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SÃO PAULO – A facilitação do crédito e o rápido avanço nos preços dos imóveis não criaram uma bolha imobiliária no Brasil, segundo avaliação da coordenadora de estudos de construção da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ana Maria Castelo. Para ela, não existe no país um cenário que leve o setor a uma crise, como aconteceu em países desenvolvidos.

“Não vejo espaço para termos uma grande desvalorização nos preços dos imóveis. Para isso acontecer muitas pessoas teriam que colocar suas casas à venda, o que não é provável de acontecer”, diz Ana. Ela argumenta que a inadimplência no setor imobiliário é muito baixa porque a última coisa que as famílias querem perder é sua moradia. Além disso, Ana acredita que a tendência é de aumentos menores nos preços dos imóveis daqui pra frente, com o ritmo de reajustes ficando próximo ao da inflação.

Já no que se refere ao crédito, o que o governo podia fazer para estimular as concessões – baixar juros e ampliar prazos – já está sendo feito, segundo Ana Maria. “Creio que o crédito imobiliário vai crescer 15% neste ano, em relação a 2011. É bastante, mas é a metade do que se previa no início do ano.”

Para a coordenadora, parte significativa da demanda por imóveis foi atendida nos últimos meses, mas ainda há espaço para crescimento. “Uma grande parcela da população está em idade de constituir família. Com a economia melhorando, aumenta a possibilidade de se comprar imóvel. Mas o avanço do setor será a taxas menores.”

 

Fonte: Valor Econômico

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O bom momento por que passa o mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos, e em especial o do estado do Rio de Janeiro, pode bem ser comprovado no acompanhamento dos números apresentados pelo Secovi-Rio. A entidade, que comemora 70 anos em 2012, tem um raio x completo de um segmento que reúne mais de 33 mil condomínios, 5.400 administradoras e imobiliárias, gerando 100 mil empregos diretos e R$ 1 bilhão em salários e encargos.

A disparada de preços verificada na cidade, nos últimos anos, em especial em 2010 e 2012, não pode ser atribuída unicamente a escolha do Rio de Janeiro como uma das cidades-sede da Copa do Mundo em 2014 e da Olimpíada em 2016. Segundo o presidente do Secovi-Rio, Pedro Wahmann, a alta acentuada de preços dos imóveis – mesmo em regiões em que tradicionalmente não se verificava tais saltos – pode ser explicada por uma conjugação de fatores que transformaram o Rio de Janeiro em foco de atenção no País e mesmo no exterior.

“O mercado imobiliário brasileiro e o do Rio, em particular, ficaram estagnados durante anos devido a uma série de injunções. A estabilidade econômica, o controle da inflação, o aumento do emprego e do salário, bem como os grandes projetos de infraestrutura e valorização urbana do Rio valorizaram as unidades, comerciais e residenciais, quer para venda, quer para locação. O que houve, na verdade, foi uma recomposição natural de mercado. Acredito que daqui para frente não veremos a explosão de preços verificada no ano passado, mas tenho certeza que, mesmo mais moderada, essa rentabilidade se manterá”, diz Wahmann.

O presidente do Secovi-Rio diz que a execução de obras, como o da recuperação da área portuária e do centro do Rio, com o projeto Porto Maravilha, a pacificação de comunidades, com a instalação das UPPs, e o andamento de grandes projetos viários – como o da recuperação do transporte ferroviário e a inclusão de novos como o BRT – passaram a valorizar áreas até então desvalorizadas, não só nas zonas Sul e Oeste, como no próprio Centro e na Zona Norte. “O Rio vive um momento virtuoso que atrai grandes empresas até mesmo do exterior devido a projetos como o do pré-sal, responsável pela vinda de empresas e profissionais especializados.”

