Posts com Tag ‘tecnologia’

Há algumas semanas falei um pouco sobre a nova rede social que está ganhando espaço: Quora. Um dos desafios era entrar “sem ser convidado”.

Desafio vencido!

Veja aqui como entrar na rede “pela porta dos fundos”.

Já testei e funcionou muito bem.

Anúncios

Guarde este nome, ou tente pronuncia-lo corretamente: Quora!

Trata-se de uma rede diferente, que nem é social nem microblog, mas é um lugar para encontrar não apenas pessoas, mas conversas interessantes. Auto-definido como “uma coleção continuamente melhorada de perguntas e respostas, criadas, editas e organizadas por quem quer que use”.

Segundo comentários, será uma fonte de conhecimento acumulativa, quase no estilo FAQ. Nele você não segue pessoas, mas assuntos. Mais um para competir pelo nosso tempo nada ocioso, com o Facebook, Twitter a afins.

Quer testar? vá em http://www.quora.com e… fique decepcionado!

Entrar? Só com convite e postar só em inglês, pois a equipe do Quora puxa a orelha de quem faz ou responde perguntar em outros idiomas.

Veja comentário em: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/01/12/quora-adverte-quem-nao-escreve-em-ingles-923487778.asp

Quer saber porque você deve participar do Quora? Veja esta matéria muito legal do Rafael Gomes: http://www.midiatismo.com.br/2011/01/por-que-voce-deve-conhecer-o-quora.html

ou estes vídeos do seu funcionamento:

Alguém distribui convites?

Muito se tem falado sobre  o necessidade de estarmos nas redes sociais, mas pouca é a apuração deste impacto nas vendas das empresas. Na notícia abaixo, começamos a ter alguns parâmetros, apesar da quantidade de entrevistados não ser tão grande.

Fonte: Exame.com

São Paulo – Pesquisa do Ibope realizada com 8.561 internautas de onze regiões metropolitanas do país revelou que as redes sociais, como Twitter e Facebook, influenciam na decisão de compra de 25% dos internautas.

Esses números sobem quando o assunto é o Rio de Janeiro, onde as redes influenciam 33% dos brasileiros que usam a web.

Os dados apontam ainda que 83% dos entrevistados compartilham conteúdo nas redes; 44% avaliam, comentam e participam; 10% editam, moderam e influenciam e 96% leem, ouvem e assistem.

Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/twitter-e-facebook-influenciam-na-decisao-de-compra-de-25-dos-internautas

O homem é um animal insatisfeito. Isso é fato! Essa é uma grande vantagem e um dos problemas da nossa natureza.

Vantagem pois faz com que busquemos sempre evoluir, criar coisas novas, rever o que temos e acertar as arestas que não estão corretas. O problema está no fato de muitas vezes não valorizarmos o que já temos, colocando em primeiro lugar o que supostamente iremos ter algum dia.

E isso tem tudo haver com corretagem – principalmente quando falamos das tão comentadas e desejadas equipes on-line – para o bem e para o mal.

Vivemos um momento de transição dentro do mercado imobiliário – talvez em vários mercados – em busca de um novo modelo de comunicação e atendimento aos clientes. Esse momento não é novo, começou a pouco mais de dez anos, quando as primeiras equipes de corretor on-line surgiram nos grandes incorporadores.

Nesta época, em que as houses (empresas internas de vendas dos incorporadores) começaram a despontar, as empresas queriam um canal para atender diretamente os clientes, sem necessitar da imobiliária para este atendimento. Esta resolução surgiu não só por causa da necessidade de melhorar os lucros, mas também pelo fato das imobiliárias não estarem prontas para esse novo desafio que é o online.

O resultado foi melhor do que se esperava e vimos despontar equipes de corretores na Gafisa, Tecnisa e Cyrela (onde eu estava na época, criando a primeira equipe de corretores on-line da empresa). Nos anos seguintes, vimos o fortalecimento e desenho desta atividade dentro das áreas de vendas de vários incorporadores e, invariavelmente, dentro das imobiliárias – que aliás, não podiam ficar para trás.

