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WikiMuito vemos falar sobre mídias sociais e pouco sobre o impacto colaborativo das mudanças que vemos no mundo.  Este livro, de Don Tapscott, apesar de ter sido escrito a dois anos, não perdeu a força por suas idéias originais, que podem ser entendidas e adaptadas para o momento que vivemos.

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Há algumas semanas falei um pouco sobre a nova rede social que está ganhando espaço: Quora. Um dos desafios era entrar “sem ser convidado”.

Desafio vencido!

Veja aqui como entrar na rede “pela porta dos fundos”.

Já testei e funcionou muito bem.

Ha algum tempo ouço Romeo Busarello, diretor da Tecnisa falar que lá eles tem um “vagabundo”.

A brincadeira se refere ao fato de que outros profissionais da empresa têm a impressão de que o gerente de mídias sociais da empresa, Beto Aloureiro, passa o dia numa boa, apenas navegando no Facebook, Orkut, Twitter e afins.  Fica “sem fazer nada de produtivo” o dia todo.

Talvez este exemplo mostre o quanto as empresas estão despreparadas para as redes sociais, mesmo que entendam a necessidade de estarem presentes e quererem utilizá-las para valorizar suas marcar – e não nos enganemos – vender mais. Mais do que propaganda, uma atuação consciente nas mídias sociais é uma resolução estratégica para as empresas.

Lembro-me de que, quando comecei com a internet, em 1995, a maioria das empresas queria “estar na rede”, mas não sabia nem como, nem o que colocar. Navegar pelos sites das empresas na época era encontrar fotos dos presidentes, catálogos online, bonequinhos animados dizendo que as áreas dos sites estavam em construção e coisas assim.

Foi preciso alguns anos e muito investimento – de tempo e dinheiro – para que as empresas começassem a entender que, mais do que estar na rede, é preciso interagir com quem visita o site. Este novo meio de comunicação impactou diversas áreas das empresas e fez com que a forma como nos comunicamos com os clientes fossem repensadas.

Em 2002/2003 quando comecei com a área de vendas online da Cyrela Incorporadora, ouvia muita coisa do tipo: “ninguém vai comprar imóveis pela internet”. Alguns meses depois vendemos a cobertura de um prédio de alto padrão nos Jardins, em São Paulo, em que o cliente, que morava nos EUA, veio apenas para assinar o contrato.

Hoje, é unanimidade que a grande mídia para o mercado imobiliário é a internet e, mais do que a forma de comunicação predileta dos clientes, é a mais barata para as empresas.

Voltando a falar de mídias sociais, na Frias Neto (imobiliária em que trabalho), fechamos no mês passado uma locação em que o primeiro contato foi pelo Twitter. Mérito da área de marketing da empresa e da corretora online Daniele, que identificaram a necessidade da cliente, fizeram a indicação dos imóveis pelo próprio Twitter e agendaram as visitas. Veja matéria no blog da Frias Neto: http://friasneto.wordpress.com/2011/03/01/frias-neto-usa-midias-sociais-para-atendimento-a-clientes/

O perfil da cliente? Geração Y!

Talvez você até me diga: “Mas é uma pequena fatia da população que pertence a esta geração e, muitas vezes, não tem potencial para compra de imóveis.” O mesmo que se pensava sobre quem acessava a internet há alguns anos e que – podemos notar – estava errado.

De qualquer forma, o impacto das redes sociais nas empresas parece ser irreversível e as que conseguirem transitar nas redes, sem ser invasivo, mas construindo sua marca e oferecendo serviços diferenciados,  estarão sempre um passo à frente do seus concorrentes.

Para finalizar o assunto do “vagabundo” da Tecnisa, veja abaixo um info gráfico interessante, publicado pela Social Cast sobre o dia-a-dia de um profissional especializado na gestão de mídias sociais.

Guarde este nome, ou tente pronuncia-lo corretamente: Quora!

Trata-se de uma rede diferente, que nem é social nem microblog, mas é um lugar para encontrar não apenas pessoas, mas conversas interessantes. Auto-definido como “uma coleção continuamente melhorada de perguntas e respostas, criadas, editas e organizadas por quem quer que use”.

Segundo comentários, será uma fonte de conhecimento acumulativa, quase no estilo FAQ. Nele você não segue pessoas, mas assuntos. Mais um para competir pelo nosso tempo nada ocioso, com o Facebook, Twitter a afins.

Quer testar? vá em http://www.quora.com e… fique decepcionado!

Entrar? Só com convite e postar só em inglês, pois a equipe do Quora puxa a orelha de quem faz ou responde perguntar em outros idiomas.

Veja comentário em: http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/01/12/quora-adverte-quem-nao-escreve-em-ingles-923487778.asp

Quer saber porque você deve participar do Quora? Veja esta matéria muito legal do Rafael Gomes: http://www.midiatismo.com.br/2011/01/por-que-voce-deve-conhecer-o-quora.html

ou estes vídeos do seu funcionamento:

Alguém distribui convites?

Muito se tem falado sobre  o necessidade de estarmos nas redes sociais, mas pouca é a apuração deste impacto nas vendas das empresas. Na notícia abaixo, começamos a ter alguns parâmetros, apesar da quantidade de entrevistados não ser tão grande.

Fonte: Exame.com

São Paulo – Pesquisa do Ibope realizada com 8.561 internautas de onze regiões metropolitanas do país revelou que as redes sociais, como Twitter e Facebook, influenciam na decisão de compra de 25% dos internautas.

