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No mesmo dia em que a MSI brasileira demonstrou notebooks ultra-finos e um PC tudo em um, a matriz em Taiwan anunciou o “braço ecológico” de sua linha U100 de netbooks. Com tela LED de menor consumo e uma bateria mais robusta, autonomia é recorde.

Netbooks são a representação da mobilidade, a liberdade no acesso à internet em qualquer lugar, sem fios, inclusive os da tomada. Por isso, é muito bem vindo o anúncio do mais novo netbook da MSI, o Wind U110 Eco.

Segundo o fabricante, seu netbook é equipado com uma bateria cuja autonomia ultrapassa as 13 horas, podendo chegar a 15, o que é um recorde absoluto em portáteis. A autonomia média de bateria de um netbook dos concorrentes é de três horas e meia. Mesmo notebooks topo de linha, como os MacBook Pro da Apple, não aguentam mais do que oito horas.

A MSI conseguiu atingir esta marca através da combinação de uma bateria estendida com nove células, além de um novo processador Intel Atom Z530 (com consumo menor que o Atom N270 normalmente usado em portáteis) e uma tela com iluminação LED, o que reduz o consumo (e melhora as cores) em comparação à iluminação tradicional com lâmpadas fluorescentes. O menor consumo faz juz ao adjetivo “Eco”, embora grande parte da grande autonomia deva-se mesmo à bateria.

O preço sugerido pelo MSI Windo U110 Eco é de US$ 430, nos EUA. Ainda não há informações sobre a venda no Brasil.

WASHINGTON (Reuters) – A principal agência reguladora dos Estados Unidos para o setor de comunicação revelou nesta segunda-feira novas propostas para assegurar que operadoras de Internet não façam descriminação de conteúdo na Web. A medida tem o apoio de grupos de defesa do consumidor, mas pode ser má notícia para as principais provedoras dos EUA.

Sob as novas regras propostas pelo presidente da Federal Communications Commission, Julius Genachowski, as provedoras não poderão discriminar no tratamento, em suas redes, dado ao conteúdo ou a aplicativos distribuídos na Internet, e teriam ainda que ser transparentes em relação às suas práticas de gerenciamento das redes.

Defensores da imparcialidade na Internet afirmam que as provedoras devem ser impedidas de bloquear ou diminuir a velocidade da conexão em decorrência do tipo de conteúdo sendo enviado ou baixado.

O conceito, conhecido como neutralidade de rede, gera polêmica entre empresas de Internet como o Google e provedoras de banda larga como AT&T, Verizon Communications e Comcast, que se opõem às novas regras para administração de redes.

“Hoje, não podemos imaginar nossas vidas sem a Internet –do mesmo jeito que não conseguimos imaginar a vida sem água encanada e sem a lâmpada”, disse Genachowski em seu primeiro grande discurso sobre políticas no Brookings Institution, um centro de estudos de políticas públicas.

Mas as provedoras afirmam que o crescente volume de serviços que usam uma fatia grande da conexão –como no caso de vídeos na Web– exigem um gerenciamento contínuo das redes, e algumas argumentam que neutralidade de rede poderia impedir a inovação.

O porta-voz da AT&T Michael Coe disse que a empresa iria analisar as novas propostas antes de comentar. Já o porta-voz da Verizon David Fish afirmou que sua empresa deve comentar as propostas ainda hoje. A Comcast também disse não ter comentário.

As regras, que se aplicariam tanto a serviços de Internet sem fio quanto a cabo, serão propostas formalmente durante reunião aberta em outubro. Genachowski, que é do Partido Democrata, preside a comissão junto com dois outros democratas e mais dois republicanos.

(Reportagem adicional de Sinead Carew em Nova York)

Fonte Uol Tecnologia

A larga dominância do pacote de aplicativos de produtividade Microsoft Office nas empresas pode estar perto de enfrentar um grande desafio: o Google Docs.

Um estudo da consultoria IDC apontou que o software online de produtividade do Google é “amplamente” usado em uma a cada cinco companhias, mesmo que, em alguma delas, o pacote seja apenas um complemento ao Office.

O IDC entrevistou 262 gerentes de nível sênior de empresas de diferentes tamanhos, o que aponta para um rápido crescimento no interesse pelo serviço.

Uma pesquisa similar, feita em dezembro de 2007, apontava que 5% das empresas entrevistadas usavam amplamente o Google Docs na época. Na atual pesquisa, feita em julho, o Google Docs é usado em 19,5% das companhias.

“O Google Docs ainda não está substituindo o Office, mas o fato de ele crescer tão rapidamente mostra um momento importante. É uma grande ameaça à Microsoft”, disse a analista do IDC, Melissa Webster.

Apesar do crescimento do Google Docs, o uso do Office praticamente não mudou entre as duas pesquisas, com mais de 97% de uso nas companhias – indicativo de que os funcionários usam ambas as ferramentas.

Para Melissa, isso é negativo para a dona do Office, porque o Google Docs “vai canibalizar a oportunidade da Microsoft em torno de seus próprios softwares baseados na web”, disse ela.

Na quinta-feira (17/9), a companhia começou a testar o Office Web Apps, a versão online do pacote de aplicativos, que ainda não tem data definida para lançamento.

Fonte: Computerworld/EUA

O Google anunciou que nas próximas semanas começará a indexar o conteúdo de documentos públicos hospedados no seu serviço online de produtividade, o Google Docs.

Em anúncio publicado no fórum de ajuda do Google Docs, uma funcionária da empresa chamada Marie F. afirma que nas próximas duas semanas textos, planilhas e apresentações disponíveis para qualquer usuário poderão fazer parte do índex de Google, Yahoo, Bing e outros buscadores.

