$ 400 milhões da Alphaville. A empresa também prevê alcançar margem Ebitda consolidada entre 16% e 17%.

“Estamos bem posicionados para aproveitar o crescimento renovado do setor devido à nossa diversificada linha de produtos residenciais e à presença em vinte estados.” disse Oliveira.

Entre o segundo trimestre desse ano e o de 2008, o avanço no lucro líquido da Gafisa foi de 35,1%, para R$ 57,768 milhões. A empresa fechou os primeiros seis meses do ano com 3.219 unidades lançadas, R$ 1,393 bilhão em vendas contratadas, R$ 1,24 7 bilhão em receita líquida e R$ 250, 615 milhões em Ebitda.

 

Fonte: Jornal do Comércio

Encontrei essa matéria no HSM e achei bem interessante, por isso estou repartindo com vocês.

Gestão 2.0 : Por quê líderes criativos são tão raros?

por Marcelão em 27 de Julho de 2009 às 11:27 am

Pessoal,

encontrei no site da Harvard Business Review artigo do professor Navi Radjou, diretor executivo do centro de pesquisas sobre a Índia da Universidade de Cambridge, em que ele comenta uma palestra apresentada pelo Dr. Abdul Kalam, ex-presidente da Índia, com o título “Liderança criativa na economia do conhecimento Global”.

Na sua palestra, o Dr. Kalam discursou sobre as mudanças tecnológicas e sócio-econômicas ocorridas no mundo, como o deslocamento do centro de gravidade econômica e geopolítica do ocidente para o oriente, o ritmo acelerado de mudanças tecnológicas e a crescente escassez de recursos.

Diante desse cenário, Dr. Kalam argumentou que as empresas, bem como as nações precisam desesperadamente do que ele chama de “líderes criativos,” uma nova geração de líderes visionários e empáticos que agem menos como comandantes e mais como treinadores, menos como gerentes e mais como facilitadores, e que permitem o auto-respeito antes de exigir respeito.

A partir de sua experiência, o Dr. Kalam articulou os oito princípios fundamentais de uma liderança criativa que são críticos para a condução de inovação e de crescimento na economia do conhecimento:

– O líder deve estabelecer uma visão para a organização;

– O líder deve ter paixão para transformar essa visão em ação;

– O líder deve ser capaz de liderar em um mundo de incerteza;

– O líder deve saber como liderar tanto no sucesso quanto no fracasso;

– O líder deve ter coragem de tomar decisões;

– O líder deve ter nobreza ao liderar;

– Cada ação do líder deve ser transparente;

– O líder deve trabalhar com integridade e ter sucesso com integridade;

 Para ilustrar seu ponto, o Dr. Kalam citou líderes que para ele lideravam imbuídos com estas oito qualidades. Por exemplo, quando Índia fracassou no lançamento do primeiro satélite missão em 1979, o presidente da agência espacial indiana, Prof Satish Dhawan assumiu total responsabilidade pela falha, embora o Dr. Kalam tenha sido realmente o diretor da missão.  Mas no ano seguinte, quando alcançaram o sucesso ao colocar o primeiro satélite contruído na Índia em órbita, o professor Dhawan não compareceu à conferência de imprensa, mas sim o Dr. Kalam para quem ele pediu que compartilhasse a história de sucesso com a mídia, dando-lhe todo o crédito para o sucesso da missão.

O autor do artigo comentou sobre como a economia mundial mergulhou em uma profunda recessão ao longo dos últimos doze meses devido a uma falta de liderança criativa em toda a sociedade e política. A falta de transparência – e muito menos nobreza – foi gritante entre as instituições financeiras, que acabou por conduzir à sua queda. Além disso, recentes escândalos políticos nos fizeram lembrar da absoluta falta de integridade em todo o espectro político.

O autor espera que, à medida que vamos saindo da recessão econômica, as empresas e os cidadãos irão eleger líderes empresariais e políticos que pratiquem uma liderança criativa com nobreza e integridade, que procurem agir menos como comandantes e mais como facilitadores, que sejam dotados de uma bússola moral que lhes permite trabalhar com integridade – e ter sucesso com integridade.

Concordo em gênero, número e grau com o professor Navi Radjou. O tema competências dos líderes do futuro é recorrente aqui nesse blog e deveria ganhar importância maior nas empresas, se elas quiserem realmente tornar-se sustentáveis, conciliando competitividade com a ética.

Esse é mais um post que vai para a série “Gestão 2.0″.

