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Adquiri nesta semana uma nova maquinha – pequena no tamanho mas com ótima performance, já começo dizendo – um netbook da Six.

Estava cansado do ótimo – mas pesado – notebook Latitude D520 da Dell e a algumas semanas estava pesquisando um netbook.

Precisava de uma máquina não muito básica e que pudesse ser utilizada bem no dia-a-dia sem grandes traumas e o transtorno de carregar um note pesado e que sempre ocupa muito espaço em mesas de reunião e palestras.

Além disso, queria uma bateria para algo entre 3 e 4 horas e um hd maior do que tinha no Dell (40 gb).

Pesquisei bastante, quase comprei um notebook de 12 pol (na verdade comprei, mas o submarino não tinha para entregar), fui a Santa Ifigênia e vi dezenas de máquinas acompanhadas de comentários do tipo “netbook é para quem só acessa internet”, “compre um notebook de verdade”, “ você não vai gostar dessa máquina”.

Minha primeira escolha foi um Netbook da Acer de 11,6 pol, lindo e fininho. Mas fiquei com medo do processador Atom Z520 que vinha máquina e dos comentários da lentidão que vi na internet.

A opção então seriam máquinas com Atom N270 ou N280. Buscava também 2gb de RAM e um hd no mínimo de 160gb.

Como tinha visto algumas máquinas no Carrefour, quando estive na tortura de compras mensais, voltei para ver e segue a máquina que escolhi:

computadores_netbook_windows

Preço bom, bem parcelado e foi pra sacola. Apesar de nunca ter ouvido falar na marca, acabei arriscando e, até agora, tudo bem.

O único problema foi ter visto com o Windows Vista, que ontem mesmo substitui pelo Windows 7.

Aliás, quem diz que o Windows 7 não roda nestas maquininhas talvez nunca tenha tentado instalar. A instalação foi relativamente tranquila (descompactei a imagem do sistema no note, utilizando o Alcohol 120% – ótimo programa trial – copiei no hd externo e atualizei o Vista).

Não dá para comparar a performance com a de um Core 2 Duo, mas, para mim, até agora tem resolvido o problema.

A tela de 10 pol também é pequena, mas a qualidade acaba compensando um pouco pois a nitidez é ótima. A única decepção tem sido a bateria, que deveria durar umas 4 horas, mas não passou de 2h30 até agora.

Por enquanto, instalei apenas o office e alguns aplicativos básicos – além de trazer todos os meus arquivos para cá.  Os próximos serão Dreamweaver e Photoshop (o grande teste da máquina).

Vou postando aqui conforme for instalando mais aplicativos e utilizando no dia-a-dia.

A Microsoft apresentou, em evento em San Francisco, testes que apontam o Windows 7 como um sistema capaz de gerenciar melhor o consumo de energia do que o Vista.

Para ilustrar o estudo, a companhia mostrou laptops idênticos rodando os mesmos DVDs de filmes longa metragem. Nas máquinas com Windows 7, a bateria durou até 20% mais em comparação a máquinas com o Vista.

Segundo a Microsoft, os ganhos de economia de energia giram entre 10% e 20% na comparação entre máquinas com Windows 7 e Windows Vista.

A companhia, no entanto, explicou que o nível de economia varia caso a caso e que o consumo de energia depende de muitos fatores, mas ressaltou que, de um modo geral, o Windows 7 leva vantagem significativa sobre o Vista.

O menor consumo é registrado já a partir do boot da máquina, que é mais rápido no Windows 7, diz a Microsoft. Os testes exibidos pela fabricante de software foram realizados em parceria com a Intel, que atestou o menor consumo de energia do Windows 7 em várias situações, como executar vídeos, navegar na internet e usar aplicativos de produtividade, como planilhas de texto e cálculo.

Além de dar maior autonomia a usuários que assistem um filme num voo longo, por exemplo, a Microsoft espera responder às pressões ambientais por aplicações que demandem menos energia.

