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Integrar os mundos real e virtual é um desejo do ser humano explorado centenas de vezes pela literatura, cinema, televisão e internet. No dia a dia, entretanto, essa mistura tem esbarrado em limitações tecnológicas que tornam a experiência não muito agradável e que acabam adiando a concretização deste sonho.

Mas a rápida evolução da internet e a popularização das câmeras digitais está deixando cada vez mais próximo o momento em que o real e o virtual irão se misturar da mesma maneira – ou até melhor – do que o que foi tantas vezes previsto pela ficção científica.

Muito utilizadas no Japão, Estados Unidos e Europa atualmente, duas inovações estão criando expectativas e movimentando o mercado de tecnologia também no Brasil: a realidade aumentada e os Quick Response Code (QR Code).

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 Os dois sistemas têm funcionamento muito parecido. Um código impresso em uma folha de papel ou outra superfície é captado pela câmera de um celular ou uma webcam e convertido por um software específico em uma animação, texto, ou link de internet. O que diferencia uma da outra é a sua aplicação. “A realidade aumentada é mais dinâmica, permite mais interação. O QR Code tem uma característica mais informativa”, diz Gustavo Colossi, diretor de marketing da GM.

No começo do ano, a montadora usou a realidade aumentada na campanha de lançamento do Vectra GT Remix, carro voltado para o público jovem. A proposta era permitir a interação do internauta com um jogo de corrida usando o anúncio impresso em uma folha de papel como volante. Quem completasse o trajeto de forma correta ganhava acesso a uma música exclusiva em formato MP3. Em quinze dias, foram feitos 20 mil downloads, quantidade planejada para dois meses, segundo Colossi. “Valeu o investimento adicional de apostar em algo novo”, diz. De acordo com ele, a tecnologia foi apresentada à montadora por sua agência de publicidade no fim de 2008.

Quem também está apostando na realidade aumentada é a construtora Tenda, voltada às classes C e D. A ideia, segundo a empresa, é oferecer aos clientes uma opção para visualizar a arquitetura, infraestrutura e decoração dos projetos imobiliários.

Leonardo Dias, diretor da Taxi.Labs, afirma que um projeto de realidade aumentada pode começar custando menos de R$ 20 mil e fica mais caro dependendo do tipo de interação e conteúdo que será apresentado. Em um primeiro momento são criados os conteúdos em duas, três dimensões, ou vídeo. Depois com sistemas específicos é desenhada sua interação com a realidade.

Para Marcio Aguiar, consultor de tecnologia da Absolut Technologies, o uso da realidade aumentada como ferramenta de marketing representa apenas 10% do que a tecnologia permite fazer. Segundo ele, a empresa já fez um projeto que misturou realidade virtual e aumentada para a instalação de um novo equipamento no chão de fábrica de uma montadora. “Ainda deve-se ouvir muito sobre o assunto nos próximos dois anos”, diz Aguiar. Neste prazo, a realidade aumentada ainda deve ser adicionada aos sistemas da AutoDesk, desenvolvedora do software de engenharia AutoCAD. “É a evolução do desenho em três dimensões”, diz Acir Marteleto, diretor geral da empresa

Já o QR Code pode ser considerado a evolução do tradicional código de barras. Desenvolvida no Japão, a tecnologia já é aplicada em remédios, eliminando a impressão de bulas; em produtos alimentícios e até em anúncios de emprego que ficam nas paredes das estações de metrô em Tóquio. Algumas empresas, como a fabricante de celulares Nokia, já substituíram o código de barras pelo QR Code na fabricação de seus produtos.

No Brasil o sistema desembarcou oficialmente em 2007 pelas mãos da rede varejista Fast Shop. Uma série de anúncios da empresa trazia o código QR. Ao apontar a câmera do celular para a página, o leitor era enviado ao site da empresa, onde estavam anunciadas as ofertas. Eduardo Novogrebelski, diretor de operações da agência de comunicação Dentsu, chama atenção para o fato de o QR Code ser uma tecnologia barata, que permite a criação de campanhas publicitárias econômicas e abrangentes, uma vez que o código pode ser levado a diversas pessoas. “Falamos de um investimento de milhares e não milhões de reais”, diz.

No fim do ano passado, a operadora Claro também aderiu ao novo código. A tecnologia foi usada na campanha de Natal e acabou sendo adotada em seu programa de relacionamento com os assinantes. O cartão enviado aos clientes tem um código QR que tem a função de levá-lo a um site da empresa, mas que no futuro também poderá ser usado para a oferta de benefícios.

Colossi, da GM, afirma que a empresa avalia o uso do sistema, e que até o fim do ano a montadora pode aderir ao conceito.

 

Fonte:Valor Econômico

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Dizem que quem trabalha com tecnologia deve ser incansável. Concordo. Cada vez mais.

Vem ai a nova onda da Web Social. O Google Wave – nada menos criativo e mais simples. Será?

Quando comecei a usar o Google Docs achei a solução tão fantástica e legal que a trouxe para minha empresa. Nada como ter tudo em um único local, compartilhar arquivos, agendas e tudo o mais.

Hoje temos nossa plataforma de trabalho agregada ao Google – ou dependente dele. Isso foi ótimo, apesar de parte dos usuários não quererem modificar o modo de ler seus e-mails e ter um escritório totalmente virtual, muitos aceitaram e incorporaram mais que uma ferramenta, um novo modo de trabalho.

Agora parece que o Google está indo mais longe. Com o projeto Google Wave, teremos uma comunidade virtual quase única, que pode englobar todas as outras, inclusive permitindo o compartilhamento de arquivos. Você poderá acessar suas comunidades, conversar, publicar arquivos, escrever em seu blog e muito mais. Isso tudo em um único lugar.

Pode ser muito legal ou totalmente caótico, ainda não sei.

Como será que as empresas vão usar essa ferramenta? Também não sei, mas pode ser uma nova revolução, misturando serviços comuns da web 2.0 com as social web. Vai dar o que falar – ou escrever.

veja em http://wave.google.com

Acontecerá em São Paulo o Google Developer Day 2009, um evento de um dia para desenvolvedores que ocorrerá no dia 29 de junho de 2009, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.Apesar da divulgação do evento ainda não ter confirmado todos os palestrantes, a agenda está bem interessante, separando o evento em 3 grandes grupos: Geo, Cloud Computing e Social Web. 

Este ano, o conteúdo englobará o Android, o Google App Engine, o Google Web Toolkit, as APIs AJAX e muito mais. No Developer Day, será possível interagir diretamente com as equipes de engenheiros que trabalham nos produtos para desenvolvedores e nas APIs.

Haverá dezenas de sessões técnicas que explicarão como criar aplicativos melhores usando o Google e tecnologias abertas. Para desenvolvedores que trabalham com aplicativos para negócios, as sessões e demonstrações também irão abordar esses tópicos. Além disso, haverá oportunidades para os membros da comunidade de desenvolvedores se conhecerem e discutirem as últimas tecnologias móveis e para a web.

Acesse o  website  do evento para saber mais e se inscrever.  As vagas são limitadas. A inscrição é fácil e rápida.