E você leitor, quem você considera como líderes criativos que apresentam os princípios acima relacionados? Quais os passos que sua organização está tomando para produzir tais lideranças?

Um abraço.

P.S : Força, Massinha!

Segue o link para a matéria

http://hsm.updateordie.com/updateordie.com/empresas/2009/07/gestao-20-por-que-lideres-criativos-sao-tao-raros/

Se o setor da construção civil foi uma das principais vítimas da crise, agora está entre os mais otimistas. Cerca de 33% de seus executivos já acreditam que 2009 vai registrar um crescimento do PIB de até 2%.
 
A conclusão é de levantamento realizado pela Fama Investimentos, empresa de administração de recursos de terceiros. Foram consultados profissionais de cem companhias líderes em seus segmentos, em abril e maio.
 
Para Bruno Piacentini, sócio da Fama, o resultado mostrou uma esperança dos executivos com relação às medidas do governo para salvar o setor.
 
Os mais pessimistas são os executivos de agronegócios, com 17% esperando uma queda superior a 2% do PIB em 2009. Nos serviços, cerca de 18% aguardam alta superior a 2%.
 
“As empresas que dependem do mercado interno aparecem mais otimistas. Já os setores de commodities e de agronegócios estavam mais preocupados.”
 
No cenário geral, dois terços dos altos executivos do país têm expectativa de melhoria no ambiente de negócios para os próximos seis meses.

Fonte:Folha de São Paulo

Recebi o texto abaixo de minha irmã, esta manhã.

Em meio a um milhão de coisas que fazemos, começamos a refletir sobre o que é certo ou não deixar de fazer.

Achei que vale a reflexão…

Exigências da vida moderna (quem agüenta tudo isso??)

Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro. E uma banana pelo potássio. E também uma laranja pela vitamina C. Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes.

Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água. E uriná-los, o que consome o dobro do tempo.. Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos (que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão).

Cada dia uma Aspirina, previne infarto. Uma taça de vinho tinto também. Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso. Um copo de cerveja, para… não lembro bem para o que, mas faz bem. O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber. Todos os dias deve-se comer fibra. Muita, muitíssima fibra. Fibra suficiente para fazer um pulôver.

Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente. E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada. Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia. E não esqueça de escovar os dentes depois de comer.

Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da laranja, das seis refeições e enquanto tiver dentes, passar fio dental, massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax.

Melhor, inclusive, ampliar o banheiro e aproveitar para colocar um equipamento de som, porque entre a água, a fibra e os dentes, você vai passar ali várias horas por dia.

Há que se dormir oito horas por noite e trabalhar outras oito por dia, mais as cinco comendo são vinte e uma. Sobram três, desde que você não pegue trânsito. As estatísticas comprovam que assistimos três horas de TV por dia. Menos você, porque todos os dias você vai caminhar ao menos meia hora (por experiência própria, após quinze minutos dê meia volta e comece a voltar, ou a meia hora vira uma).

 E você deve cuidar das amizades, porque são como uma planta: devem ser regadas diariamente, o que me faz pensar em quem vai cuidar delas quando eu estiver viajando. Deve-se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações.

Ah! E o sexo.. Todos os dias, tomando o cuidado de não se cair na rotina. Há que ser criativo, inovador para renovar a sedução. Isso leva tempo e nem estou falando de sexo tântrico.

Também precisa sobrar tempo para varrer, passar, lavar roupa, pratos e espero que você não tenha um bichinho de estimação. Na minha conta são 29 horas por dia.

A única solução que me ocorre é fazer várias dessas coisas ao mesmo tempo!!! Tomar banho frio com a boca aberta, assim você toma água e escova os dentes. Chame os amigos e seus pais. Beba o vinho, coma a maçã e dê a banana na boca da sua mulher.

 Ainda bem que somos crescidinhos, senão ainda teria um Danoninho e se sobrarem 5 minutos, uma colherada de leite de magnésio.

Agora tenho que ir. É o meio do dia, e depois da cerveja, do vinho e da maçã, tenho que ir ao banheiro. E já que vou, levo um jornal… Tcháu…. Se sobrar um tempinho, me manda um e-mail.

Luís Fernando Veríssimo

Fonte:Valor Econômico
 
Fernando Travaglini, de São Paulo
  
Passado o pior momento da crise internacional, os bancos colocam novamente o pé no acelerador e começam a flexibilizar as condições de crédito para tentar para trazer de volta o consumidor, que continua retraído. As instituições financeiras apostam em ampliação dos prazos e queda das taxas de juros, como forma de aumentar o acesso dos clientes aos empréstimos.
 