Fonte: Info Online

Se realmente isso se confirmar, temos mais um motivo para os novos Netbooks virem com Windows 7.

Hoje já vemos o uso do Vista Basic em alguns modelos. Um sistema lento, chato e gastão de energia. Vi diversos posts na internet de usuários que tem instalado o Windows 7 RC nestas máquinas com ganhos de performance.

Será que finalmente teremos um sistema da MS que vale a pena ser instalado?

A MSI planeja lançar um netbook touchscreen com a nova geração da plataforma Pine Trail Atom da Intel. De acordo com a MSI, o novo chipset Atom está planejado para ser oficialmente lançado na CES.

No entanto, a Intel ainda não bateu o martelo sobre o lançamento do Pine Trail, apenas mantendo que irá enviar os produtos aos clientes até o final do ano. A MSI espera ser a primeira a trazer netbooks Pine Trail ao mercado, incluindo o U150 de 10″ com Windows 7.

De qualquer modo, quanto antes ganharmos um novo Atom, melhor (tenha em mente que a próxima geração da popularíssima plataforma vai mesclar a CPU e o GPU no mesmo chip). De acordo com Andy Tung, da MSI, o Pine Trail está resultando em performance gráfica melhorada e ao menos 20% de melhoria no consumo de energia.

Ainda este mês a MSI vai lançar o Wind U210, de 12″, que, assim como o recente Gateway LT3100, usa a plataforma Yukon da AMD em vez da Atom. A MSI vai oferecê-lo em dois pacotes diferentes, incluindo um com Windows XP, 1GB de RAM e 160GB de disco rígido por US$ 379 e outro com Vista Premium por US$ 429.

Para aqueles, como eu, que esperam a melhora de performance dos Netbooks para ter o seu, talvez seja melhor esperar os novos lançamentos. Aqueles que não aguentarem, poderão buscar ótimas opções no mercado, a um preço bacana.

Para terem uma idéia, comparei o valor dos netbooks divulgados na revista Info do mês passado e vi que já podem ser encontrados até com 20% de desconto (o X11o da LG, que na revista está divulgado a R$ 1.599,00 já é encontrado a R$ 1.299,00). Quem não correr, não vende antes da chegada dos novos modelos.

Por falar em novos modelos, estive na Rua Santa Ifigênia na semana passada e conheci o novo netbook da Acer Aspire One 751 com tela de 11,2 e 2 GB de RAM. É simplesmente lindo. Pena que erraram no processador, colocando o mais fraquinho da família Atom.

Veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=OMJxbXGSB5U

Para quem quer rodam o Windows 7, mesmo que para as operações básicas, parece ser bem lento.

Sempre falamos de mídias convergentes e que um canal de comunicação acaba influenciando o outro. Os impactos estão presentes desde sempre! A TV impactou o rádio ao ponto sua existência ser questionada.

Quanto à internet, nada disso poderia ser diferente. Além de impactar, ela muda a forma como nos relacionamos com outros meios de comunicação e canais de propaganda.

Como a base é computacional, não há como fugir: cada impacto é acompanhado de uma nova ferramenta – que serve de base para este.

Uma das mídias que mais tem recebido novidades na internet é a televisão. E hoje fala-se que o impacto da internet na TV tem modificado não só a forma de ver os programas como a forma de fazê-los.

Não vou entrar no mérito do segundo, mas quanto ao primeiro, tenho visto muita coisa interessante.

A dica desse post é o uso do Megacubo. Um software que visa tanto democratizar os canais de TV na internet como abrir espaço para TVs personalizadas. Podemos ver shows, filmes, seriados e tudo mais que imaginarmos que rola na TV.

O software pode ser baixado via WWW.superdownloads.com.br e permite o acesso tanto a programas da TV aberta como paga, além é claro, das personalizadas.

Utilizo ha quase dois anos e o que tenho visto é uma evolução constante tando do software como da quantidade e qualidade dos canais.