Esses números sobem quando o assunto é o Rio de Janeiro, onde as redes influenciam 33% dos brasileiros que usam a web.

Os dados apontam ainda que 83% dos entrevistados compartilham conteúdo nas redes; 44% avaliam, comentam e participam; 10% editam, moderam e influenciam e 96% leem, ouvem e assistem.

Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/twitter-e-facebook-influenciam-na-decisao-de-compra-de-25-dos-internautas

primeira reação do americano Evan Williams é a de um certo desapontamento ao saber que o Rio de Janeiro acabara de ser escolhido para ser a sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Mas, logo em seguida, o fundador do serviço de microblogging e rede social Twitter abre um largo sorriso. ” Você sabia que eu já estive uma vez no Brasil, quando ainda estava à frente do Blogger? ”

O Blogger, para quem não sabe, foi uma das primeiras ferramentas de publicação de blogs, lançada em 1999 por Williams e vendida em 2003 para o Google. Assim como o Twitter, fez um tremendo sucesso e ajudou a popularizar os blogs.

O sorriso escancarado de Williams ao falar de Brasil tem uma razão. O país está entre os cinco primeiros na lista dos maiores usuários do Twitter.

A expansão do negócio tem sido tão forte no país que o Twitter decidiu traduzir seu serviço para o português, a começar pela tradicional pergunta ” What are you doing? ” (O que você está fazendo?).

Hoje, o serviço – originalmente em inglês – está traduzido para apenas uma língua, o japonês, embora 60% dos usuários estejam fora dos Estados Unidos.

A tradução para o português deverá estar pronta até o início do ano que vem, adiantou Williams ao Valor na sexta-feira, logo após uma apresentação para um público de cerca de 700 pessoas (a maioria, jornalistas) no congresso da Online News Association (ONA), em São Francisco, nos Estados Unidos.

No palco do congresso, Williams surpreendeu a plateia ao anunciar que o Twitter irá lançar em breve uma nova ferramenta: a possibilidade de os usuários criarem listas com nomes de outras pessoas que ” twitam ” (têm páginas no Twitter).

Um usuário poderá criar várias listas: uma com celebridades, amigos, colegas de trabalho etc. Por default, essas listas serão públicas (embora haja a opção de se tornarem privadas) e os seguidores de um usuário poderão ver as listas criadas por ele. O objetivo é aumentar ainda mais a interatividade e organizar melhor o conteúdo do Twitter.

Na platéia, enquanto Williams apresentava a novidade, o ” tap tap tap ” dos laptops não parava um segundo. Boa parte das pessoas estava justamente ” twitando ” ou colocando mensagens em sua página no Twitter.

O acesso à internet durante a apresentação de Williams foi tão grande que a rede sem fio do Hilton Hotel não deu conta do recado. E mesmo a página do Twitter, em alguns momentos, ficou sobrecarregada.

Mas a frase mais comentada de Williams no Twitter não foi a de seu anúncio do lançamento das listas. Foi a de que o Twitter ” is even making less money than newspapers ” – o Twitter está fazendo ainda menos dinheiro do que os jornais, em uma tradução livre. Ele se referia a uma provocação feita pela apresentadora, no congresso da Online News Association (ONA), de que o valor alcançado pelo Twitter e o interesse dos investidores no negócio deixavam os jornalistas ” com inveja ” .

O Twitter está em fase de captação de recursos, que deverá elevar o valor da empresa a US$ 1 bilhão, embora ele não dê um único centavo de lucro hoje.

Em fevereiro, a companhia valia US$ 250 milhões. Williams diz que vê várias alternativas de tornar o Twitter lucrativo, especialmente quando se observa que muitas empresas estão aumentando sua produtividade e ganhando dinheiro com o serviço. ” Mas, por enquanto, nosso foco é desenvolver todo o potencial do Twitter, agregar valor à companhia e aos serviços e só depois definir como cobrar por isso ” , diz Williams (no Twitter, @ev), acrescentando que para a construção de um negócio seria necessária a duplicação do número de funcionários. Hoje, ele emprega 80 pessoas.

(Raquel Balarin | Valor)

No mesmo dia em que a MSI brasileira demonstrou notebooks ultra-finos e um PC tudo em um, a matriz em Taiwan anunciou o “braço ecológico” de sua linha U100 de netbooks. Com tela LED de menor consumo e uma bateria mais robusta, autonomia é recorde.

Netbooks são a representação da mobilidade, a liberdade no acesso à internet em qualquer lugar, sem fios, inclusive os da tomada. Por isso, é muito bem vindo o anúncio do mais novo netbook da MSI, o Wind U110 Eco.

Segundo o fabricante, seu netbook é equipado com uma bateria cuja autonomia ultrapassa as 13 horas, podendo chegar a 15, o que é um recorde absoluto em portáteis. A autonomia média de bateria de um netbook dos concorrentes é de três horas e meia. Mesmo notebooks topo de linha, como os MacBook Pro da Apple, não aguentam mais do que oito horas.

A MSI conseguiu atingir esta marca através da combinação de uma bateria estendida com nove células, além de um novo processador Intel Atom Z530 (com consumo menor que o Atom N270 normalmente usado em portáteis) e uma tela com iluminação LED, o que reduz o consumo (e melhora as cores) em comparação à iluminação tradicional com lâmpadas fluorescentes. O menor consumo faz juz ao adjetivo “Eco”, embora grande parte da grande autonomia deva-se mesmo à bateria.

O preço sugerido pelo MSI Windo U110 Eco é de US$ 430, nos EUA. Ainda não há informações sobre a venda no Brasil.