Tenho implantado ou criado novas equipes on-line deste o início da década passada, em empresas como Cyrela, Frema Brasil Brokers, Patrimóvel Rio e Frias Neto (em Piracicaba – onde estou hoje) e em todas, os projetos foram bem-sucedidos, devido, principalmente, a alguns fatos:

1) o cliente quer decidir como, quando e por quem quer ser atendido;

2) ninguém tem tempo a perder para ficar rodando de carro e vendo plantões de vendas que parecem não ter fim;

3) os clientes preferem começar os relacionamentos com os corretores de uma forma menos formal e comprometida do que pessoalmente – principalmente por causa de corretores que “malham” clientes, sem nenhum discernimento;

4) a internet é uma realidade que alcança uma camada muito grande da sociedade e tem crescido cada vez mais, chegando com muita força a todas as classes sociais;

5) a tecnologia permite que façamos mais coisas, de forma mais assertiva e que possamos nos preparar para tornar o atendimento pessoal uma experiência enriquecedora e desafiante;

6) a quantidade e a qualidade de informações disponíveis na internet é exponencialmente maior do que em qualquer outro meio. Fotos, vídeos, textos, comentários, críticas, são facilmente encontradas e disseminadas;

7) podemos trabalhar a comunicação na internet de forma ampla e ao mesmo tempo tratarmos os prospects e clientes que reagem de forma individualizada;

8) quando se fala de internet, o cliente sempre quer mais do que pode encontrar em outros meios – e o corretor on-line normalmente tem ferramentas para isso;

9)  enquanto jornais, revistas, outdoors, folhetos e outras mídias off-line tiveram uma redução muito grande em seus resultados, a mídia on-line só cresce a cada dia;

10) com um pouco de domínio de tecnologia, podemos medir os resultados de retorno de investimento de mídia de uma forma que nenhum outro meio consegue;

11) toda iniciativa de criação de equipes on-line conta com um ponto muito forte de atração: o corretor.

Hoje tenho a certeza de que poucos clientes conseguem fazer um bom negócio imobiliário sem a ajuda de um profissional qualificado. É quase como se automedicar: todos acham que conseguem e que entendem, mas penam até verem os resultados que querem e, muitas vezes, recorrerem a um profissional depois sai bem mais caro do que se tivessem ido inicialmente.

O corretor on-line precisa dominar a tecnologia para atendimento e conquista dos clientes; entender de gestão de carteiras, para administrar suspects, prospects e clientes, que tendem a se acumular rapidamente; fazer uma ótima gestão de tempo para conseguir atender todos os clientes – tanto vendedores como compradores – pela internet, telefone e pessoalmente; saber se relacionar com os outros profissionais – afinal, ninguém cresce sozinho.

Além de tudo isso, é necessário estar inserido nas redes sociais e transitar naturalmente neste meio de comunicação. Twitter, Blogs, Facebook, Linkedin têm que ser ferramentas do dia-a-dia desses profissionais.

Acredito que a criação de equipes de vendas on-line faz parte da evolução das equipes de vendas de imóveis. Não que outros corretores sejam melhores ou piores do que estes, mas por que conseguimos resultados acima da média apenas quando focamos nossas energias de forma clara e organizada.

É importante entender que um corretor on-line acaba gastando ainda mais energia do que corretores que atuam em outras frentes, pela necessidade de agilidade, informações completas, atualizadas e fáceis de serem acessadas, além de todas as outras atividades e características inerentes à profissão.

Por outro lado, as equipes de vendas on-line ainda têm muito que evoluir, tanto em ferramentas como em conhecimento. Mas sinceramente, creio que estão caminhando a passos largos para esta evolução, ao ponto que a cultura on-line alcance todos os profissionais de vendas de imóveis – não com tanto foco quanto os corretores de equipes exclusivamente on-line, mas de forma a força-los a repensar muitas coisas.

Por fim, já que estamos sempre insatisfeitos com o que temos, devo dizer que  a maioria das empresas – grandes, médias ou pequenas – não está 100% preparada para ter um atendimento on-line focado em vendas pela falta de equipamentos, banda, políticas claras de gestão de clientes, insegurança gerada pelo “novo”, processos claros, falta de informação e de entendimento do papel da equipe de vendas, entre outros fatores.

Para superar esses desafios é necessário o comprometimento do corpo diretor e gestores da empresa, ousadia para buscar e formar profissionais de vendas que tenham disposição para o trabalho on-line, coragem para enfrentar as barreiras internas para implantação e perseverança para vencer os desafios e buscar resultados.

Com ética e respeito e muito empenho, podemos conseguir muito mais do que imaginamos!