O Megacubo está disponível apenas para Windows (inclusive para o novo Windows 7), infelizmente,  e a instalação é super simples.

A discussão  sobre direitos autorais é longa, mas vale a brincadeira de assistir TV em qualquer lugar com internet, inclusive aquele jogo do Timão que só está passando no PPV ou em outros estados.

 Como forma de solucionar o caso antitruste que enfrenta na Europa, a Microsoft sugeriu incluir navegadores de internet rivais do Internet Explorer na próxima versão de seu sistema operacional, o Windows 7. A informação é do jornal The Wall Street Journal.

A Comissão Europeia informou, nesta sexta-feira (24/7), que a desenvolvedora norte-americana de softwares irá incluir uma tela que permitirá aos usuários escolherem navegadores alternativos ao seu programa browser.

A Microsoft é acusada de monopólio por incluir o Internet Explorer nas versões do seu sistema operacional. A investigação foi sugerida em 2007 pela fabricante do browser Opera.

Em junho, a Microsoft ofereceu, como solução, eliminar o Internet Explorer das versões europeias do Windows 7. A sugestão, contudo, não foi bem aceita.

A proposta atual é resultado de muitas conversas entre a empresa e a Comissão Europeia, e se aproxima do que vinha sendo sugerido à desenvolvedora.

Os fabricantes de PCs poderão instalar outros navegadores e, além disso, instalá-los como padrão se quiserem, afirma a Comissão.

A Microsoft ainda propôs melhoria da interoperabilidade entre produtos rivais do Windows e do Windows Server para finalizar outra acusação antitruste.

O órgão europeu ainda investigará a eficiência da oferta para ver se ela oferece uma “escolha real” ao usuário.

 fonte: Pcword

Após alguns meses de especulação e imagens “vazadas” em sites na internet, a Microsoft mostrou no blog oficial da equipe de desenvolvimento do Windows 7 as embalagens que abrigarão as cópias de seu novo sistema operacional, que deve chegar às lojas em outubro deste ano.

Segundo o texto, ao projetar as embalagens a empresa ouviu o consumidor, que pedia um design “simples, fácil de abrir e que evitasse o desperdício”. Elas mantém as linhas gerais usadas na embalagem do Windows Vista: caixas retangulares com o canto superior direito arredondado. Mas são mais finas e o estranho mecanismo lateral de abertura foi eliminado: agora elas abrem como uma embalagem de DVD.

O conteúdo da embalagem também foi simplificado, e agora inclui apenas o folheto com a arte da capa, o disco com o software e um guia rápido. O esquema de cores que diferencia as versões foi mantido: verde para o Windows 7 Home, azul para o Windows 7 Professional e preto para o Windows 7 Ultimate.

De acordo com a Microsoft, as novas embalagens, feitas com plástico reciclável, são 37% mais leves que as do Windows Vista. Claro que por trás de tudo isso também há um fator econômico: embalagens menores e mais leves usam menos material e ocupam menos espaço durante o transporte, o que resulta em redução de custos. Quem disse que ser verde não compensa?

Continuo com minha labuta de testes no Windows 7 RC. Como tive um problema com meu notebook, instalei o sistema em um desktop Celeron D com 1gb de RAM, todo onboard, bem básico.

Também instalei no micro de casa, utilizado por minha esposa e filho (também Celeron D – este com 512 de RAM). Neste micro, que veio com o Vista Start Edition, sempre tive problemas para instalar drives do XP, ou mesmo do Vista Ultimate. Com o Windows 7, resolvi estes problemas, conseguindo instalar, inclusive, minha impressora Lexmark velhinha.