Segundo o comunicado, apenas documentos publicados como páginas online ou que têm a opção de integração por meio de códigos disponível poderão ser encontrados pelos buscadores.

Arquivos sigilosos ou publicados, mas encontrados apenas por usuários que têm o link, não serão encontrados, lidos e nem integrados ao índex dos buscadores.

O anúncio do Google acontece na mesma semana em que a Microsoft começa a testar a versão online do popular pacote de produtividade Office, o Office Web Apps.

Ainda sem data para chegar ao mercado, o serviço, ainda fechado a convidados, permitirá que documentos do Word, Excel e PowerPoint sejam editados e compartilhados online.

O principal rival do Office Web Apps será o Google Docs, tanto pelas ferramentas oferecidas a usuários e empresas como pela penetração do serviço do buscador – pesquisa da consultoria IDC mostra que o Docs está presente em um quinto das empresas nos Estados Unidos

Fonte: IDG Now

Adquiri nesta semana uma nova maquinha – pequena no tamanho mas com ótima performance, já começo dizendo – um netbook da Six.

Estava cansado do ótimo – mas pesado – notebook Latitude D520 da Dell e a algumas semanas estava pesquisando um netbook.

Precisava de uma máquina não muito básica e que pudesse ser utilizada bem no dia-a-dia sem grandes traumas e o transtorno de carregar um note pesado e que sempre ocupa muito espaço em mesas de reunião e palestras.

Além disso, queria uma bateria para algo entre 3 e 4 horas e um hd maior do que tinha no Dell (40 gb).

Pesquisei bastante, quase comprei um notebook de 12 pol (na verdade comprei, mas o submarino não tinha para entregar), fui a Santa Ifigênia e vi dezenas de máquinas acompanhadas de comentários do tipo “netbook é para quem só acessa internet”, “compre um notebook de verdade”, “ você não vai gostar dessa máquina”.

Minha primeira escolha foi um Netbook da Acer de 11,6 pol, lindo e fininho. Mas fiquei com medo do processador Atom Z520 que vinha máquina e dos comentários da lentidão que vi na internet.

A opção então seriam máquinas com Atom N270 ou N280. Buscava também 2gb de RAM e um hd no mínimo de 160gb.

Como tinha visto algumas máquinas no Carrefour, quando estive na tortura de compras mensais, voltei para ver e segue a máquina que escolhi:

computadores_netbook_windows

Preço bom, bem parcelado e foi pra sacola. Apesar de nunca ter ouvido falar na marca, acabei arriscando e, até agora, tudo bem.

O único problema foi ter visto com o Windows Vista, que ontem mesmo substitui pelo Windows 7.

Aliás, quem diz que o Windows 7 não roda nestas maquininhas talvez nunca tenha tentado instalar. A instalação foi relativamente tranquila (descompactei a imagem do sistema no note, utilizando o Alcohol 120% – ótimo programa trial – copiei no hd externo e atualizei o Vista).

Não dá para comparar a performance com a de um Core 2 Duo, mas, para mim, até agora tem resolvido o problema.

A tela de 10 pol também é pequena, mas a qualidade acaba compensando um pouco pois a nitidez é ótima. A única decepção tem sido a bateria, que deveria durar umas 4 horas, mas não passou de 2h30 até agora.

Por enquanto, instalei apenas o office e alguns aplicativos básicos – além de trazer todos os meus arquivos para cá.  Os próximos serão Dreamweaver e Photoshop (o grande teste da máquina).

Vou postando aqui conforme for instalando mais aplicativos e utilizando no dia-a-dia.

A Microsoft apresentou, em evento em San Francisco, testes que apontam o Windows 7 como um sistema capaz de gerenciar melhor o consumo de energia do que o Vista.

Para ilustrar o estudo, a companhia mostrou laptops idênticos rodando os mesmos DVDs de filmes longa metragem. Nas máquinas com Windows 7, a bateria durou até 20% mais em comparação a máquinas com o Vista.

Segundo a Microsoft, os ganhos de economia de energia giram entre 10% e 20% na comparação entre máquinas com Windows 7 e Windows Vista.

A companhia, no entanto, explicou que o nível de economia varia caso a caso e que o consumo de energia depende de muitos fatores, mas ressaltou que, de um modo geral, o Windows 7 leva vantagem significativa sobre o Vista.

O menor consumo é registrado já a partir do boot da máquina, que é mais rápido no Windows 7, diz a Microsoft. Os testes exibidos pela fabricante de software foram realizados em parceria com a Intel, que atestou o menor consumo de energia do Windows 7 em várias situações, como executar vídeos, navegar na internet e usar aplicativos de produtividade, como planilhas de texto e cálculo.

Além de dar maior autonomia a usuários que assistem um filme num voo longo, por exemplo, a Microsoft espera responder às pressões ambientais por aplicações que demandem menos energia.

Fonte: Info Online

Se realmente isso se confirmar, temos mais um motivo para os novos Netbooks virem com Windows 7.

Hoje já vemos o uso do Vista Basic em alguns modelos. Um sistema lento, chato e gastão de energia. Vi diversos posts na internet de usuários que tem instalado o Windows 7 RC nestas máquinas com ganhos de performance.

Será que finalmente teremos um sistema da MS que vale a pena ser instalado?

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Um grupo de hackers denominado KKR invadiu o site da Associação de Futebol Argentino (AFA) para colocar uma foto de Maradona com a camisa do Brasil. “Uma imagem vale mais do que mil palavras”, escreveram os invasores, logo abaixo da representação satírica do atual técnico da Argentina, que foi veiculada em uma propaganda de refrigerante em 2006.