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No mesmo dia em que a MSI brasileira demonstrou notebooks ultra-finos e um PC tudo em um, a matriz em Taiwan anunciou o “braço ecológico” de sua linha U100 de netbooks. Com tela LED de menor consumo e uma bateria mais robusta, autonomia é recorde.

Netbooks são a representação da mobilidade, a liberdade no acesso à internet em qualquer lugar, sem fios, inclusive os da tomada. Por isso, é muito bem vindo o anúncio do mais novo netbook da MSI, o Wind U110 Eco.

Segundo o fabricante, seu netbook é equipado com uma bateria cuja autonomia ultrapassa as 13 horas, podendo chegar a 15, o que é um recorde absoluto em portáteis. A autonomia média de bateria de um netbook dos concorrentes é de três horas e meia. Mesmo notebooks topo de linha, como os MacBook Pro da Apple, não aguentam mais do que oito horas.

A MSI conseguiu atingir esta marca através da combinação de uma bateria estendida com nove células, além de um novo processador Intel Atom Z530 (com consumo menor que o Atom N270 normalmente usado em portáteis) e uma tela com iluminação LED, o que reduz o consumo (e melhora as cores) em comparação à iluminação tradicional com lâmpadas fluorescentes. O menor consumo faz juz ao adjetivo “Eco”, embora grande parte da grande autonomia deva-se mesmo à bateria.

O preço sugerido pelo MSI Windo U110 Eco é de US$ 430, nos EUA. Ainda não há informações sobre a venda no Brasil.

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Adquiri nesta semana uma nova maquinha – pequena no tamanho mas com ótima performance, já começo dizendo – um netbook da Six.

Estava cansado do ótimo – mas pesado – notebook Latitude D520 da Dell e a algumas semanas estava pesquisando um netbook.

Precisava de uma máquina não muito básica e que pudesse ser utilizada bem no dia-a-dia sem grandes traumas e o transtorno de carregar um note pesado e que sempre ocupa muito espaço em mesas de reunião e palestras.

Além disso, queria uma bateria para algo entre 3 e 4 horas e um hd maior do que tinha no Dell (40 gb).

Pesquisei bastante, quase comprei um notebook de 12 pol (na verdade comprei, mas o submarino não tinha para entregar), fui a Santa Ifigênia e vi dezenas de máquinas acompanhadas de comentários do tipo “netbook é para quem só acessa internet”, “compre um notebook de verdade”, “ você não vai gostar dessa máquina”.

Minha primeira escolha foi um Netbook da Acer de 11,6 pol, lindo e fininho. Mas fiquei com medo do processador Atom Z520 que vinha máquina e dos comentários da lentidão que vi na internet.

A opção então seriam máquinas com Atom N270 ou N280. Buscava também 2gb de RAM e um hd no mínimo de 160gb.

Como tinha visto algumas máquinas no Carrefour, quando estive na tortura de compras mensais, voltei para ver e segue a máquina que escolhi:

computadores_netbook_windows

Preço bom, bem parcelado e foi pra sacola. Apesar de nunca ter ouvido falar na marca, acabei arriscando e, até agora, tudo bem.

O único problema foi ter visto com o Windows Vista, que ontem mesmo substitui pelo Windows 7.

Aliás, quem diz que o Windows 7 não roda nestas maquininhas talvez nunca tenha tentado instalar. A instalação foi relativamente tranquila (descompactei a imagem do sistema no note, utilizando o Alcohol 120% – ótimo programa trial – copiei no hd externo e atualizei o Vista).

Não dá para comparar a performance com a de um Core 2 Duo, mas, para mim, até agora tem resolvido o problema.

A tela de 10 pol também é pequena, mas a qualidade acaba compensando um pouco pois a nitidez é ótima. A única decepção tem sido a bateria, que deveria durar umas 4 horas, mas não passou de 2h30 até agora.

Por enquanto, instalei apenas o office e alguns aplicativos básicos – além de trazer todos os meus arquivos para cá.  Os próximos serão Dreamweaver e Photoshop (o grande teste da máquina).

Vou postando aqui conforme for instalando mais aplicativos e utilizando no dia-a-dia.

A MSI planeja lançar um netbook touchscreen com a nova geração da plataforma Pine Trail Atom da Intel. De acordo com a MSI, o novo chipset Atom está planejado para ser oficialmente lançado na CES.

No entanto, a Intel ainda não bateu o martelo sobre o lançamento do Pine Trail, apenas mantendo que irá enviar os produtos aos clientes até o final do ano. A MSI espera ser a primeira a trazer netbooks Pine Trail ao mercado, incluindo o U150 de 10″ com Windows 7.

De qualquer modo, quanto antes ganharmos um novo Atom, melhor (tenha em mente que a próxima geração da popularíssima plataforma vai mesclar a CPU e o GPU no mesmo chip). De acordo com Andy Tung, da MSI, o Pine Trail está resultando em performance gráfica melhorada e ao menos 20% de melhoria no consumo de energia.

Ainda este mês a MSI vai lançar o Wind U210, de 12″, que, assim como o recente Gateway LT3100, usa a plataforma Yukon da AMD em vez da Atom. A MSI vai oferecê-lo em dois pacotes diferentes, incluindo um com Windows XP, 1GB de RAM e 160GB de disco rígido por US$ 379 e outro com Vista Premium por US$ 429.

Para aqueles, como eu, que esperam a melhora de performance dos Netbooks para ter o seu, talvez seja melhor esperar os novos lançamentos. Aqueles que não aguentarem, poderão buscar ótimas opções no mercado, a um preço bacana.