Ontem o Bradesco anunciou o alongamento do crédito à habitação para 30 anos, acompanhado de queda dos juros. A intenção é ampliar a participação no segmento de famílias que ganham entre três e dez salários mínimos, dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH).
 
“O país vive uma situação econômica que vai voltando ao normal, com previsibilidade econômica sem sobressaltos. É hora de ser mais agressivo e atender os consumidores dessa faixa renda”, disse Norberto Barbedo, vice-presidente do Bradesco.
 
O Banco do Brasil também divulgou corte das taxas de nove linhas e o aumento em R$ 13 bilhões nos limites de crédito de um terço de sua clientela pessoa física. A expectativa é de que entre R$ 2,5 bilhões a R$ 3 bilhões sejam escoados para o consumo ainda em 2009, ajudando a amenizar os efeitos da crise.
 
Outras instituições já haviam lançado campanhas com novas condições para os empréstimos das pessoas físicas. Na semana passada, Itaú Unibanco e Santander voltaram a ofertar financiamento de veículos em 72 meses, linha que havia sido encurtada para 60 meses desde o agravamento dos problemas na economia internacional, em meados de setembro.
 
Todas as mudanças são baseadas em uma visão menos pessimista das condições econômicas e a constatação de que a inadimplência, se ainda não melhorou, pelo menos começou a desacelerar. Ainda assim, o cenário exigi certa cautela, ressaltou Felix Cardamone, diretor-executivo da Aymoré, financeira do Santander.
 
O que ainda não mudou é o nível de exigência dos bancos, que continua elevado. Esse aperto nos critérios de concessão, que começou antes mesmo de a crise se agravar, é visto pelas instituições como o responsável pela melhora na qualidade do crédito das safras mais recentes. Os empréstimos concedidos em 2007 são apontados como os responsáveis pelos altos índices de atrasos das carteiras registrados desde o início do ano, especialmente para a compra de automóveis. É dessa época a proliferação das concessões sem entrada e com prazos de até 99 meses.
 
Com mais cautela, as instituições tentam agora ampliar sua participação nas classes de renda mais baixa. De acordo com o executivo do Bradesco, os juros para a compra de imóveis novos e usados de até R$ 120 mil, foi reduzido de 10% para 8,9% ao ano – equivalente a uma taxa mensal de 0,7% ao mês – mais a variação da TR. “É a menor taxa do mercado para imóveis nesta faixa”, disse Barbedo.
 
Segundo ele, com o programa do governo federal, Minha Casa, Minha Vida, as empresas do setor tendem a concentrar os lançamento na faixa de renda de três a dez salário mínimos. “Achamos que esse é o momento adequado de conquistar grande parcela dessa população”.
 
Esse segmento, de acordo com Barbedo, responde por cerca de 30% da carteira imobiliária para pessoas físicas do Bradesco, cujo saldo estava em R$ 2,23 bilhões em março deste ano. A intenção é atingir, já no início do próximo ano, 45% da carteira de mutuário final. “A expansão dessa faixa de renda vai ser muito maior do que qualquer outra”, completou.
 
Além da queda dos juros, a ampliação dos prazos máximos para 30 anos será determinante para avançar nesse nicho. Nas novas condições, um imóvel de R$ 85 mil, por exemplo, terá prestação ao redor de R$ 720 mensais, suficiente para que uma família com renda de R$ 2,3 mil, perto de cinco salários mínimos, financie a compra da unidade. Vale lembra que o prazo de 30 anos já era adotado, entre outros, por Santander e Caixa Econômica Federal, além de outras instituições, com a BM Sua Casa.

SÃO PAULO, 28 de maio de 2009 – Apesar de a crise ter estacionado no Brasil em meados de setembro do ano passado, os reflexos para o mercado de escritórios não foram tão grandes. De acordo com dados do relatório trimestral da Colliers, divulgados com exclusividade à Gazeta Mercantil, a oferta de lajes classificadas como A e A+ – mais conhecida como triple A -, nos primeiros três meses do ano, ficou no mesmo patamar do mesmo período de 2008.

Em comparação ao último trimestre de 2008, houve um acréscimo de 7% do estoque nos três primeiros meses de 2009, que correspondem a mais de 92 mil metros quadrados de novos escritórios em São Paulo. Já comparado ao primeiro trimestre de 2008, o crescimento do mercado foi da ordem de 13%, o que significa um acréscimo de mais 157 mil metros quadrados disponíveis.