Estou gostando muito do sistema e acho que ele oferece um up em relação ao XP e principalmente em relação ao Vista, mas vale pontuar algumas coisas:

1) Dreamweaver: se comportou bem no início. Nas últimas semanas perdi a funcionalidade de criar tabelas (na versão MX 2004) e o ftp começou a se perder (como tenho um equipamento que compartilha duas Wans na mesma LAN, o DRW passou a enviar a informação das duas conexões para o servidor FTP, fazendo com que o servidor não validasse a conexão);

2) Alguns usuários do blog reportaram problemas de instalação com o mini modem da OI. Estou esperando a volta do notebook e pegar emprestado novamente o modem para testar;

3) Photoshop: tive que reinstalar várias vezes até que estabilizasse. Simplesmente para de funcionar e trava a máquina. Instalei a versão CS3 do software e parece que estabilizou;

4) AVG: é o antivírus indicado pela Microsoft, mas não funcionou em nenhum momento. Nem instalou direito. A solução foi instalar o kaspersky, na versão beta para Windows 7 com validade de 3 meses (vou escrever um post sobre ele).

Se você está tendo outros tipos de problemas, por favor, relate o problema e a solução que encontrou, para irmos aprendendo.

Algumas novidades que ainda não vemos no Windows 7, mas que, parece, serão o diferencial do sistema, começam a aparecer:

 

Microsoft revela Touch Pack para o Windows 7

O pacote de programas explora a interface multitoques que deverá estar em alguns micros com Windows 7.

O Touch Pack traz três aplicativos e três joguinhos, todos feitos para uso com tela sensível ao toque. É resultado da colaboração dessa equipe com a que criou o Surface, o computador-mesa da Microsoft. O Touch Pack será entregue pré-instalado em micros com tela sensível ao toque. Ao que parece, esse software não será liberado para download. Brandon LeBlanc, da equipe de desenvolvimento do Windows 7, diz, no blog do grupo, que ficará a critério do fabricante instalar o pacote inteiro ou parte dele no computador. Veja quais são os componentes do kit:

Surface Collage! – Aplicativo para colagens fotográficas. As fotos são movidas na tela com as pontas dos dedos.

Surface Globe – Similar ao Google Earth, esse aplicativo exibe imagens do planeta, mapas e informações geográficas.

Surface Lagoon – Protetor de tela que mostra uma lagoa. O usuário pode mover as pedras e interagir com os peixes.

Blackboard – Joguinho em que o objetivo é construir máquinas malucas posicionando coisas como engrenagens, ventiladores e gangorras.

Rebound – Nesse jogo, a pessoa usa os dedos para impulsionar uma bolinha num tabuleiro eletrificado.

Garden Pond – Outro joguinho. A meta é impulsionar barquinhos de papel fazendo ondas num laguinho de jardim.

“O Windows 7 estará disponível no dia 22 de outubro”, disse a Microsoft.
Em abril, a empresa já havia dito que o lançamento do Windows 7 estava programado para o ano fiscal de 2010 – que começa em julho deste ano.

É engraçado, mas se a previsão se confirmar, o lançamento será uma semana antes da nova versão do Ubuntu (30 de outubro).

Segundo a Microsoft, a idéia é que os usuários não precisem comprar novas máquinas ou mesmo melhorar as atuais (lembrando que eles entendem como parque de equipamentos as máquinas lançadas nos últimos dois anos). Me parece que este é o caminho que a empresa está conseguindo traçar.

Em meu mais de um mês de teste do Windows 7 RC, o que tenho visto é um sistema estável o suficiente para começar a ser usado. Diferente do que ocorreu com o Vista, que nunca agradou quanto a este quesito.

Além do modem 3g da Oi, tenho usado rede wifi e cabeada e o sistema não tem apresentado problemas. Aliás, vale elogiar o novo gerenciador de redes: muito mais simples e eficiente do que o do Vista e mais completo do que o do Windows XP.

Falando em testes, um amigo testou atualizar o Vista com o Windows 7 RC. Segundo ele, não deu muito certo. O sistema novo herdou algumas instabilidades e travamentos do Vista.