Fonte: Jornal do Commercio, 01/10/2012

Um novo ano começa e vemos muitas profecias sobre o mercado imobiliário. Talvez o fato de estamos crescendo e atraindo cada vez mais investimentos, faça com que uma série de pessoas muito bem intencionadas mas que, algumas vezes, pouco conhecem do mercado imobiliário, venham dar sua opinião sobre o mesmo.

Neste ponto, e antes de refletir um pouco mais profundamente sobre o futuro do mercado em 2012 (se é que alguém pode verdadeiramente fazê-lo), gostaria de abrir um parênteses: quais são as qualificações para atuar – e falar sobre o mercado imobiliário?

Ha pouco mais de 10 anos, quando comecei a atuar neste mercado, havia uma impressão que o mercado era formado de pessoas que “não deram certo” em outras áreas e como tábua de salvação, buscaram esse mercado.

Devo confessar que sempre tive dificuldade para aceitar isso pois acredito que quando escolhemos fazer algo, nos esforçamos em fazê-lo muito bem feito. Então, me parece inaceitável que alguém não tenha nenhuma opção melhor e resolva vir para um mercado tão dinâmico, agressivo e que remunera tão bem seus vendedores.

Se tínhamos, na época, esse ponto, hoje temos um contraponto que devemos estar atentos: parece que todos agora são especialistas em mercado imobiliário e sabem exatamente o que deve ser feito. Os consultores pipocam por todos os lados. Alguns, como o pessoal da Laguna & Bauler, com muita competência. Outros, infelizmente, querem apenas aproveitar o bom momento que o mercado vive.

Assim, talvez devamos colocar que para falar bem sobre o mercado imobiliário, além de estarmos extremamente antenados com este, entendendo suas reações perante todas as crises que querem nos envolver e suas peculiaridades nacionais, regionais e locais, devemos tentar não advogar em causa própria. O que talvez seja um dos maiores desafios.

Por fim, ninguém é perfeito o bastante para acertar tudo e saber tudo. Por tanto, para entender e falar do mercado imobiliário, é necessário uma grande dose de humildade e vontade de ouvir, discutir e aprender.

Nos últimos anos, atuei nos mercados de São Paulo, Rio de Janeiro e Piracicaba e vejo que os mercados são tão afetados pelo regionalismo que muitas “verdades absolutas” do mercado em São Paulo, por exemplo, quase nada servem para outras cidades. Por outro lado, o que se imaginava apenas como regras e verdades que valiam para grandes centros, passou a fazer parte de cidades em expansão e com mercados bem menos maduros. Tudo isso sem contar que  o que valia ha um ano atrás pode não valer mais hoje – deixando bons profissionais completamente perdidos.

Por favor, não entenda como uma caça a bruxas. Essa reflexão serve apenas para que coloquemos uma interrogação em tudo o que ouvirmos de previsão sobre o mercado e tentemos analisar se estas valem para onde atuamos e o momento que vivemos.

Eu, por exemplo, gosto muito da análise da Mariana Ferronato (http://www.marketingimob.com/2012/01/tendencias-para-o-marketing-imobiliario.html) e concordo com ela na maioria dos itens, pois apresentam as principais tendências relacionadas ao marketing imobiliário de forma clara e organizada.

Mas chegando a este ponto do texto, você deve se perguntar: afinal onde estão as previsões para o mercado imobiliário em 2012, que foram prometidas lá no topo do texto?”

Algumas coisas nos ajudam a definir como será 2012, mas quero me prender apenas a dica que está exatamente no termo que finaliza o título deste artigo: falso profeta.

Biblicamente, um falso profeta é aquele que queria tanto comunicar aos outros a verdade vinda do coração de Deus, que a inventava ou se deixava levar por influências não divinas. Isso, é óbvio, causava grande confusão e dor. Um verdadeiro profeta, no entanto, cumpria a vontade de Deus em sua vida e passava a ter autoridade para falar os desejos do coração do Pai, que se comunicava através deste.

Mas o que tudo isso tem haver com o mercado imobiliário?