Marco Marcelino (http://www.meadiciona.com/marcomarcelino)

primeira reação do americano Evan Williams é a de um certo desapontamento ao saber que o Rio de Janeiro acabara de ser escolhido para ser a sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Mas, logo em seguida, o fundador do serviço de microblogging e rede social Twitter abre um largo sorriso. ” Você sabia que eu já estive uma vez no Brasil, quando ainda estava à frente do Blogger? ”

O Blogger, para quem não sabe, foi uma das primeiras ferramentas de publicação de blogs, lançada em 1999 por Williams e vendida em 2003 para o Google. Assim como o Twitter, fez um tremendo sucesso e ajudou a popularizar os blogs.

O sorriso escancarado de Williams ao falar de Brasil tem uma razão. O país está entre os cinco primeiros na lista dos maiores usuários do Twitter.

A expansão do negócio tem sido tão forte no país que o Twitter decidiu traduzir seu serviço para o português, a começar pela tradicional pergunta ” What are you doing? ” (O que você está fazendo?).

Hoje, o serviço – originalmente em inglês – está traduzido para apenas uma língua, o japonês, embora 60% dos usuários estejam fora dos Estados Unidos.

A tradução para o português deverá estar pronta até o início do ano que vem, adiantou Williams ao Valor na sexta-feira, logo após uma apresentação para um público de cerca de 700 pessoas (a maioria, jornalistas) no congresso da Online News Association (ONA), em São Francisco, nos Estados Unidos.

No palco do congresso, Williams surpreendeu a plateia ao anunciar que o Twitter irá lançar em breve uma nova ferramenta: a possibilidade de os usuários criarem listas com nomes de outras pessoas que ” twitam ” (têm páginas no Twitter).

Um usuário poderá criar várias listas: uma com celebridades, amigos, colegas de trabalho etc. Por default, essas listas serão públicas (embora haja a opção de se tornarem privadas) e os seguidores de um usuário poderão ver as listas criadas por ele. O objetivo é aumentar ainda mais a interatividade e organizar melhor o conteúdo do Twitter.

Na platéia, enquanto Williams apresentava a novidade, o ” tap tap tap ” dos laptops não parava um segundo. Boa parte das pessoas estava justamente ” twitando ” ou colocando mensagens em sua página no Twitter.

O acesso à internet durante a apresentação de Williams foi tão grande que a rede sem fio do Hilton Hotel não deu conta do recado. E mesmo a página do Twitter, em alguns momentos, ficou sobrecarregada.

Mas a frase mais comentada de Williams no Twitter não foi a de seu anúncio do lançamento das listas. Foi a de que o Twitter ” is even making less money than newspapers ” – o Twitter está fazendo ainda menos dinheiro do que os jornais, em uma tradução livre. Ele se referia a uma provocação feita pela apresentadora, no congresso da Online News Association (ONA), de que o valor alcançado pelo Twitter e o interesse dos investidores no negócio deixavam os jornalistas ” com inveja ” .

O Twitter está em fase de captação de recursos, que deverá elevar o valor da empresa a US$ 1 bilhão, embora ele não dê um único centavo de lucro hoje.

Em fevereiro, a companhia valia US$ 250 milhões. Williams diz que vê várias alternativas de tornar o Twitter lucrativo, especialmente quando se observa que muitas empresas estão aumentando sua produtividade e ganhando dinheiro com o serviço. ” Mas, por enquanto, nosso foco é desenvolver todo o potencial do Twitter, agregar valor à companhia e aos serviços e só depois definir como cobrar por isso ” , diz Williams (no Twitter, @ev), acrescentando que para a construção de um negócio seria necessária a duplicação do número de funcionários. Hoje, ele emprega 80 pessoas.

(Raquel Balarin | Valor)

Em minhas constantes buscas pelo “sistema perfeito”, instalei o Ubuntu 9.04 no netbook da Six. A instalação foi um parto, pois a configuração de boot por cartão de memória não queria funcionar de jeito nenhum.

Primeiro copiei o conteúdo do cd para o cartão – sem sucesso na instalação, apesar do sistema reconhecer o hardware e abrir a opção para boot pelo cartão.

Buscando soluções na internet – como sempre – encontrei o criado de usb iniciável, que já vem com o sistema e é prático e rápido. Depois de alguns minutos já estava com meu cartão SD prontinho (é claro que fiz tudo isso em um outro micro, com leitor de cd).

Durante a instação, acabei matando o Windows 7 instalado (propositadamente) e dividi o hd em 2, um com o sistema propriamente dito e outro com o /home (local onde o linux armazena os arquivos de usuários).