Para terem uma idéia, comparei o valor dos netbooks divulgados na revista Info do mês passado e vi que já podem ser encontrados até com 20% de desconto (o X11o da LG, que na revista está divulgado a R$ 1.599,00 já é encontrado a R$ 1.299,00). Quem não correr, não vende antes da chegada dos novos modelos.

Por falar em novos modelos, estive na Rua Santa Ifigênia na semana passada e conheci o novo netbook da Acer Aspire One 751 com tela de 11,2 e 2 GB de RAM. É simplesmente lindo. Pena que erraram no processador, colocando o mais fraquinho da família Atom.

Veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=OMJxbXGSB5U

Para quem quer rodam o Windows 7, mesmo que para as operações básicas, parece ser bem lento.

Os netbooks – laptops ultraportáteis, mas com menor poder de processamento e mais baratos – foram uma grata surpresa para o mercado de tecnologia. Com preço abaixo de 300 dólares (nos Estados Unidos), rapidamente esses equipamentos conquistaram uma fatia do mercado de computadores.

Promoções feitas por grandes varejistas norte-americanos, no entanto, estão fazendo com que notebooks com mais recursos já possam ser comprados por menos de 300 dólares. A partir do dia 26 de julho, a rede Wal-Mart vai vender um laptop da linha Compaq Presario por 298 dólares. A máquina tem processador AMD Sempron SI-42 de 2,1 GHz, tela de 15,6 polegadas, 3 gigabytes de RAM, disco rígido de 160 GB e gravador de DVD.

No começo desta semana, outra grande rede de varejo norte-americana, a Best Buy, vendeu um notebook da Acer por 299 dólares. O modelo vinha equipado com processador AMD Athlon 64 de 2 GHz, Windows Vista, 2 GB de RAM e 160 GB de disco rígido. O estoque da Best Buy rapidamente se esgotou.

Em comparação, os netbooks mais baratos do catálogo da Wal-Mart são vendidos por 238 dólares e tem menos recursos que o Compaq Presario que começará a ser vendido no domingo. O Asus Eee PC900HD tem tela de 8,9 polegadas, processador Intel Atom N270 de 1,6 GHz, 512 MB de RAM, disco rígido de 160 GB e Windows XP.

Poucas vezes laptops tiveram seus preços reduzidos abaixo da barreira dos 300 dólares nos EUA. A última vez que isso aconteceu foi em 2007, quando a Toshiba vendeu um laptop por 299 dólares. Atualmente, a maioria dos notebooks à venda na Wal-Mart, por exemplo, custam 350 dólares.

Esta também parece ser a tendência por aqui…

Saiu na IDGNOW do último dia 29/05/2009:

Netbooks causam prejuízo à MicrosoftOs netbooks – lapotps ultraportáteis, voltados para navegar pela web, checar e-mails e outras tarefas – estão fazendo com que a Microsoft fature menos com o sistema operacional Windows. Por isso mesmo, não é do interesse da companhia “vender muitos desses portáteis”, disse Stephen Baker, analista do NPD Group, empresa de pesquisa de mercado especializada em vendas no varejo.

“Eles (a Microsoft) amam os netbooks, contanto que eles sejam laptops secundários”, disse. Uma das explicações é que, apesar de os netbooks terem mantido a demanda por computadores em alta nos últimos trimestres, esses equipamentos também usam versões mais simples – e baratas – do sistema operacional. A maioria dos netbooks à venda hoje sai de fábrica com o Windows XP Home, pois não têm capacidade de rodar o Vista, por exemplo.

De acordo com o site TechARP.com, a companhia preparou versões específicas – e com menos recursos – do Windows 7, voltadas especialmente para os netbooks, que segundo a Microsoft são computadores com processadores de velocidade inferior a 2 GHz e 1 GB de memória RAM. Com isso, quem precisar de outras funções terá que comprar um computador “completo” e com uma versão “premium” (e mais cara) do Windows 7.

No mês passado, a companhia reconheceu que a receita da divisão Windows no primeiro trimestre deste ano despencou 16% em relação ao mesmo período do ano passado. Apenas as vendas das versões “premium” do sistema operacional registraram queda de 14 pontos percentuais na comparação ano a ano.

Gregg Keizer, editor do Computerworld, em Framingham

Alguns comentários sobre a matéria:

1) A Microsoft tem errado em suas estratégias comerciais e parece que vai errar novamente.  O uso de Netbooks tem crescido tanto que até usuários “hards” tem se rendido a praticidade da “maquininha”. Ter uma versão mais barata – ou menos cara – do Windows 7 para Netbooks pode ser um tiro no pé.

2) Hoje a maioria dos Netbooks tem saído com Linux. Fora os servidores, esse é o filão em que o Linux mais cresce. A Canonical fez até uma versão do Ubuntu (melhor distribuição Linux para usuários finais) para netbooks mais simples, e roda o programa completo nos netbooks com hd. A estratégia não é ter um sistema mais reduzido, mas sim um sistema com interface adaptada à tela de 7pol.

3) A tendência é que, em um curto espaço de tempo, os Netbooks tenham a mesma capacidade de muitos notebooks básicos de hoje. Pelos testes que fiz com Windows 7, uma máquina com 1gb de memória e Celeron, roda o sistema sem traumas. Será que é realmente necessário uma versão mais simples do sistema?

4) “Quem muito quer, nada tem!” Já é difícil a Microsoft acertar um sistema estável, apesar de parecer estar no caminho com o Windows 7, não seria melhor investir em apenas uma versão do sistema, estável e completa, do que ter várias versões do mesmo sistema, dependendo do “bolso do usuário”?

São “perguntas que não querem calar”…