Devo lhe dizer que estamos passando por um momento ímpar no mercado, que não vivemos ha décadas e que é muito mais importante do que passamos em 2010 e 2011. Este é um ano em que o mercado não vai mais caminhar sozinho, mas vai depender de cada um de nós.

A grande profecia está em nossas ações e não em nossas palavras! Acredito que será um ano muito produtivo para o mercado imobiliário, mas o que vamos fazer para que ele realmente o seja?

Será que vamos treinar mais nossos colaboradores e a nós mesmos? Ter consciência na formatação de produtos e preços? Vamos atender o cliente como se fosse a grande compra – ou venda da sua vida? Vamos buscar a nossa responsabilidade em cada negócio feito?

O quanto utilizaremos de nossa capacidade e criatividade em 2012? Como agiremos em relação as crises que podem nos assolar? O que faremos para que nossos clientes fiquem ainda mais satisfeitos? Como faremos tudo isso?

Se você começou a ler este texto procurando respostas, eu te deixo essas perguntas, sabendo termos um ano muito bom para nosso mercado, mas que será bom para todos nós se soubermos aproveita-lo e investir nele.

O futuro está em nossas mãos! FAÇA DE 2012 UM ANO MARAVILHOSO.

FAÇA A SUA PARTE!

Um ótimo 2012.

Ha algum tempo ouço Romeo Busarello, diretor da Tecnisa falar que lá eles tem um “vagabundo”.

A brincadeira se refere ao fato de que outros profissionais da empresa têm a impressão de que o gerente de mídias sociais da empresa, Beto Aloureiro, passa o dia numa boa, apenas navegando no Facebook, Orkut, Twitter e afins.  Fica “sem fazer nada de produtivo” o dia todo.

Talvez este exemplo mostre o quanto as empresas estão despreparadas para as redes sociais, mesmo que entendam a necessidade de estarem presentes e quererem utilizá-las para valorizar suas marcar – e não nos enganemos – vender mais. Mais do que propaganda, uma atuação consciente nas mídias sociais é uma resolução estratégica para as empresas.

Lembro-me de que, quando comecei com a internet, em 1995, a maioria das empresas queria “estar na rede”, mas não sabia nem como, nem o que colocar. Navegar pelos sites das empresas na época era encontrar fotos dos presidentes, catálogos online, bonequinhos animados dizendo que as áreas dos sites estavam em construção e coisas assim.

Foi preciso alguns anos e muito investimento – de tempo e dinheiro – para que as empresas começassem a entender que, mais do que estar na rede, é preciso interagir com quem visita o site. Este novo meio de comunicação impactou diversas áreas das empresas e fez com que a forma como nos comunicamos com os clientes fossem repensadas.

Em 2002/2003 quando comecei com a área de vendas online da Cyrela Incorporadora, ouvia muita coisa do tipo: “ninguém vai comprar imóveis pela internet”. Alguns meses depois vendemos a cobertura de um prédio de alto padrão nos Jardins, em São Paulo, em que o cliente, que morava nos EUA, veio apenas para assinar o contrato.

Hoje, é unanimidade que a grande mídia para o mercado imobiliário é a internet e, mais do que a forma de comunicação predileta dos clientes, é a mais barata para as empresas.

Voltando a falar de mídias sociais, na Frias Neto (imobiliária em que trabalho), fechamos no mês passado uma locação em que o primeiro contato foi pelo Twitter. Mérito da área de marketing da empresa e da corretora online Daniele, que identificaram a necessidade da cliente, fizeram a indicação dos imóveis pelo próprio Twitter e agendaram as visitas. Veja matéria no blog da Frias Neto: http://friasneto.wordpress.com/2011/03/01/frias-neto-usa-midias-sociais-para-atendimento-a-clientes/

O perfil da cliente? Geração Y!