A vacância atingiu neste trimestre a casa dos 6%, contra 4,6% no fechamento do quarto trimestre do ano passado. “Esse número se deve à crise, à pouca oferta no fim de 2008 e às eventuais devoluções”, afirma André Strumpf, diretor de área de escritórios da Colliers. “Estamos ainda encontrando um equilíbrio. Até agosto, a demanda era enorme, mas houve uma interrupção deste ciclo. Este ano é o da cautela”, conclui.
A companhia prevê que até dezembro a vacância deve atingir a casa dos 11%. “Não é um número ruim, um mercado saudável tem o índice de 10% a 12%”, afirma Strumpf. A vacância deve aumentar, principalmente, por causa da cautela que os investidores tem tido em alugar escritórios. “As companhias têm feito projeções mais cautelosas. Além disso, com o aumento das fusões e aquisições, tem sido entregues diversas áreas antes ocupadas. Consequentemente, as empresas estão em busca de lajes cada vez maiores”, diz o executivo.

Para este ano, espera-se a entrega de 214 mil metros quadrados de novas áreas de escritórios, mas 32% deste estoque já possui locatários. Isso pode impactar os valores do aluguel do metro quadrado, que devem cair, “mas nada mais do que 8%, em média”. “As mudanças dos preços vão ser pontuais, e não valem para todos os empreendimentos, principalmente para aqueles localizados em áreas com pouca oferta, como a Avenida Faria Lima”, completa Strumpf.
De acordo com o diretor da Colliers, a projeção de entrega de escritórios, em 2010, é de 160 mil metros quadrados, sendo que a média anual histórica é de 200 mil metros quadrados. Já em 2011, devem ser entregues 330 mil metros quadrados, contra 550 mil metros quadrados, em 2012, quando chegam ao mercado grandes empreendimentos.

“Aos poucos, o capital externo está voltando para o País. Mas agora os investidores estão procurando imóveis performados, ou seja, que estão alugados e estão dando retornos imediatos. Antes, qualquer lançamento era o suficiente”, diz Strump. Ele acrescenta que até 2008 o prazo de entrega dos imóveis era de 24 meses, mas agora as companhias aumentaram para 36 meses. “Isso foi feito em função dos financiamentos, que continuam difícieis.”

Regiões
A capital paulista possui 1,2 milhão de metros quadrados de escritórios de alto padrão, número significativo dentre o universo de 5 milhões de metros quadrados de lajes em São Paulo. O bairro da Barra Funda, por exemplo, tem quatro edifícios A ou A+ e o estoque da região é de mais de 74 mil metros quadrados. A taxa de vacância é de 2,5% e o valor médio de locação é de R$ 57 por metro quadrado. A Berrini, por sua vez, tem sete prédios, um estoque de 81 mil metros quadrados, taxa de vacância de 12,1%. A absorção é de 2.468 metros quadrados e o valor médio de locação é de R$ 67.
A Avenida Paulista e a Chácara Santo Antônio têm, cada uma, oito empreendimentos A ou A+. A diferença é que a vacância da avenida é de 14%, enquanto do bairro é de 0,7%. A Avenida Faria Lima, por sua vez, tem 12 edifícios, um estoque de 219 mil metros quadrados, 6,5% de vacância e o valor médio é de R$ 125 por metro quadrado. Mas a região mais representativa é a Marginal Pinheiros, com 17 edifícios, 209 mil metros quadrados de estoque e vacância de 7,2%. (Natália Flach – Gazeta Mercantil)

Nos últimos dias andei pensando muito sobre tudo que tem acontecido no mundo.

Quando parecia que tudo ia bem, veio essa crise louca para arrancar nossos cabelos (no meu caso, os poucos que restam). Agora que, pelo menos o Brasil, parecia respirar ares menos pessimistas, aparece a gripe suína, que de suína não tem muita coisa, mas está tentando fazer um lamaçal por ai.

Nos meus quase 36 anos (ainda sou um garoto), tenho aprendido que as coisas são cíclicas e que momentos bons  e ruins vão se revezando. Sabemos que tudo isso vai passar, que voltaremos a um momento melhor, mas quem quer esperar?

Eu não queria, e acho que a maioria das pessoas também não. Então qual a minha responsabilidade em tudo isso? Como fazer “a minha parte”?

Talvez a melhor forma seja mostrar um pouco mais de otimismo, sabendo que o pessimismo é contagiante e nos coloca para baixo, cada vez mais.

Se estiver passando por aqui e resolver deixar seu comentário, diga o que está fazendo para que toda onda de pessimismo fique para trás.