Após instalado, fui para a atualização do sistema e percebi que esta versão do Ubuntu faz menos downloads de instalação do que as versões anteriores, o que representa um ganho de tempo.

Todo o hadware foi reconhecido sem problemas, inclusive o bluetooth, que parecia não funcionar tão bem no Window7.

A gama de aplicativos também melhorou, contando com as últimas versões dos principais softwares para Linux (Gimp, OpenOffice, Firefox etc).

Um único senão, que ainda não consegui avaliar bem, é que parece que a bateria está durando mens do que antes, mas preciso fazer essa análise com mais cuidado.

Em breve vou publicar os softwares mais usados e que mais tenho gostado.

A rota de colisão em que portais e canais de TV se colocaram na internet pelas parcerias dos primeiros por conteúdo e pelos investimentos dos segundos em tecnologias conta ainda com um terceiro participante: o usuário.

A partir do momento em que os antigos espectadores usufruem a capacidade de criar canais e transmitir conteúdos (sejam eles próprios ou alheios), a crescente integração entre TV e internet no Brasil sofre os impactos da participação do usuário na distribuição de vídeos.

Ainda que canais de TV se movimentem para reaproveitar na web o conteúdo exibido em sua programação, eventualmente com transmissões ao vivo pela internet (como é o caso de Rede TV! e Globo News), ainda há conteúdos distantes dos domínios online que interessam aos usuários. O principal deles é o futebol.

Beneficiados por serviços de transmissão ao vivo de vídeo (notoriamente o Justin.TV), espectadores criam canais em que transmissões tradicionalmente fechadas, para que os canais lucrem da compra de pacotes pelos torcedores, são distribuídas e consumidas livremente na rede.

Não é difícil encontrar canais do tipo, que carregam nomes dos times cujas torcidas representam. Palmeiras, Santos, São Paulo, Flamengo, Cruzeiro, Atlético Mineiro e Botafogo estão entre as agremiações cujas partidas são reproduzidas na internet por torcedores que captam o sinal da TV (aberta ou fechada) por placas de captura no PC.

Agregadores de partidas
Ao redor desses perfis se formaram agregadores que organizam as transmissões e indicam em quais canais determinadas partidas estão sendo exibidas, como é o caso do NaTrave.Tk, do ehgol.tk, do TV Zuca e do Brasileirão na Net.

Uma grade indica jogos em andamento, as próximas partidas e competições sem relação com futebol, além de apontar links para filmes na íntegra e a retransmissão (também ao vivo) de canais de TV.

A divulgação dos links para as transmissões (nem todas são registrados pelos agregadores) invade redes sociais e serviços como o Twitter quando se aproxima o início das partidas.

Na rodada deste domingo (27/9), o IDG Now! fez o teste: nas comunidades de times como São Paulo, Corinthians, Flamengo e Santos no Orkut, tópicos próprios eram usados para indicar transmissões (de TV ou rádio), criticadas e enaltecidas ou com alternativas sugeridas ali mesmo por torcedores.

No Twitter, buscas pelo nome de time e termos como “transmissão”, “ao vivo” ou “Justin.TV” devolvia resultados em que, na maioria das vezes, o jogo foi reproduzido com um pequeno atraso em relação à TV.

O aumento na procura (e a subsequente queda na qualidade das transmissões) fez com que alguns torcedores se juntassem e criassem grupos fechados com canais próprios disponíveis apenas mediante senha. A exigência de senha “filtra o número de torcedores e garante a qualidade do jogo”, defende Ronaldo*, mediador de grupo dedicado a um time paulista

Além de ter apelo entre aqueles que trabalham no horário da rodada, ver jogos pela internet (e aguentar os potenciais travamentos ou a qualidade bem abaixo da disponível na TV a cabo) é cômodo também aos torcedores cujos times têm partidas renegadas aos canais pagos.

É o caso do engenheiro Cristiano*, torcedor do Santos. Em rodadas em que nem emissoras de TV a cabo transmitem partidas do time, ele encontra canais no Justin.TV com os jogos do Santos e conecta seu laptop à sua televisão para assisti-los. A “qualidade sofrível” em alguns casos e engasgos da conexão, ainda assim, compensam pelo fato de não representarem gastos com os canais pagos, chamados no setor de “pay per view”.

By IDG Now

Veja matéria completa: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/29/usuarios-driblam-canais-de-tv-e-popularizam-transmissao-de-futebol-na-web/