Talvez você até me diga: “Mas é uma pequena fatia da população que pertence a esta geração e, muitas vezes, não tem potencial para compra de imóveis.” O mesmo que se pensava sobre quem acessava a internet há alguns anos e que – podemos notar – estava errado.

De qualquer forma, o impacto das redes sociais nas empresas parece ser irreversível e as que conseguirem transitar nas redes, sem ser invasivo, mas construindo sua marca e oferecendo serviços diferenciados,  estarão sempre um passo à frente do seus concorrentes.

Para finalizar o assunto do “vagabundo” da Tecnisa, veja abaixo um info gráfico interessante, publicado pela Social Cast sobre o dia-a-dia de um profissional especializado na gestão de mídias sociais.

Fonte: O Estado de São Paulo

O crédito imobiliário cresceu substancialmente neste ano e continuará se expandindo pelo menos até o primeiro trimestre de 2011, segundo o gerente de indicadores de mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi. Falta saber se continuarão atuando, com a mesma força, as condições que têm favorecido os compradores de imóveis, como o aumento da renda real e do poder de compra dos salários.

O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil, segundo reportagem do jornal Valor, passou de R$ 90,2 bilhões, em 2005, para R$ 137 bilhões, em 2009, e está estimado em R$ 152 bilhões neste ano. Nas mesmas datas, o volume de financiamentos aumentou de R$ 8,9 bilhões para R$ 47,05 bilhões – e já atingiu R$ 47,69 bilhões até o início de setembro, segundo dados do Sinduscon e da Caixa Econômica Federal (CEF).

Como notou Rabi, “diferentemente de outras modalidades, como o cartão de crédito, o financiamento imobiliário trabalha com prazos muito longos, de até 30 anos, e juros relativamente baixos, de 12% ao ano, pontos que contribuem para estimular sua expansão futura”. Além disso, a inadimplência superior a 90 dias é de apenas 1,5%.

As projeções – grandiosas – da Fundação Getúlio Vargas e da consultoria Ernst & Young indicam que 37 milhões de moradias deverão ser construídas entre 2007 e 2030, uma média de 1,6 milhão por ano. Mais novas famílias demandarão casa própria. O número de famílias deverá crescer em razão do aumento da idade média da população – de 32,5 anos, em 2017, para 36 anos, em 2030. Até 2017 o setor será estimulado pelas famílias de baixa renda e, a seguir, pela classe média.

Não apenas as operações com lastro no FGTS, gerido pela CEF, cresceram, mas também os empréstimos com base nas cadernetas, chegando perto das 400 mil unidades nos últimos quatro trimestres, 30% mais do que as 300 mil de 2009. A poupança já financia cerca de 40 mil imóveis por mês. A CEF, que usa o FGTS e as cadernetas, financiou 5.340 imóveis por dia em setembro.

As perspectivas são promissoras, mas poderão ser afetadas pelo aumento da inflação e seus efeitos negativos sobre a renda e o poder aquisitivo dos trabalhadores. Depois da fartura de crédito deste ano, talvez seja necessário reduzir um pouco o ritmo, em 2011, o que favoreceria o reequilíbrio fiscal. Um pequeno ajuste na demanda parece mais recomendável do que induzir os mutuários à euforia e, depois, arriscar um aumento da inadimplência.

Fonte:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101116/not_imp640511,0.php

Fonte: Folha.com

A venda de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo teve queda de 44,84% em setembro deste ano, frente o mesmo período de 2009. Foram comercializadas 2.785 unidades, ante resultado de 5.049. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pelo Secovi-SP.

No entanto, na comparação com o mês anterior, quando foram vendidos 1.638 imóveis, houve um aumento de 70%.

Em agosto, as vendas de imóveis novos também tinham recuado, com redução de 54,2%, no confronto com o mesmo mês no ano passado. Na comparação com julho, a diminuição nas vendas também foi expressiva (48,4%).