Segue o conselho: façam seus backups e formatem a máquina do zero.

Como anunciei ha alguns dias, estou testando em minha máquina o novo sistema da Microsoft.

Diferente de muitas pessoas que testam o sistema primeiro em máquinas de pouco uso, apenas para ter uma idéia de seu funcionamento, estou testando em meu notebook de uso diário.

Minha “versão kamikase” ganhou de minha “versão prudente” e acabei resolvendo utilizar o sistema como único em minha máquina (dentro de alguns dias vou instalar o novo Ubuntu também).

Vamos ao que interessa:

1) Download: rápido e sem problemas. A maior atenção está relacionada ao número de série fornecido durante o processo. Sem ele, é impossível instalar o sistema – claro. Afinal, estamos falando da Microsoft. Vale lembrar que temos apenas a versão em Inglês disponível.

2) Formatação e instalação: o sistema reconheceu o meu WXP e disse que não podia atualiza-lo (opção válida apenas para o Vista, mas é preciso ter muita coragem).  Como já tinha feito todos os backups, formatei a máquina. (Aqui vale um comentário: a melhor coisa do mundo foi ter disponível um hd externo nesta etapa. Copiei tudo para ele e fiquei tranquilo).

A instalação foi mais rápida do que a de um XP ou Vista e não precisou de muito acompanhamento no processo. Utilizei um Dell Latitude D520, com processador Celeron e 1gb de RAM.

O espaço ocupado no HD é o menor que o do Vista, apesar de todos os drives atualizados que vêm com o Windows 7 .

3) Início do uso: sem traumas. Como é um sistema com layout mais limpo, me acostumei muito rápido, apesar dos menus estarem em inglês. A conexão de rede funcionou direitinho e instalei minha impressora de rede de modo muito mais fácil do que nas versões anteriores do Windows.

Estou usando a maioria do softwares que estou acostumado (office, Dreamweaver, Photoshop etc) sem problemas.

O novo Windows Explorer (não sei porque tínham acabado com ele) ajuda bastante, inclusive quando colocamos algum pen drive na usb. Ele é mais organizado que as versões anteriores e facilita encontrarmos tanto arquivos como máquinas na rede.

O sistema já vem com IE8 instalado, em uma versão aprimorada e mais estável do que a que testei ha algum tempo no XP.

Por fim, a estabilidade do sistema (pelo menos até agora) é muito maior do que a do malacabado Vista. Mesmo se tratando de uma versão de testes. Ponto para a Microsoft.

Em breve, mais impressões…

Provavelmente, em breve estarei publicando aqui posts utilizando o Windows 7 RC. Acabei de baixar o programa, vou fazer o famoso backup pré-instalação e vou voltar a testar um novo sistema operacional.

Nos últimos anos já passei pelo Vista, XP (atual) e Ubuntu (para mim o melhor Linux para desktops disponível), quase que se revezando no meu note Latitude D520 da Dell (eita maquinha porreta de durável).

Minha vontade era mudar para a nova versão do Ubuntu, mas não resisti a testar a promessa da Microsoft, que, aliás, faz tempo que vive mais de promessas do que de realizações. Errou feio no Windows Vista e não sei se vai se recuperar assim facinho.

Quer baixar também e testar por 13 meses (na realidade são 7 pois no início do ano, quem continuar se aventurando no novo sistema receberá diversos avisos de que seu tempo está acabando. Depois de março de 2010 o sistema se desligará a cada 2 horas – padrão Microsoft de ser), pode acessar este link e baixar a versão RC, que muitos falam, será bem parecida com a final. Mas é necessário um pouco de coragem para testar um novo sistema.

Não esqueça de anotar o número de série indicado no início do download. Ninguém merece formatar a máquina e depois não conseguir instalar o sistema direito – principalmente se você está se aventurando sem todo o conhecimento necessário.

Assim que estiver tudo ok (espero que valha a pena), vou publicando as experiências aqui.