Na época, a entidade explicou que as dificuldades para viabilização de empreendimentos na cidade, o que inclui terrenos com valor alto e a legislação urbanística vigente, resultaram na fuga dos empreendedores para os outros 38 municípios da Grande São Paulo.

VENDAS SOBRE OFERTA

O indicador VSO (Vendas sobre Oferta) foi de 26,4% em setembro. O índice mede o desempenho de comercialização e é expresso pela relação entre o número de unidades vendidas e a oferta no mês (unidades remanescentes acrescidas dos lançamentos). Em agosto, tinha sido de 17,4 e em setembro de 2009 ficou em 30,8.

Apesar da retração no nono mês do ano frente ao desempenho do ano passado, a entidade aponta que as perspectivas para o mercado imobiliário na cidade de São Paulo são de crescimento em relação a 2009. O economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, estima terminar o ano com 36 mil unidades vendidas, enquanto os lançamentos podem atingir de 33 mil a 35 mil unidades, conforme indicam prévias sobre lançamentos.

O total de imóveis vendidos em São Paulo entre janeiro e setembro deste ano é de 24.605 unidades, queda de 1,9% sobre igual período de 2009, quando se foram comercializados 25.087 imóveis.

Quanto à segmentação, os imóveis com dois dormitórios responderam pelo maior volume de vendas em setembro, 37,8% do total, seguidos por aqueles com quatro dormitórios, equivalentes a 32,6% das unidades.

REGIÃO METROPOLITANA

O Secovi informou ainda que, considerando a região metropolitana do Estado, composta por 39 municípios, as vendas de imóveis somaram 4.723 unidades em setembro, crescimento de de 23,5% sobre o mês anterior.

O número de lançamentos na região, conforme a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), totalizou 7.660 unidades no mês, com alta de 60,1% sobre agosto. O volume de 2.894 unidades residenciais lançadas em setembro na cidade de São Paulo representou 37,8% do total produzido.

A maior cidade do país está cada vez mais caótica. Apesar de ainda ser a cidade das oportunidades, o melhor lugar para se trabalhar e estudar (segundo diversas publicações), a cidade não suporta mais seu próprio crescimento.

O carro chefe do desenvolvimento dos últimos anos – o mercado imobiliário, começa a sentir esse problema, já que não temos mais terrenos “bons” para novos lançamentos. A alternativa tem sido comprar vários imóveis, derruba-los e “fazer” um terreno para nova incorporação.

Este cenário fortalece a busca de construtoras pelo interior do estado. No caso de Piracicaba, já vemos lançamentos da Rossi Residencial, Cyrela e Alphaville (loteamentos), além, é claro, das construtoras locais.

Quanto ao mercado de Piracicaba, nada mais justo, já que o aquecimento é grande. Em agosto deste ano, a Frias Neto vendeu mais de 100 apartamentos de um lançamento em apenas 2 horas e meia, no pré-lançamento, praticamente sem nenhum anúncio, apenas atendendo a clientes da própria imobiliária e da prospecção realizada. Performance próxima dos melhores lançamentos do Rio de Janeiro e São Paulo.

Outros lançamentos do semestre seguiram a mesma tendência, tendo grande porcentagem vendida ainda no trabalho inicial, antes dos anúncios de jornais.

Isso é o que todos (Incorporadores, imobiliária, investidores e clientes) precisam. A velocidade de vendas gera a certeza de que o planejamento e desenvolvimento do produto foram feitos com acertividade.

O que vemos é que sempre que há uma maior participação, desde a venda do terreno e formatação do produto, de uma imobiliária que realmente conhece o mercado, os resultados de venda são melhores.

Para saber mais sobre a situação da cidade de São Paulo, veja matéria da Folha: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/825888-capital-perde-participacao-e-responde-por-metade-dos-lancamentos-de-imoveis-na-gsp.shtml

Para saber mais sobre lançamentos em Piracicaba, acesse:  http://www.friasneto.com.br